Os bons, os maus e o comboio

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Dou por mim parado na estação de Coimbra B e recordo-me do dia em que vi, pela primeira vez, o João José Cardoso. O João José, a Noémia e o Ricardo, a Carla e o petiz, o Dario, o Orlando e o Nabais e acho que, do pouca-terra que partira de Campanhã, éramos estes. Em Coimbra, naquele belo tasco forrado a retalhos de individuais de papel, com palavras de ordem e devaneios boémios, conheci mais uns quantos. Se a memória não me trai estava lá o Valada, a Eva, o Jorge e o Fernando, que chegou mais tarde. Um dia bem passado, bem regado e de pança cheia. Um raro dia de convívio em que ocupamos o mesmo espaço físico, não descurando todos os dias em que nos encontramos, virtualmente, para arquitectar conspirações, parvoíces e coisas sérias. [Read more…]

Ouvido numa Sala de Espera

OLYMPUS DIGITAL CAMERAApanhado por aí:
“As coisas absurdas que se ouvem numa sala de espera em Coimbra B:

Homem ao telemóvel: “não saias do comboio em andamento nem em nenhuma paragem antes de Coimbra. E só sais aqui se me vires. Se não, segue para Lisboa”. Em seguida diz à senhora do lado: “ela é tão estúpida que vai acreditar e ainda a vou buscar a Lisboa”. 
Senhora do lado: “é alguém de idade?”
Homem: “não. É a estúpida da minha mulher”. 

Bem estúpida, para ser casada com este calhau.”

Coimbra-B

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Parte de um mural na estação Coimbra-B da CP (ver tudo)