Extrema-Inflação

Pode ser uma imagem de texto que diz "CUSTODE DE VIDA Combustíveis fazem taxa de inflação disparar para oS 2,7% em março 1 SSWIS CRISEENEAGÉTICA CRUSE Linfemixina รฟ่ทุณปิว4 LoE GASOLINA GASÓLEO GASÓLEO Puchan Cacho Ruchas 25iBros M2A222 A taxa de inflação de março já efletiu subida dos produtos energéticos, fruto da crise no Médio Oriente Horacio Villalobos Getty Images"

Não é culpa dos impostos.
Não é culpa dos wokes.
Não é culpa do Estado.
Ou da comunicação social.

Também não é culpa do socialismo, que para alguns académicos da Ventura School of Palermonics é tudo o que não seja a direita mais radical ou extrema.

Mas sim, a inflação que dispara tem dedos no gatilho.

Os dedos de Donald Trump, de Benjamin Netanyahu e de todos os líderes internacionais que apoiam mais um acto de terrorismo de Estado, que se está nas tintas para libertar quem quer que seja, como se viu na Venezuela. Terrorismo esse que, incapaz de derrubar o regime iraniano, derruba as condições de vida, as finanças e a segurança do cidadão comum.

E sim, o cidadão comum és tu.
E eu.
E os nossos pais, mães, filhos e irmãos.
A maioria de nós, para ser mais concreto.

A nossa vida, no geral, vai piorar bastante por causa desta guerra.

E nem vamos falar na vida do iraniano comum, do israelita comum, do jordano, do qatari ou do saudita. Ver bombas a passar, e algumas a cair, todos os dias, não é algo que alguém queira para a sua vida.

Mas sem descentrar, importa constatar o óbvio, todos os dias, para memória actual e futura: a crise económica que vivemos é o resultado das políticas e opções da extrema-direita. E não há surpresa nenhuma aqui. Nunca uma governação de extrema-direita produziu outra coisa que não fosse pobreza, miséria, censura, corrupção, guerra e morte. E mesmo que mude ligeiramente o cheiro, a merd* é sempre a mesma.

Comments

  1. Dá muito jeito culpar a extrema-direita, quando se branqueia e desculpabiliza os crimes do imperialismo do alto do pedestal, porque ao menos levamos uma espécie de democracia e de livre comércio que nos permite viver sobre os proveitos do imperialismo com justificações pseudo-intelectuais.
    O que realmente chateia o liberal não é o carácter genocida do imperialismo, é o cair da justificação de levar a civilização aos bárbaros. Tão preocupado com uma aparência de democracia, e nada diz sobre sistemas impostos para que não funcionem (Líbano), ou para que sejam aprovadas e controladas por fora (Kosovo, Iraque), ou onde são canceladas eleições porque não se gosta (Roménia), ou onde é tudo opaco e à porta fechada (UE), para nem falar da interferência estrangeira de bem do capital por todo o lado. Muito preocupado com os direitos humanos, e nem uma palavrinha sobre os protestos no Bahrain com direito a intervenção militar Saudita, ou sobre os pogroms do homem que trouxe a paz e a liberdade à Síria. Não, aí já não é preciso mudar de regime à bomba, à condenação à fome, ou à pirataria.

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