
Exactamente. Efectivamente. Independentemente da propaganda e apesar da alegada resistência silenciosa, a ruptura não engana.
Expor ao vento. Arejar. Segurar pelas ventas. Farejar, pressentir, suspeitar. Chegar.

Exactamente. Efectivamente. Independentemente da propaganda e apesar da alegada resistência silenciosa, a ruptura não engana.
Top quality research requires outstanding methodological skills.
— KP/LDC

Equiparar os quatro pontos em quatro jornadas de Lage aos quatro pontos em quatro jornadas de Pereira só pode ser natural num jornal português praticante da resistência silenciosa em tempos de liberdade (exactamente) e que capitula perante o nefando AO90. No mundo real, não é natural que Rogério Azevedo não indique explicitamente o seguinte: nos quatro pontos em quatro jornadas de Pereira, houve uma derrota contra uma equipa actualmente com 22 pontos, enquanto os quatro pontos em quatro jornadas de Lage têm uma derrota contra uma equipa actualmente com 41 pontos e que (credo!) é o actualíssimo campeão nacional. Lá se foi a comparabilidade. E o cálculo é simples. O resto, sim, aceita-se: Braga e Santa Clara (derrotas) têm os mesmos pontos e Gil Vicente e AVS – Futebol SAD (empates) distam uns míseros três pontos entre si. O Benfica e o Sporting ganharem a Estoril e Boavista é absolutamente normal. O que não é normal é continuarmos a ter propaganda, em vez de análise rigorosa. Ainda por cima e repito, para cálculos tão simples.
Qu’est-ce que ça donne, ça, dans l’hypothèse où le candidat en question viendrait à l’emporter, qu’est-ce qu’on fait des traîtres, comment est-ce qu’on les traite ?
— BHL
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Não sabeis o que é uma secção de vazão? É muito simples. Trata-se, nem mais nem menos, de
Fonte: InfopédiaA literatura que se debruça sobre a secção de vazão é abundante e, por exemplo, temos aqui esta belíssima divisão de uma secção de vazão em três subsecções:

E há interrogações (“será a secção de vazão suficiente?”), há medidas preventivas (“prevenção das situações de risco de cheias, impedindo a redução da secção de vazão” pdf) e até existe sensatez (“não prejudicar nunca a respectiva secção de vazão” pdf).
“Não prejudicar nunca”, pois é. Não prejudicar nunca. Esta deveria [Read more…]
Mignonne, allons voir si la rose
Qui ce matin avoit desclose
Sa robe de pourpre au Soleil,
A point perdu ceste vesprée
Les plis de sa robe pourprée,
Et son teint au vostre pareil.
— Pierre de RonsardIn these two languages [English and Spanish], phonemic boundaries overlap such that the same acoustic signal corresponds to different phonemes in each of the two languages; conversely, different acoustic signals correspond to the same phoneme across languages.
— Fish, García-Sierra, Ramírez-Esparza & KuhlI don’t have a trunk on my bicycle.
— Douglas Hofstadter***
De facto, Nuno Crato escreve ‘interacção’. Porquê? Porque escreve em português europeu, apesar de, aparentemente, de vez em quando, tentar adoptar o AO90.

Efectivamente, aparentemente. Porque Nuno Crato sabe que *interação mais não é do que uma espécie de repetição nasalada, uma iteração com vogal nasal.
Quanto ao jornal que não aproveita plenamente as vantagens de viver em liberdade, ei-lo de novo a fazer figuras tristes.
Há fatos

Os pássaros quando morrem
caem no céu.
— José Gomes FerreiraFrege’s statement “the concept horse is not a concept” simply means: “the property of horseness is not itself an ascription of a property”; or to put it even more clearly in the formal mode: “the expression “the property horseness” is not used to ascribe a property, rather it is used to refer to a property”.
— John Searle (cf. What Things Really Exist?)
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Efectivamente, o Acordo Ortográfico de 1990 começou a ser adoptado no Diário da República em 2 de Janeiro de 2012 (o dia 1 de Janeiro é feriado) e a circunstância detectada em 2 de Janeiro de 2018 (como, aliás, acontecera exactamente um ano antes) foi a seguinte:

Isto é, a suspensão dos factos mantém-se.
A suspensão dos contactos, por seu turno, encontra-se extremamente activa no jornal da resistência silenciosa. Eis um pequeno exemplo dessa prática tão habitual (os meus agradecimentos ao sempre atento e excelente leitor do costume).

Continuação de um óptimo 2018.
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Como vimos, o jornal da resistência silenciosa em tempos de liberdade evita a adopção do AO90 em notícias do Benfica.

Contudo, o jornal da resistência silenciosa em tempos de liberdade adopta o AO90 em notícias do F.C. Porto, adulterando o nome de uma claque.

Depois de ter reagido à proibição de exibir uma tarja com «O espírito de campeão vive? Apenas nos nossos adeptos», espero que esta claque exija uma retractação ao jornal da resistência silenciosa em tempos de liberdade.

Um longo monólogo, com muitos gestos e fundo musical E o colega com bichinhos carpinteiros. As perguntas que já não se fazem, colocam-se. Uma confusão de pessoas e de nomes. No afã de interromper e de falar por cima, quase saía um cinquenta por cento, em vez de trinta.

O governo da República Portuguesa publica uma nota sobre Educação utilizando uma fotografia de um suposto professor em suposto ambiente de suposta sala de aula com um quadro e giz.
Há quantas décadas desapareceram os quadros e giz das salas de aula na república portuguesa…?
Efectivamente, na KEXP.
Por acaso, já agora… Um dia, estava eu no Castle Howard, a recordar, reviver e revisitar, mas num ambiente pop, quando me apareceram de surpresa. Amanhã, em Bruxelas, voltarei a vê-los e ouvi-los. Com novidades, anunciadas há meses por Alexis Petridis, como “alien offshoot mushroom, going the gym to get slim“, “my dream house is a negative space of rock” ou “when I was a child I wanted to be a horse, eating onions, carrots, celery“. Em princípio, será isto. Veremos.

Segundo EUA e Israel, o Irão está militarmente obliterado. Na realidade, há mísseis iranianos a atingir localidades de Israel (que tem das melhores defesas aéreas do mundo), além da península arábica.
Falta pouco para Trump dizer que acaba esta guerra com um telefonema.
Subida exponencial do preço do petróleo, aumento da inflação e das taxas de juro, perda de poder de compra, perigo de incumprimento nos créditos bancários, tudo em ambiente de forte especulação e de bolha imobiliária. Onde é que eu já vi isto?!
diz Santana Lopes. Pois. Mas só uma pessoa escreveu «agora “facto” é igual a fato (de roupa)». Uma.
Vinícius Jr. “incluiu a Seleção Nacional no lote de favoritos à conquista do Mundial 2026“. Lembrete: ‘selecção’ ≠ ‘seleção’.
Efectivamente, no Expresso: “Enfermeiro nomeado para coordenador da Estrutura de Missão para as Energias Renováveis deixou o cargo quatro dias depois da nomeação ter sido publicada“.
É possível lermos, num artigo de Jorge Pinto, “um partido que defende a política assente na ciência e nos dados” e a indicação “O autor escreve segundo o acordo ortográfico de 1990“? É.
“uma constatação de factos“. Factos? Com /k/? Estranho. Então e o “agora facto é igual a fato (de roupa)“?
“o nosso sentimento e as nossas condolências para com as famílias daqueles que não evitaram a trágica consequência de perder a vida”. Sacanas das pessoas, culpadas de não terem evitado morrer.
Não é Trump always *chicken out (00:31). O verbo é to chicken out, conjugado na terceira pessoa do singular (presente do indicativo), logo, aquele s faz imensa falta. Oh yeah!
Por lá, pó branco, só se for gelo. Como sabemos, o combate à droga é a motivação destas movimentações. A libertação de Hernández foi uma armadilha extremamente inteligente para apanhar os barões da droga desprevenidos.
Oferecer um calendário ou uma agenda a Mourinho. O jogo é na terça…

« Mais vous avez tout à fait raison, monsieur le Premier ministre ! » (1988). Mas, prontos. Voilà. Efectivamente.
Existe uma semelhança entre as pianadas do Lennon no Something e do Tommy Lee no Home Sweet Home.
Moreira, mandatário de Mendes, admite que avanço de Cotrim o levou a não ser candidato a Belém. Júdice, mandatário de Cotrim, votará Seguro na segunda volta.
O “cartel da banca” termina com um perdão de 225 milhões de euros aos 11 bancos acusados de conluio pelo Tribunal da Concorrência. Nada temam!
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