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Comments

  1. Paulo Marques says:

    É mau, mas se fosse por aí, era fácil, e nem dava grande rombo.

  2. Rui Naldinho says:

    A empregabilidade com origem nos partidos, tendo em consideração a militância de base, não dá grandes tachos. Se no caso do PSD e do CDS ainda poderíamos sonhar com um lugar num sítio mais ou menos bem remunerado, o PS por norma tem para oferecer lugares no sector autárquico e no Estado. Ora esses lugares hoje estão longe de grandes remunerações. Tem apenas a vantagem de ter alguma proteção laboral, sem a habitual chantagem patronal.
    Afinal parece que toda a gente fala mal do público, mas preferia lá trabalhar, por comparação com o privado. Qual o mistério?
    A cunha está para ficar. E vai ficar porque não há volta a dar-lhe. Eu pessoalmente não acredito que alguém prefira um incompetente a uma pessoa competente. Logo não acredito que se escolha para assessor uma personalidade incapaz de dar conta do recado.
    Quanto aos currículos, hoje há-os para todos os gostos. E alguns até se vêm a descobrir maus tarde, falsos. Lembre-mo-nos do Relvas.
    Mas já acredito que entre duas pessoas empenhadas em aprender e ter uma boa prestação profissional, diligentes e esforçadas, alguém escolha aquela que politicamente lhe dá mais garantias de estar em consonância consigo.

    • Paulo Marques says:

      Pode dar, mas não é, de facto, muito no estado, excepto para a carreira, ou às vezes para o ego. Mas da porta giratória há gente que nunca se queixa, mistério.
      Acho que faz sentido convidar a quem se conhece as capacidades para o gabinete, seja no público ou no privado, para que se comece rapidamente a ser produtivo. Já quando é o amigo com quem nunca se trabalhou, é mais salto de fé, porque a compatibilidade do método é desconhecida. Um jovem de 21 anos é um bocadinho de fé a mais na boa vontade, ou talvez a busca de um yes-man em formação.
      Mas que fiquem tranquilos quem duvida, não é por aí que o governo vai deixar de se preocupar com o superávit, agradar a Bruxelas e Washington, ou não querer privatizar o estado e criar rendas. O neoliberalismo suicidário é para continuar; afinal, não há alternativa séria a manter os nossos salários congelados e os preços a subir, e nem o povo protesta.

    • Anonimo says:

      Afinal parece que toda a gente fala mal do público, mas preferia lá trabalhar, por comparação com o privado.

      Em especial os funcionários públicos. Até me ofereci para enviar uns cv, mas nunca tive sorte. Embora no privado a vida seja boa, aumentos anuais, formação garantida, progressao na carreira, horas extraordinárias asseguradas e horários melhores.

      Em matéria de tacho no privado, ps bate cds. Aliás, é engraçado como vou ouvindo que o grande capital nacional está feito com a IL, para 5 minutos depois ouvir que não há grande capitalista que não viva encostado ao centrão.

      • João L Maio says:

        Talvez seja por isso que a IL, no início da Legislatura, pediu para se encostar “ao Centrão”.

  3. Plebeu says:

    O governo ps deveria contratar os “funcionários” despedidos pelo be para assessores. O maio que aproveite e envie o curriculum…

    • João L Maio says:

      Que pena não ser funcionário de nenhum partido. Não sou tão Plebeu assim.

    • Paulo Marques says:

      Gosto muito de críticas por alguém fazer aquilo que defendem, fica-se logo a saber que não têm nada a dizer.

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