A Mariana Mortágua mentiu no debate contra Montenegro. No dia seguinte, confrontada com a descabelada aldrabice, voltou a mentir. Hoje, a revista Sábado desmascarou a Mariana. Ficou provado que esta não é diferente do outro. É por isso que a Mariana “venturou”. Não temos pena.






Mariana Mortágua faz aquilo que todos os políticos fazem, e ela não é excepção, mentir quando lhe dá jeito. No mínimo exagerar.
Montenegro também mentiu sobre o corte das pensões de Costa, ainda que este tenha arranjado para ali uma contabilidade a dar-lhe jeito. Mas não cortou. Empurrou sim com a barriga para a frente, a ver no que dava o déficit. Só depois abriu os cordões à bolsa.
Tal como Pedro Nuno Santos e Montenegro mentem quando dizem que vão repor o tempo de serviço dos professores, em quatro ou cinco anos, ou aumentar os polícias com um subsídio de risco, num valor similar ao da PJ. Como é que eles sabem que o crescimento económico pode sustentar mais essa despesa?
Só um néscio vota nestes gajos com base nas promessas que fazem. As pessoas votam por exclusão de partes. As pessoas votam pelo mal menor. Por aqueles que, mesmo mentindo aqui e acolá, não lhes reviram a vida do avesso, como aconteceu entre 2011 e 2015.
O engraçado destas eleições é percebermos se o trauma já se dissipou ou não. Se o PS voltar a ganhar, mas não formar maioria com os restantes partidos da esquerda no parlamento, estamos perante um sinal de esvaziamento do trauma. Se toda a esquerda conseguir aguentar o barco, ganhando, é sinal que o trauma ainda está latente.
Não é por acaso que Passos Coelho está fora desta campanha. Aparece o jarreta do Cavaco, mas o antigo PM está ausente.
A maioria dos votantes do Chega, não acredita patavina naquilo que Ventura diz. Acha-o até um aldrabão. Mas vota nele para criar uma espécie caos. Tentar destruir os equilíbrios entre o centro direita e o centro esquerda, que em abono da verdade foram durante 50 anos, o Poder neste país. E votam neles porque se sentem empurrados para fora do sistema. Esquecidos. Marginalizados. O voto no Chega é um voto contra a globalização.
Mortágua mente, mas o engraçado é estarem tão preocupados com a “avozinha do capuchinho vermelho”, quando temos aldrabices bem mais graves.
A avó da Mariana não me tira a sono. Já o Andrezinho deixa-me a pensar, no mínimo, como se pode governar um país, ficando refém das suas agendas populistas.
Mariana Mortágua, em todo o rigor, não mentiu. O que ela disse foi apenas que a avó ficava a tremer de medo quando recebia uma carta do senhorio. Não disse, de nenhuma forma explícita, por que motivo a avó tremia de medo – somente disse que ela tremia.
Ora, é razoavelmente normal que um inquilino trema de medo quando recebe uma carta do senhorio, tal como é normal que um contribuinte trema de medo quando recebe uma carta das Finanças. Todos têm medo de que essa carta possa trazer algo de mal, ainda que não saibam, com precisão, qual o mal que pode trazer e ainda que não tenham, de facto, nenhuma culpa na consciência.
Para qualquer inquilino, o senhorio ideal é aquele que não interfere nada na vida do inquilino – que não aparece para ver a casa, que não manda cartas.
Até um liberal é capaz de lá chegar quando não está interessado em clubite. Ou, melhor dizendo, é capaz de não confundir o que ouviu com o que dá jeito ter ouvido.
A Mortágua disse o óbvio, o medo de despejo com a alteração da lei levou a mais estados de pânico a qualquer inquilino, e a direita continua a achar que ainda não chega. O resto é fazer de conta.
Até o balio percebeu!
E depois de tantas mentiras ditas por Pedro Nuno Santos, Luís Montenegro ou André Ventura, a avó da Mariana é, de facto, a menor das “mentiras”.
Balio
“Ora, é razoavelmente normal que um inquilino trema de medo quando recebe uma carta do senhorio, tal como é normal que um contribuinte trema de medo quando recebe uma carta das Finanças. ”
Exatamente. Qualquer adulto sabe isso ou tem obrigação de saber. Só os pós adolescentes como o senhor de Sá, desconhece.
Mas se a múmia cavaca entro na “guerra eleitoral”, nada de estranhar que os estes aficionados entrem também
A Mariana deve estar a incomodar os liberocas
A doutrina dos coitadinhos tem suas exigências… e gostava tanto da vóvó!
Estás a ser marrano e já me chegam os de israel
Coitadinho do Menos! Sofre tanto com a amargura alheia! É um dó, coitadinho!
Não me obrigues a ir buscar a mota para te pôr a fugir.
A maldade dos senhorios debe de ser denunciada.
Gente que em bês dir pra Cuncun poupa dinheiro para aumentar a reforma com rendas, num pode ser gente boa!
Pois!
Foi assim que o Menos se tornou senhorio.
Guardou o Cuncun para o ir dando por cá. E poupou que se fartou!
Sempre te puxa para esse lado…
Pois não se preocupe Vosselência.
Nunca me soou a grade coisa o “Cuncun”. Prefiro outros destinos.
Esteja à vontade e siga na poupança!
Os donos da maioria, obviamente, fazem ambos. Até porque uma boa parte cada vez maior são fundos e bancos.
Mas também, na verdade, com mera meia renda para pagar viagem e estadia, percebe-se a compatibilidade nas contas.