Querido diário com eles no sítio
Anda a esquerdalhada flotilhesca toda excitada com a saída do Gabriel Mithá Ribeiro, que, ainda por cima, anda a dizer mal do nosso André.
É preciso analisar a situação com testosterona e voz grossa. Começo por dizer que nunca gostei muito do dito Gabriel, porque Ribeiro ainda vá, mas Mithá é mesmo nome de quem quer violar as nossas mulheres e dançar mapiko, porque é preciso não esquecer que o Gabriel nasceu em Moçambique.
É verdade que, quando nasceu, Moçambique ainda pertencia ao país certo, mas depois resolveu sair do império português, para desgraça de todos os criados que tinham a sorte de servir os portugueses em África. O próprio Gabriel teve o desplante de estudar e de tirar um curso em vez de ficar para mainato.
Além disso, o Mithá (para mim, deixou de ser Ribeiro e está quase a deixar de ser Gabriel) não é certo: primeiro, o racismo tinha acabado; depois, disse que o racismo tinha voltado. Durante algum tempo, dizia que o nosso André era o maior, agora diz que é tóxico e narcísico, como os esquerdalhados costumam dizer, tudo palavras que até fazem um gajo começar a cantar músicas da Gloria Gaynor, não é como o nosso André, que amava tão masculinamente a sua coelha Acácia.






Haqui á cualequére cuoisa que naum fache centidu… Nesta izquerita naum ei chegana!
Afinal o Mathathá…
Foi muito esperto! Aproveitou as horas que era obrigado a passar sentado à escrivaninha lá na sede da Irmandade do Quarto Pastorinho para escrever um livro intitulado “Teoria da Líder Predador Narcísico Incurável Que Vai Piorar Se Governar” que o Venturoso Quarto Pastorinho leu sofregamente rindo desbragadamente até ter sido avisado pela Virgem Matias que o protagonista era ele.
Há um tempo para ganhar poder e um tempo para o exercer.
Diferente tempo, diferentes métodos.
… e a esquerdalhada a tornar-se irrelevante é pressuposto de um tempo de efectiva governança.
E em que década é que devemos esperar que deixem de haver desculpas sobre a esquerda practicamente irrelevante? Para meter no calendário dos jovens portugueses que ainda sonham com luxos como filhos e propriedade.
Pois, pois, tem que se ir com calma!
Nada de precipitações que poderiam ser fatais! Ponham os olhos na gloriosa época salazaresco-marcelesca, quando o desenvolvimento do país avançou a passos seguros.
Sim, firmes! Lerdos, mas sólidos!
E foi justamente três semanas antes de nos tornarmos uma nova Suíça que deu um ataque de impaciência à malta das fardas que deu cabo disto tudo!
Estão a ver no que dão as pressas?