
criança que tenta flutuar sobre o genocídio que sobre eles, generam os seus adultos
http://www.youtube.com/results?search_query=Beethoven+F%C3%BCr+Elisen&aq=f
Não sou adivinho. Apenas observo o que acontece no mundo. E tremo de indignação.
Gostava de ver risos, notícias de que a vida está menos cara, saber que foi editada uma nova versão de uma obra de Bach, que o leite já não é caro, que se ganha mais, que baixou a inflação, aumentou o Produto Interno Bruto, o PIB. Que não é apenas o Presidente Chávez da Venezuela a recuperar o cargo, ou que a Rainha-mãe da Grã-bretanha, esse exemplo de vida cuja história me agrada ler, pregou um grande susto ao Fascismo na Segunda Grande Guerra.
Mas sabe o leitor que ando sempre a tocar os sinos para chamar a atenção sobre o sentir das crianças. Escrevi, em Setembro de 1999, um conjunto de ideias sob o título Crianças, os senhores do mundo esmagam os fracos. Em Fevereiro de 2000, tentei chamar a atenção para um debate político (socialista/ capitalista), no qual é usada uma criança, através do texto Prostituição das crianças. Devuelvan-nos al niño, no dia em que Elias González foi o centro do debate entre Cuba e USA. Debate que levou a que o meu artigo fosse publicado, em castelhano, em Espanha e na América Latina. Em Janeiro de 2001 escrevi As ditaduras e o saber das crianças. Tinha visto os filmes de Spielberg A lista de Schindler, e La Amistad, ou O império do sol; bem como o de Roberto Benigni A vida é bela e o de John Irving: Regras da casa.






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