Importa-se de repetir?

Imagem: Internet. Observador.

“Eu tenho que dizer isto. Passaram por aqui todos aqueles que me tentaram abater politicamente. Que tentaram, a partir do gabinete do Presidente da Assembleia Municipal [Albino Almeida], orquestrar uma estratégia de destruição pessoal do Presidente da Câmara para perder as eleições no ano seguinte [Outubro de 2017], e pior do que isso, para trazer de volta o Dr. Menezes.”

15 de Junho de 2018, Eduardo Vítor Rodrigues, Presidente da Câmara Municipal de Vila Nova de Gaia.
Declarações, devidamente registadas, proferidas em audiência do julgamento realizado no Tribunal Judicial de Vila Nova de Gaia, onde foi condenado, por sentença de 7 de Novembro de 2018,  pelo crime de Difamação com publicidade e calúnia.

Albino Almeida, Presidente da Assembleia Municipal de Vila Nova de Gaia. Imagem: Expresso.

Os métodos do PS Porto e a memória da PIDE II

Declaração de voto de Cláudia Soutinho, membro da Comissão Federativa de Jurisdição do PS Porto

“Não me revendo na argumentação, na conclusão e na proposta de decisão relativa ao processo disciplinar instaurado contra o militante Bruno Santos na sequência de queixa apresentada pelo camarada Eduardo Vítor Rodrigues, voto contra a proposta de expulsão. 

Na verdade, entendo que os factos relatados consubstanciam um delito de opinião e não uma violação dos deveres de militância em sentido estrito plasmados, quer nos Estatutos, quer no Regulamento Processual e Disciplinar do Partido Socialista. Ainda que algumas declarações do Arguido possam ser passíveis de procedimento criminal pela forma como foram proferidas, julgo que é nessa sede que devem ser avaliadas e não em sede disciplinar de militância. O Arguido emitiu opiniões sobre decisões do camarada Eduardo Vítor Rodrigues enquanto Presidente da Câmara o que não é inédito dentro de um partido plural e democrático como o PS. Por outro lado, as testemunhas relatam como sendo factos ocorrências que carecem de prova e que não são, por nenhum outro meio de prova que não a testemunhal, confirmadas ao longo de todo o processo.

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A política como dejecção moral

Num miserável e infame Despacho de Acusação, digno da mais persecutória polícia política, a Comissão Federativa de Jurisdição da Federação Distrital do Porto do Partido Socialista, Federação cujo vice-presidente é o actual presidente da Câmara de Gaia, Eduardo Vítor Rodrigues, acaba de propor, como eu já aqui tinha antecipado, a minha expulsão do PS.

Uma das acusações infames nas quais a Comissão Federativa de Jurisdição baseia essa sentença de expulsão, é a de eu ter sido um “agente comercial” ao serviço da República Popular da China, enquanto exerci funções na Câmara Municipal de Vila Nova de Gaia.

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O Prémio

Albino Almeida fazendo a sua assinatura com a mão direita

Albino Almeida, presidente da Assembleia Municipal de Vila Nova de Gaia, foi eleito Presidente da Associação Nacional das Assembleias Municipais (ANAM). Trata-se de um adequado prémio para o espinhoso e abnegado trabalho que vem desenvolvendo no município de Gaia.
Por ocasião do primeiro Congresso da ANAM, Albino Almeida teve oportunidade de prestar declarações curiosas. Disse assim:

“As assembleias querem ter mais poder, condições efectivas para evitar que os autarcas tenham de ir justificar o que fizeram aos tribunais, onde a maior parte dos casos não tem consequências”.

Não é possível adivinhar se as palavras do ex-presidente da CONFAP constituem uma crítica ao sistema de Justiça, ou se, pelo contrário, à Constituição da República Portuguesa, documento no qual não é possível identificar nenhum Artigo que coloque os autarcas acima dos outros cidadãos, no que ao cumprimento da lei diz respeito. E isto aplica-se ao próprio Albino Almeida que, no caso de cometer algum crime, irá, como qualquer outro português, responder por ele no sítio e no tempo certos. Certas coisas demoram, mas nem sempre falham.

No poupar é que está a perda: o fim do Segundo Ciclo

Neste texto, o Paulo Guinote comenta uma notícia saída no Correio da Manhã de ontem, em que Manuel Pereira, presidente da Associação Nacional de Dirigentes Escolares, e Albino Almeida, presidente da Confederação Nacional de Associações de Pais, defendem que o Segundo Ciclo deva ser fundido com o Primeiro, de modo a evitar, entre outros problemas, o trauma das crianças de passam da monodocência para a pluridocência, trauma esse que é, apenas, mais um mito urbano.

A verdade é que estes e outros senhores querem, apenas, ajudar a encontrar mais uma maneira de diminuir a massa salarial, o que, em si, não seria negativo se não fosse feito à custa do desenvolvimento do país. No fundo, fazem parte da Escola Pires de Lima.

Sobre este assunto, já escrevi isto. Para pensar mais um pouco sobre este tema, está aqui uma proposta interessante.

 

O Pai da Nação acordou

Ao fim de quatro anos amantizado com o lurdesrodriguismo, o Pai da Nação, Albino Almeida, acordou. Terá finalmente percebido que o único objectivo das políticas educativas de José Sócrates passam, no final de contas, pela poupança de dinheiro. Eles não querem saber de mais nada.
Foi o caso dos Mega-Agrupamentos que o fez acordar de uma longa letargia, algo que nem o encerramento indiscriminado de escolas conseguira. Denuncia até pressões de organismos regionais para que não levante grandes ondas.
Antes tarde que nunca, dir-se-á, e é bem verdade. Sempre é um apoio para tentar travar mais este disparate do Governo.
E Isabel Alçada, por onde anda?

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