
O CH recorreu a um truque clássico do populismo fake: lançou uma “notícia” na Folha Nacional, o seu órgão oficial, aplicou-lhe indevidamente o selo de qualidade da Lusa – por discutível que essa qualidade possa ser considerada – e fez passar a sua propaganda como algo de natureza puramente jornalística.
Como sempre acontece com estas coisas, o partido de Ventura foi apanhado, garantiu tratar-se de um lapso – aparentemente, um dos militantes do partido tinha ali um logo da Lusa à mão e meteu-se sem querer na publicação do partido – e corrigiu a peça, uma hora mais tarde. Com um sincero pedido de desculpa. Mesmo do fundo do coração.
Agora é deixar a internet funcionar. A versão fake Lusa da Folha Nacional vai circular infinitamente, convencendo centenas ou milhares da sua autenticidade, e, a determinado momento, o fake passa a ser verdade por exaustão digital. A extrema-direita contemporânea funciona assim. De Trump a Le Pen, de Abascal a Bolsonaro, o estratagema é comum e recorrente. E profundamente eficaz. Um dos muitos motivos para combater esta gente sem contemplações.







Quanto ao post, e tendo em conta a popularidade do blogue, não seria de alterar a imagem convenientemente, visto que deverá ser dos primeiros resultados do image search?
Quanto à aldrabice, tá mau, normalmente inventam um instituto qualquer com uns prémios do tio para criar a credibilidade.
bom dia, Paulo,
Alterar a imagem porquê?
cumprimentos
Porque é provável que o algoritmo da “pesquisa por imagens” no Google Search e afins acrescente a popularidade do blogue à popularidade da imagem. Só por isso.
Nem a fotografia é da Lusa?
O vermelho vem de qualquer modo muito a propósito de uma cambada ‘de esquerda e progressista’ que é a palavra-senha da cambada esquerdalha.
Pois tem toda a razão em perguntar!
Porque, e isso está comprovado, que todos aqueles indivíduos são filhos da Lusa, uma rapariga de Freixo de Espada á Cinta que viveu em união de facto com um tal Manel Folha, fundador da Igreja do Pregador do Venturoso Pastorinho.
Tiveram uma numerosa prole, que deram todos em jornalistas e políticos.
Foi preciso um órgão rigorosamente independente (funciona lá na sede, mas no sótão, com entrada independente pelas escadas de serviço), como a Folha de Couve Nacional, para tornar a coisa conhecida.
Sim, a realidade tem um viés comunista. Temos pena.
Vou antes de comentar relembrar o meu ultimo post:
“A mentalidade do comuna Mendes é mesmo isto.
Para qualquer pessoa com mais de 3 neurónios sabe que é possível :
a) Induzir uma conclusão verdadeira a partir de premissas falsas
b) Induzir uma conclusão falsa a partir de premissas verdadeiras
Basta para isso que as premissas se refiram a categorias diferentes.
Aqui o sofista-mor em defesa do comunismo (velado) e anticapitalista sabe como deve enganar o leitor incauto ou menos treinado.”
Para evidenciar a “luta” deste individuo que mais uma vez sem surpresa vem aqui defender a extrema-esquerda.
Reparem na “técnica” usada desta vez:
Critica uma tecnicidade que acredito foi mesmo lapso, pois a credibilidade da Lusa é muito baixa( para quê usar algo com credibilidade duvidosa?).
Nunca se refere ao conteúdo na noticia, se é falsa ou verdadeira.
Isso não lhe interessa. Ou seja , interessa-lhe sim encobrir esse conteúdo.
Para isso lança mão da “Falácia do Espantalho” .
Convencido que com isso os leitores inteligentes vão esquecer o que realmente é importante.
Mas este post fez algo excelente, que foi divulgar o “Folha Nacional”.
Espero que também escrevam algo sobre o “Pagina Um”, que é um excelente projecto jornalístico que ao contrario dos outros não está cooptado pela esquerda, e por isso também merece divulgação.
Joana Quelhas
“acredito foi mesmo lapso”
Não quer comprar uma torre muito bonita, mesmo no centro do Porto (Clérigos), com uma vista fabulosa? O preço é excelente, pois tenho muita urgência em vender, que estou a precisar de dinheiro.
De facto, publicar uma “notícia” é como comer esparguete com molho, às vezes pingam um link e um logótipo da Lusa para onde não queremos…
Resumi o seu post ao relevante.
Béu béu béu, um pasquim ideológico mentiu, béu béu béu.
Pois mais uma vez, ó Qwuewellhass(*)…
Se lamenta que, para Vosselência, não seja possível saber o que é possível: segundo a última contagem, já só lhe restam dois neurónios e um deles fortemente afetado por reumatismo.
Pelo que deve tomar cuidado. Não os canse com essa conversa das premissas. Pode ser perigoso!
(*) Como vê, segue-se a máxima do Alencar (seja ele quem for…), aqui divulgada por Vosselência: “não mencionar o…Vosselência!”.
Ah!, e só mais uma coisinha, ó Qwuwelhass…
Essa da “baixa de credibilidade” da Lusa é um premissa um tanto arriscada. Para já, será muito mais credível, perante qualquer “leitor inteligente” do que a Folha de Couve Nacional, não?.
Posto isto, digamos que as conclusões de Vosselência…
Embora saibamos que Vosselência, nestas coisas, é uma verdadeira especialista: ainda noutro dia foi vista com uma premissa em cada mão, uma falácia pela frente e um sofisma pelas costas. Só que estava enganada: aquilo não era uma tertúlia filosófica. Era uma casa de “swing”…
Pois, e mais, ó Queuelllhass (*)
Parece que, nos Açores, os Pastorinheiros também atribuíram à Intercampus uma sondagem que se provou ser falsa! A Intercampus não fez nenhuma sondagem nos Açores, nos tempos recentes.
Só se Vosselência também achar que foi lapso… por falta de credibilidade da Intercampus…
Enviada a “premissa” para o galheiro, a conclusão é que os Pastoreiros são uma cambada de vígaros. Os de aquém e os de além-mar.
(*) Como vê, segue-se a máxima do Alencar (seja ele quem for…), aqui divulgada por Vosselência: “não mencionar o…Vosselência!”
O que é a Folha Nacional? Uma espécie de publicação feito no e para o twitter ou um jornal digital?
Sei lá, mas aquilo é só digital, por isso nem para limpar o cu serve.