Qu’est-ce que ça donne, ça, dans l’hypothèse où le candidat en question viendrait à l’emporter, qu’est-ce qu’on fait des traîtres, comment est-ce qu’on les traite ?
— BHL
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Não sabeis o que é uma secção de vazão? É muito simples. Trata-se, nem mais nem menos, de
Fonte: Infopédia
A literatura que se debruça sobre a secção de vazão é abundante e, por exemplo, temos aqui esta belíssima divisão de uma secção de vazão em três subsecções:

Fonte: Câmara Municipal de Vila do Conde — Ponte sobre o Rio Este, em Arcos. Obra de Arte. *Projeto de Execução. Estudo Hidrológico e Hidráulico. Setembro de 2016 (pdf)
E há interrogações (“será a secção de vazão suficiente?”), há medidas preventivas (“prevenção das situações de risco de cheias, impedindo a redução da secção de vazão” pdf) e até existe sensatez (“não prejudicar nunca a respectiva secção de vazão” pdf).
“Não prejudicar nunca”, pois é. Não prejudicar nunca. Esta deveria ser uma máxima, uma preocupação permanente da classe política portuguesa, principalmente daqueles que amiúde prejudicam, com “agora facto é igual a fato (de roupa)” ou com “é importante sublinhar a relevância do Acordo para a literacia“.
“Não prejudicar nunca a respectiva secção de vazão” apareceu no Diário da República, por exemplo, no dia 14 de Março de 2006.

Hoje, 26 de Setembro de 2023, no sítio do costume, aparece-nos isto:

Também hoje, mas noutro nível (o daqueles que resistem silenciosamente no pós-25 de Abril…), temos isto:

Continuação de uma óptima semana.
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A língua não é um objeto inanimado, tem vida. Os ses e os ces variam, temos de asseitar as mudancças e adapetarnos aos ventos do prugreço.
Temos de nos adaptar aos ventos de que progresso, se com esse tipo de linguagem reduzem a Língua à sua forma mais básica, retrocedendo-se aos tempos onde falar e escrever davam os primeiros passos?
A Língua tem vida quando avança. Quando recua, vai a caminho da morte.
De todo os Países, que existem no mundo, apenas Portugal foi de cavalo para burro, e ignorantemente, optou por transformar a sua Língua, uma das mais antigas da Europa, num abominável, aberrante, execrável, deplorável, inaceitável, lamentável patético e vergonhoso linguajar de mentes mirradas.
Sempre se soube do potencial poluidor do setor da energia nuclear…