É verdade. Escreveu aquele “agora facto é igual a fato (de roupa)” e nunca se retractou.

Foto:Paulo Novais/Lusa
Expor ao vento. Arejar. Segurar pelas ventas. Farejar, pressentir, suspeitar. Chegar.
É verdade. Escreveu aquele “agora facto é igual a fato (de roupa)” e nunca se retractou.

Foto:Paulo Novais/Lusa
With an eye toward future replication and extension studies, we address a range of conceptual and methodological issues that scholars should further elaborate, expand, and refine.
— Saito et al. (2022)
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A confeção não existe no Brasil. Basta perguntar-lhe, a ele, ao Vocabulário da ABL:

E a confecção?

A confecção existe no Brasil.
No entanto, onde se adopta a escrita em português europeu, por causa daquele “critério fonético (ou da pronúncia)”, inventado em cima do joelho e aplicado às três pancadas, acontece exactamente o contrário, pois debalde procuramos confecção em dicionários com AO90.
Encontramos apenas nos dicionários em português europeu de qualidade, ou seja, sem AO90: [Read more…]
diz Santana Lopes. Pois. Mas só uma pessoa escreveu «agora “facto” é igual a fato (de roupa)». Uma.
“uma constatação de factos“. Factos? Com /k/? Estranho. Então e o “agora facto é igual a fato (de roupa)“?
Pois. Mas ainda não fez mea culpa quanto ao “agora facto é igual a fato (de roupa)“.
sobre as presidenciais. O povo quer é saber a razão pela qual Santana Lopes escreveu “agora facto é igual a fato (de roupa)“. Efectivamente.
“As pessoas têm que estudar mais, têm que saber do que falam” (6:17). Um excelente momento para a jornalista ter retorquido: “ai, sim? — então e o seu agora facto é igual a fato (de roupa)?”

Santana Lopes no canal “Now”, programa “Informação Privilegiada”, 25/11/2024
In categorical perception, discrimination of sounds across a category boundary is easier than discrimination of sounds within a category.
— Boersma & Chládková (2013) (pdf)
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Efectivamente, o dia 12 de Setembro é um dia importante, como são especialmente importantes todos os dias desde 1 de Janeiro de 2012. Qualquer dia, disse isto há uns tempos, o contato e o fato serão a norma europeia — ou aceites na norma europeia, a par do facto e do contacto, ao abrigo das facultatividades e a reboque do erro, patrocinado (nomeadamente) por quem um dia escreveu “agora facto é igual a fato (de roupa)” e justificado (temo o pior) pela frequência de uso. Já dizia o outro: Quia parvus error in principio magnus est in fine.
Fica o apanhado de hoje. [Read more…]
Mantenho aquilo que é o meu direito ao silêncio.
— António Lacerda SalesPelas razões que já referi, não tenho nada a responder.
— Nuno Rebelo de Sousa
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Há deputados incomodados com os silêncios de Lacerda Sales e de Rebelo de Sousa. Todavia, não vejo qualquer deputado incomodado com o permanente silêncio de quem escreveu “agora facto é igual a fato (de roupa)“. É silêncio antigo, mas sem referir razões. No entanto, aparentemente, não incomoda.

Desejo-vos um óptimo fim-de-semana.
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Ça posera un problème pour la Grèce parce que ça n’a pas très bien marché.
— Michel Foucault (2019: 201)
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O actual primeiro-ministro de Portugal, na ausência de comentários de antigos primeiros-ministros desse mesmo país, deveria perder alguns (poucos) minutos a reflectir acerca destes fenómenos: os One Diretion, os Artic Monkeys e o novo álbum de Lenny Kravitz (Blue Eletric Light). Poderia acrescentar os fator issues, mas são contas de outro rosário.

É um problema para Portugal, mas a vista grossa, pelos vistos, é feitio. Exactly. Or should I spell exatly? Mon cœur balance.
Primeira nótula: Hoje, por mero acaso (informático), fui obrigado a estar em casa durante a hora do almoço. Resolvido o problema (e terminada a refeição), liguei o televisor na RTP Internacional, em vez de ir espreitar, alhures, aquilo que se passava no Croácia-Albânia. Ainda bem.
Segunda nótula: Há pouquíssimas horas, para curar um ataque de saudade, pus-me a ouvir o Buddha of Suburbia, do David Bowie, mas na versão feat. Lenny Kravitz… Efectivamente, o Kravitz. Ele há coisas… Adiante. Siga.
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OK. Já agora, como é que ficou aquela história do “agora facto é igual a fato (de roupa)”? Alguém sabe? É para um amigo.
New vision and new language
To camouflage the fall (*)************************
Give me mercy
A new language (**)
— Ian Astbury
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Como me escreve o excelente leitor do costume, eis

Efectivamente.
No meio deste turbilhão, outro excelente leitor enviou-me esta notícia:

Exactamente: pára e redação.
Ou seja, uma redação com pára.
Das duas, uma: ou redacção com pára ou para na redação (credo!).
Tertium non datur.
No sítio do costume, como é óbvio, temos hoje mais do mesmo.
Calma, já lá vamos. [Read more…]
Depois de Santana Lopes ter vindo “esta quarta-feira afastar-se da corrida presidencial”, era ter atalhado imediatamente: «Já que fala nisso, então “agora facto é igual a fato (de roupa)”»?”
Qu’est-ce que ça donne, ça, dans l’hypothèse où le candidat en question viendrait à l’emporter, qu’est-ce qu’on fait des traîtres, comment est-ce qu’on les traite ?
— BHL
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Não sabeis o que é uma secção de vazão? É muito simples. Trata-se, nem mais nem menos, de
Fonte: InfopédiaA literatura que se debruça sobre a secção de vazão é abundante e, por exemplo, temos aqui esta belíssima divisão de uma secção de vazão em três subsecções:

E há interrogações (“será a secção de vazão suficiente?”), há medidas preventivas (“prevenção das situações de risco de cheias, impedindo a redução da secção de vazão” pdf) e até existe sensatez (“não prejudicar nunca a respectiva secção de vazão” pdf).
“Não prejudicar nunca”, pois é. Não prejudicar nunca. Esta deveria [Read more…]
We want to know how these things are organized.
— Noam Chomsky
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Há 14 anos, fui ao Instituto Franco-Português (pdf) denunciar, entre outras coisas, estas transcrições fonéticas do Dicionário da Língua Portuguesa Contemporânea, publicado pela Academia das Ciências em 2001.


Nessa altura, e também mais tarde, chamei a atenção para (e de) autores de Vocabulários Ortográficos “ao abrigo do” AO90 que seguiram cegamente estas propostas (leia-se: imprecisões) de Malaca Casteleiro (1936-2020) & C.ª.
Como o “critério fonético (ou da pronúncia)” é vago e impreciso e a base são dicionários com transcrições fonéticas extremamente discutíveis (leia-se: sem critério), os autores de Vocabulários que seguem, adoptam e servem de base ao AO90 andam por aí ao-deus-dará e o resultado é aquele que acabámos de ver.
Obviamente, o “critério fonético (ou da pronúncia)” da base IV é meio caminho andado para estas aventuras. E, sabe-se lá porquê, subitamente lembrei-me do “agora facto é igual a fato (de roupa)“. Para Santana Lopes, como os jornalistas continuam a deixá-lo andar por aí e sem responder àquelas perguntas que sugeri há cerca de dois meses, tudo continuará a ser igual a fato (de roupa) e ao litro.
Hoje, tendo regressado por uns minutos à interessantíssima leitura da melhor montra do desastre ortográfico em curso, encontrei no Diário da República uma grafia muito mais atractiva do que fatos e contatos. [Read more…]
Mal Santana Lopes desse o flanco («a que eu tinha aventado…»), aproveitava-se e atacava-se: «Por falar em aventado, então, “agora facto é igual a fato (de roupa)”»?
«Ora bem, então, “agora facto é igual a fato (de roupa)”»?
Denunciámos os esquemas de contratações através de avenças de Santana Lopes na Figueira a 4 de dezembro de 2022. Alguma imprensa local publicou o nosso comunicado, como a Figueira TV ou o Diário As Beiras, mas outros houve que pura e simplesmente nos ignoraram. Informalmente, foi-nos comunicado que os editores tinham receio de perder receitas da publicidade institucional da câmara ou de empresas que dela dependem. Também enviámos a denúncia para a Lusa. Na altura, nas redes sociais locais as reações foram mínimas, aqueles que nos atacam furiosamente por tudo e por nada quando criticamos o executivo, desta vez, estavam estranhamente calados, percebemos que houve ordens para não reagir. A estratégia era abafar o assunto. O que é certo é que o assunto esteve perto de ser abafado não fosse a nossa insistência na Assembleia Municipal.
O nosso comunicado de dezembro denunciava a distribuição de avenças a alguns dos seus apoiantes, amigos e companheiros de estrada, sem qualquer justificação plausível. Para a Câmara da Figueira vieram pessoas, de Lisboa a Montemor-o-Velho, que trabalharam anteriormente com Santana Lopes no partido Aliança e no PSD para realizar trabalho para o qual já existe pessoal especializado e com qualidade na própria câmara. Uma das avençadas, Ana Isabel Martins, veio assessorar a vereador da Ação Social, auferindo uma remuneração superior à da própria vereadora. [Read more…]
Antes de Pelé, 10 era apenas um número. Li essa frase em algum lugar, em algum momento da minha vida.
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Santana Lopes, apesar de aparecer imenso na comunicação social portuguesa, continua a não responder ao essencial, que tentarei resumir em três perguntas:

Votos de um óptimo 2023.
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King. Euen as the rockes please them that feare their wracke.
Withhold reuenge deare God, tis not my fault,
Nor wittinglie haue I infringde my vow.
— Shakespeare, Henry VI, Part 3 (Octavo 1, 1595)
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Efectivamente, a faculdade existe e, pior, encontra-se consagrada no Diário da República.

Esta javardice continua e os responsáveis também continuam a fingir que nada disto está a acontecer. Em vez de perderem tempo com “a fita encarnada” de Santana Lopes, perguntem-lhe mas é o porquê do “agora facto é igual a fato (de roupa)“. E aí está o busílis da questão. A culpa, garanto-vos, não é minha. A culpa é dos defensores, promotores e amigos do Acordo Ortográfico de 1990. Exactamente.
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„Sie sind ein Monster!“
„Und Sie sind Anwalt! Niemand ist vollkommen.“
— Dracula
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No tal artigo do “nobody is perfect”, Cavaco grafa 30 de Janeiro. Muito bem. 30 de Janeiro. Lindo menino. Mas Cavaco grafa perspetivas (muito bem, dirá um adepto português do #AO90, muito mal, dirá um homólogo brasileiro e muito mal, direi eu também, obviamente). Cavaco grafa diretamente (muito mal, direi eu, muito bem, dirão os nossos amigos de há pouco). Logo nos primeiros parágrafos do artigo de hoje, Cavaco explica-nos as virtudes do #AO90. Cavaco mandou. Santana cumpriu. Por isso, por haver tanta sabedoria e sensatez, tivemos há uns anos o “agora facto é igual a fato (de roupa)” de Santana. Quod erat demonstrandum. Agora, vou mas é trabalhar.
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“agora facto” NÃO “é igual a fato (de roupa)“.
No entanto, quando Pedro Santana Lopes escreveu «agora facto é igual a fato (de roupa)», o PSD ficou quietinho.
António Mexia, Ministro das Obras Públicas, Transportes e Comunicações do XVI Governo Constitucional, chefiado por Pedro Santana Lopes (é sempre importante recordar estas coisas, que parece que só são tema quando os visados são antigos governantes do PS), posteriormente presidente do conselho de administração da EDP, cadeira à qual chegou exactamente um ano após abandonar funções governativas, que ocupou até Julho de 2020 e da qual foi obrigado a abdicar após ter sido acusado de subornar Manuel Pinho, Ministro da Economia de Sócrates, o seu Assessor, João Conceição, o ex-Secretário de Estado Artur Trindade e o antigo Diretor-Geral de Geologia e Energia, Miguel Barreto, está novamente nas bocas do mundo.
Felizmente – para ele, não para nós – não foi embora de mãos a abanar. E, seguramente, não lhe faltarão recursos para tentar o habitual brilharete das elites quando enfrentam a frágil justiça portuguesa: protelar, protelar e protelar, até à prescrição final. É que, graças ao acordo de cessação de funções e de não-concorrência, assinado com a empresa que geriu durante 14 anos – how convenient is that? – Mexia irá receber qualquer coisa como 800 mil euros por ano (mais uma série de extras, como um generoso seguro de saúde e um PPR gordinho), até 2023. Os valores envolvidos, sublinha a EDP, estão alinhados com “as melhores praticas do mercado”. E o que seria de nós, plebeus economicamente iletrados, sem o mercado e as suas melhores práticas?
When perceiving speech, listeners need to first decode the auditory signal and transform this time-varying input into accurate phonemic representation (Cutler & Clifton, 1999).
— Jinghua Ou & Sam-Po Law (2017)Keep me walking, October road.
— James TaylorFaz quatro anos em Outubro que aderi ao Movimento, disse o Homem. E por acaso, olha, como quase tudo o que me sucedeu na vida.
— António Lobo Antunes, “Tratado das Paixões da Alma“
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Hoje, ao ler estes dois belos nacos de prosa,

não pude deixar de me lembrar de José António Pinto Ribeiro, o ministro da Cultura que lamentava ainda não conseguir escrever fato em vez de facto:
“Ato jurídico” é fácil, agora “fato” em vez de “facto”…
Efectivamente, seguindo o princípio de Pinto Ribeiro, fruto de um deficiente conhecimento do instrumento sobre o qual frequentemente se pronunciou e relativamente ao qual tomou medidas políticas com consequências graves, mutatis mutandis, o redactor das pérolas de hoje no sítio do costume pensará que efetuar e eletrónico são fáceis, agora contatando e contatar em vez de contactando e contactar…
Obviamente, depois de escritas estas linhas, não pude deixar de me lembrar do “agora facto é igual a fato (de roupa)“.
Desejo-vos um óptimo mês de Outubro.
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Contudo, falta-lhe o mais importante. Falta-lhe saber que “agora facto” NÃO “é igual a fato (de roupa)”.
é preciso o fato
—Mário Cesariny
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É verdade que é importante estar atento à cruzada do Governo de Portugal e da Câmara Municipal de Lisboa, em nome do reforço da língua inglesa como língua de comunicação internacional. Todavia devemos continuar a prestar atenção a outros assuntos importantes, como o “agora facto é igual a fato (de roupa)” de Santana Lopes, que continua na ordem do dia no sítio do costume.

Desejo-vos um óptimo fim-de-semana.
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antibióticos. Vejo muito pouca gente preocupada por Santana Lopes ter escrito que “agora facto é igual a fato (de roupa)“.
Physical attraction
It’s a chemical reaction
It’s a physical attraction
Sweet satisfaction
— MadonnaTezeo. Vem a meus braços, fiel amigo, e releva-me o errado conceito, que de ti formei.
— António José da Silva (O Judeu), “O Labirinto de Creta”So when it was time to register for the [Spanish] class, we were standing outside, ready to go into the classroom, when this pneumatic blonde came along. You know how once in a while you get this feeling, WOW? She looked terrific. I said to myself, “Maybe she’s going to be in the Spanish class —that’ll be great!” But no, she walked into the Portuguese class. So I figured, What the hell—I might as well learn Portuguese.
— Richard Feynman
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Há uns tempos, estive para escrever algumas linhas sobre estas intervenções de políticos (do PSD). Naquela altura, uma delas deixara no ar a probabilidade quer de o secretário de Estado da Energia (do PS) desconhecer, por exemplo, a 1.ª Lei da Termodinâmica, quer de essa lacuna o desqualificar para o cargo. Acabei por não escrever as linhas, mas ri-me. Contudo, o meu riso não foi motivado pelos comentários. Antes pelo contrário. Ri-me, isso sim, do ensurdecedor silêncio. O ensurdecedor silêncio dos políticos do PSD, dos políticos portugueses em geral e da população portuguesa activa nos meios de comunicação social e nas redes sociais, aquando do “agora facto é igual a fato (de roupa)“. O “agora facto é igual a fato (de roupa)” foi escrito por quem assinou o Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa de 1990 em nome da República Portuguesa. Exactamente. O silêncio cúmplice mantém-se até hoje.
No que diz respeito ao [Read more…]

Um longo monólogo, com muitos gestos e fundo musical E o colega com bichinhos carpinteiros. As perguntas que já não se fazem, colocam-se. Uma confusão de pessoas e de nomes. No afã de interromper e de falar por cima, quase saía um cinquenta por cento, em vez de trinta.

O governo da República Portuguesa publica uma nota sobre Educação utilizando uma fotografia de um suposto professor em suposto ambiente de suposta sala de aula com um quadro e giz.
Há quantas décadas desapareceram os quadros e giz das salas de aula na república portuguesa…?

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É verdade. Escreveu aquele “agora facto é igual a fato (de roupa)” e nunca se retractou.

Foto:Paulo Novais/Lusa
The Guardian. O que interessa é a arte, a arte, a arte!

(Foto de Francis Goodman/Getty Images)
Segundo EUA e Israel, o Irão está militarmente obliterado. Na realidade, há mísseis iranianos a atingir localidades de Israel (que tem das melhores defesas aéreas do mundo), além da península arábica.
Falta pouco para Trump dizer que acaba esta guerra com um telefonema.
Subida exponencial do preço do petróleo, aumento da inflação e das taxas de juro, perda de poder de compra, perigo de incumprimento nos créditos bancários, tudo em ambiente de forte especulação e de bolha imobiliária. Onde é que eu já vi isto?!
diz Santana Lopes. Pois. Mas só uma pessoa escreveu «agora “facto” é igual a fato (de roupa)». Uma.
Vinícius Jr. “incluiu a Seleção Nacional no lote de favoritos à conquista do Mundial 2026“. Lembrete: ‘selecção’ ≠ ‘seleção’.
Efectivamente, no Expresso: “Enfermeiro nomeado para coordenador da Estrutura de Missão para as Energias Renováveis deixou o cargo quatro dias depois da nomeação ter sido publicada“.
É possível lermos, num artigo de Jorge Pinto, “um partido que defende a política assente na ciência e nos dados” e a indicação “O autor escreve segundo o acordo ortográfico de 1990“? É.
“uma constatação de factos“. Factos? Com /k/? Estranho. Então e o “agora facto é igual a fato (de roupa)“?
“o nosso sentimento e as nossas condolências para com as famílias daqueles que não evitaram a trágica consequência de perder a vida”. Sacanas das pessoas, culpadas de não terem evitado morrer.
Não é Trump always *chicken out (00:31). O verbo é to chicken out, conjugado na terceira pessoa do singular (presente do indicativo), logo, aquele s faz imensa falta. Oh yeah!
Por lá, pó branco, só se for gelo. Como sabemos, o combate à droga é a motivação destas movimentações. A libertação de Hernández foi uma armadilha extremamente inteligente para apanhar os barões da droga desprevenidos.
Oferecer um calendário ou uma agenda a Mourinho. O jogo é na terça…

« Mais vous avez tout à fait raison, monsieur le Premier ministre ! » (1988). Mas, prontos. Voilà. Efectivamente.
Existe uma semelhança entre as pianadas do Lennon no Something e do Tommy Lee no Home Sweet Home.
Moreira, mandatário de Mendes, admite que avanço de Cotrim o levou a não ser candidato a Belém. Júdice, mandatário de Cotrim, votará Seguro na segunda volta.
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