
Entretanto, na Madeira, Gonçalo da Câmara Pereira aproveita um momento de distracção dos carcereiros e consegue escapar ao cativeiro.
“Durante 10 anos, fui contratado para ser um machista na televisão, nos programas do Goucha, e transportaram isso para a política.”






Se profissão requerer fado, machismo e cheiro a cavalo, pode o homem ter razão.
Mas obviamente a cambada vai precisar de arvorar o feminismo que nega que quem tem, tem uma quinta!
PS: na quinta de um meu tio havia uma caseiro que hoje seria um modelo de machista.
Um fim de tarde entrei na casa dele, estava ele a pôr batatas para cozer num pote que estava ao lume da lareira; entretanto a mulher, no andar de cima, prégava em tom que nem se percebia o que dizia.
O homem, pensativo, diz-me: a mulher é um bicho esquisito:
Chora sem ter razão
Mija sem pôr a mão
E fde sem ter tsão!
Isso nem é machismo, é só preguiça mental.
Pois compreende-se, finalmente…
A razão da profundidade de pensamento de JgMenos.
A família contratava verdadeiros filósofos como caseiros (*)!
Já repararam no pormenor deste colossal relato que é “O homem, pensativo, diz-me…”?
Confere!
(*) E não só! A costureira era doutorada em Psicanálise e o Mordomo em Cirurgia do Intestino Grosso. Para só mencionar esses dois!
JgMenos
Podes ser um saudosista, mas pelo menos não és de certeza da geração de merda.
Isso era uma boca ordinária que se dizia há 50 ou 60 anos.
E provável que alguns pós adolescentes não conhecessem