Diz-se anti-sistema, mas acobarda-se contra os donos disto tudo.
Diz-se contra as elites, mas é financiado por algumas das maiores fortunas do país.
Diz-se contra corrupção, mas enche o peito para anunciar um vídeo de apoio de Viktor Orbán, um dos políticos mais corruptos da Europa.
Diz-se implacável contra os criminosos, mas tem vários condenados nas suas listas.
Diz-se um homem do povo, mas passou a campanha fechado em salões, longe da rua.
Diz que o PSD é uma prostituta, mas suspira por um acordo com Montenegro. Ou com outro qualquer que o queira.
Diz que vai cortar tudo o que é imposto, subir tudo o que é salario e pensão, mas não diz aos eleitores que isso rebentaria com as contas públicas.
Diz-se transparente, mas as contas do seu partido estão sob suspeita de várias ilegalidades.
Diz-se a favor da Ucrânia, mas garante que a sua principal referência política na Europa é Salvini, um boy de Vladimir Putin.
Diz-se herdeiro dos valores ocidentais, mas integra a falange que quer destruir a democracia liberal.
Diz-se cristão, mas propaga o ódio contra os mais vulneráveis.
André Ventura diz tudo, diz o seu contrário e, mesmo assim, acaba quase sempre a mentir.
É o grau zero da política portuguesa.






E se tudo isso é financiado por quem a tal de democracia liberal quer que tenha dinheiro e poder, como é que pode ser anti-sistema ou destruí-lo?
A inquietação dos esquerdalhos é um consolo para quem está farto de aturar a cambada!
Um velho Salazarento a apoiar um neo nazi.?
Confere
Disso nunca te vais safar, até porque os resultados continuarão a ser cada vez mais incompreensíveis para gente séria.
«…valores ocidentais…democracia liberal…»
O liberalismo só traz desemprego, pobreza, miséria, fome, desigualdades, barbárie, genocídio, racismo, xenofobia, caos, crises económicas, crime, narco-tráfico, e desumanização, aos Países que aplicam esse sistema:
https://allkindsofhistory.files.wordpress.com/2021/05/twopeny-hangover-likely-reconstruction.png?w=1400&h=
“Só” é francamente exagerado, ou não estaríamos num computador a escrever coisas uns aos outros. Que liberdade, para quem, e a que custo, é que é sempre variável.
Olhe, já não sei, em termos de credibilidade; vi um excerto de Rui Rocha no jornal que é suposto ajudá-lo, e aquilo é duma pobreza atroz. Pode-se cortar porque a lição nº1 do MBA é que há sempre por onde cortar, não é preciso estudar, entender, perguntar a ninguém, é assim e pronto.