Cancro da Mama, um dos grandes flagelos do século XXI.

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Uma excelente notícia, sobretudo para as mulheres, mas também para as famílias que têm no papel da ” Mãe ” o seu grande pilar e equilíbrio. As famílias que passaram por isto percebem e sabem bem do que falo.

Mudar o mundo todo, uma pessoa de cada vez

A utopia é um elemento essencial da nossa identidade porque no dia em que  o sonho deixar de estar presente, o caminho para o amanhã desaparece também. No entanto, a utopia tem que ser um sonho que se materializa nas práticas diárias, nas opções que vamos fazendo a cada momento.

Malala é uma menina que faz a sua parte e que procurava, na sua comunidade, fazer a diferença.

“Um aluno, um professor, um livro e uma caneta podem mudar o mundo. A educação é a única solução. Educação primeiro”

Esta VERDADE apresentada por Malala na ONU leva-me para um terreno absolutamente oposto ao de Nuno Crato e dos seus seguidores. A aposta na Educação é um valor entendido até nos territórios mais deprimidos do nosso planeta, enquanto por cá um grupo de boys parece comprometido com o fim da escola pública. A jovem Paquistanesa além da defesa da Educação enquanto valor global, apresenta como urgente a formação das mulheres. [Read more…]

A procura do luto

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Los fuzilamientos del 3 de Mayo no Madrid Bonapartista. Como os do Chile entre 1974 e 1989, que Sónia Ferreira estudou no sítio, orientada por mim.

Há lutos e lutos. Pela perda de um ser querido, por salvar à Pátria, por se rebelar contra militares assassínios, como no caso do Chile, que Sónia Ferreira estudou, com profunda tristeza, acompanhando as viúvas e mães que não conseguiam encontrar maridos e filhos. Tinham sido assassinados mas não perdiam a esperança… [Read more…]

a globalização do genocídio das crianças

criança que tenta flutuar sobre o genocídio que sobre eles, generam os seus adultos

http://www.youtube.com/results?search_query=Beethoven+F%C3%BCr+Elisen&aq=f

Não sou adivinho. Apenas observo o que acontece no mundo. E tremo de indignação.

Gostava de ver risos, notícias de que a vida está menos cara, saber que foi editada uma nova versão de uma obra de Bach, que o leite já não é caro, que se ganha mais, que baixou a inflação, aumentou o Produto Interno Bruto, o PIB. Que não é apenas o Presidente Chávez da Venezuela a recuperar o cargo, ou que a Rainha-mãe da Grã-bretanha, esse exemplo de vida cuja história me agrada ler, pregou um grande susto ao Fascismo na Segunda Grande Guerra.

Mas sabe o leitor que ando sempre a tocar os sinos para chamar a atenção sobre o sentir das crianças. Escrevi, em Setembro de 1999, um conjunto de ideias sob o título Crianças, os senhores do mundo esmagam os fracos. Em Fevereiro de 2000, tentei chamar a atenção para um debate político (socialista/ capitalista), no qual é usada uma criança, através do texto Prostituição das crianças. Devuelvan-nos al niño, no dia em que Elias González foi o centro do debate entre Cuba e USA. Debate que levou a que o meu artigo fosse publicado, em castelhano, em Espanha e na América Latina. Em Janeiro de 2001 escrevi As ditaduras e o saber das crianças. Tinha visto os filmes de Spielberg A lista de Schindler, e La Amistad, ou O império do sol; bem como o de Roberto Benigni A vida é bela e o de John Irving: Regras da casa.

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