O caso do prato alugado

Do alto da sua preocupação e gentileza para com a sua filha, a minha sogra pegou na minha desempregada mulher e, para a animar, levou-a num passeio pela Baixa portuense com o nosso miúdo. Chegada a hora, eis que a família entra numa das mais prestigiadas e conhecidas confeitarias da belíssima zona da Invicta.

Como é óbvio, não comendo o mesmo que um adulto, o nosso miúdo de quase 3 anos come do prato dos pais… a mãe, com inocência, pede ao empregado um prato e uma colher para colocar em tal objecto de cerâmica um pedaço para tirar a fome do petiz.
Chega a conta… olha-se, discute-se sempre o preço das coisas mas este talão traz uma novidade que se estranha: «1 Prato adicional: 1,50€»! Como a minha sogra e a minha mulher ainda não endoideceram, perguntam quem consumiu tal prato adicional… a resposta: «Minha senhora, pois… corresponde ao prato que pediu para colocar um bocado do seu bacalhau para o menino»!

Pois bem, eis então que 1,50€ é o preço do aluguer da cerâmica, taxa de utilização e limpeza…

Incerto sobre a legalidade da “coisa”, tenho a certeza, porém, que este estabelecimento do comércio tradicional acaba de perder mais 4 fregueses.

Ex-cliente de um confeitaria portuense devidamente arrependido

pedófilos, serão os romanos apenas?

uma criança martirizada pelos seus adultos

A pedofilia não é prática exclusiva dos sacerdotes romanos de Boston…nem dos do Norte de Portugal…nem dos Bispos de Roma. É uma actividade generalizada de tempo imemorial. Em maus lençóis anda metida a fé dos católicos, com um Ratzinger ou Bento XVI, a não saber o que fazer! Adultos, guardai-vos dos vossos contemporâneos simpáticos…!

Romanos, conforme os Cânones 1, 2 e 8 do Código de Direito Canónico de 1983, são todos aqueles que dizem pertencer à Sé Apostólica ou Igreja chefiada pelo Bispo de Roma ou Romano Pontífice, definido pelo Cânon 330 do mesmo Código.

Ele, como todos os Sacerdotes ou pastores de almas, de acordo com o Cânon 542, estão obrigados à castidade, definida pelos artigos 915, 1632, 2053, 2337 e seguintes e 2374 e seguintes, do Catecismo da Igreja Católica, promulgado em 1992 por Karol Wojtila ou Joannes Paulus Secundus, Servo dos Servos de Deus. Infante é

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o tsunami das perversões

o comércio de certos países asiáticos

Lembranças do farmacêutico da Parede

O nosso costume era parar na rua e falar vários minutos sobre os factos do dia. Curto, breve, ético, directo. Sem vergonha na opinião. Fugindo do julgamento da praça pública. Minutos curtos por não poder, o Senhor Farmacêutico, manter-se em pé muito tempo devido às suas pernas: passava dos 90, mas desde os 80, com memória em excelente estado, tinha opinião para tudo. Durante os últimos três anos, a ética do nosso País andou abalada, e as suas palavras não permitiam opiniões divergentes, atitude que me fazia, que me ensinava. Especialmente, acerca das perversões que iam acontecendo. Até ao dia de não podermos falar mais, nem eu me inspirar nas suas opiniões, essas ideias educativas. Retiradas da sua experiência de vida, de criar filhos, opinar com netos e ouvir bisnetos. Um processo educativo, como gosto de denominar. Um dia, o Farmacêutico não estava mais. E não foi possível comentar a tragédia que nesses dias de Dezembro de 2004, passei a viver: eu estava fora do País, ele tinha entrado na eternidade.

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O poder político que nos devia orientar, domina-nos

sítio de debate dos representantes do povo

Artigo3.º

Soberania e legalidade

1. A soberania, una e indivisível, reside no povo, que a exerce segundo as formas previstas na Constituição.

2. O Estado subordina-se à Constituição e funda-se na legalidade democrática.

3. A validade das leis e dos demais actos do Estado, das regiões autónomas, do poder local e de quaisquer outras entidades públicas depende da sua conformidade com a Constituição.

Deve ser o desejar lembrar-me a mim próprio, esse adágio que nos orienta: em minha casa mando eu; e este ensejo de citar, mais uma vez, a Constituição da República Portuguesa. Faz-me bem ler o artigo 3º, ideias que vêm da Declaração da Independência das Colónias Inglesas no Novo Continente, redigida por Thomas Jefferson como a Declaração da Independência dos Estados Unidos, aprovada pelo Congresso Continental em 4 de Julho de 1776, tem estampada no seu texto o génio de Thomas Jefferson, ao começar com estas palavras: Quando, no curso dos acontecimentos humanos, se torna necessário a um povo dissolver os laços políticos que o ligavam a outro, e assumir, entre os poderes da Terra, posição igual e separada, a que lhe dão direito as leis da natureza e as do Deus da natureza, o respeito digno para com as opiniões dos homens exige que se declarem as causas que os levam a essa separação. [Read more…]

"Vergonhosos abusos sexuais de menores"

Vergonhosos abusos sexuais de menores

 Com este título, li ontem no JN, o artigo de Rui Osório. Nele, ele diz que Bento XVI pede contas a responsáveis da Igreja Católica da Irlanda sobre a “dolorosa situação” das crianças vítimas da pedofilia de padres e de religiosos.

 Diz ainda que os bispos pediram perdão: “Nós, bispos, pedimos perdão a todos aqueles que sofreram abusos dos padres quando eram crianças, ás suas famílias, a todas as pessoas que estão justamente escandalizadas”. “Estamos profundamente chocados com a amplitude e perversão dos abusos como foram descritos no relatório”.

 Continua, dizendo que o núncio apostólico na Irlanda pediu perdão por “todo o erro”que possa ter sido cometido pelo próprio Vaticano, apresentando desculpas. [Read more…]