A impossível subordinação

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1. A ideia

É quase evidente, é quase uma verdade que grita, o facto dos pequenos serem educados pelos adultos como se pertencessem a eles, como se fossem da sua propriedade, até uma coisa, diria eu. Uma coisa que deve ser estruturada conforme as formas de pensar e agir dos adultos. Um dever, o estruturar, o comportamento infantil à maneira que o adulto entende o mundo. Tenho observado ao longo dos meus anos de trabalho de campo, o facto da subordinação, por sim ou por não, dos mais novos aos adultos, no lar ou nas instituições às quais são enviados para aprenderem a teoria da cultura do seu grupo social. Uma subordinação definida por mim já há alguns anos, como a sujeição sem alternativas ao que o adulto pretende retirar do mais novo. Até ao ponto de existirem adultos que escrevem o que deve ser feito para organizar o processo de subordinação que estruture a personalidade, como deve ser feito esse processo e quando deve acontecer.

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Comportamentos homossexuais tratáveis?

Desde 1973 que várias instituições internacionais desaconselham tratamentos para a reconversão da homossexualidade, que não é uma doença e, portanto, não é “tratável.”

Mas há homossexuais que não estão “de bem” com a sua sexualidade ou com a sua orientação sexual e, portanto, podem e devem pedir ajuda.

A homossexualidade é um assunto muito complexo, tem a ver com a “identidade” o que afasta a possibilidade de tratamento.

Mas há pessoas, que não sendo homossexuais, têm comportamentos homossexuais, resultantes de uma personalidade ainda em formação ou de “depressões” ou outras doenças subliminares que os levam a comportamentos desviantes, mesmo de outra natureza, como sociais.

Nestes casos os médicos tendem para se disponibilizar para ajudar, embora não ignorando que a homossexualidade sendo inerente à “identidade”, não é reconvertível.

Embora, o Aventar já tenha tido aqui boas discussões sobre o tema, veio agora à luz um relatório que aponta para a possibilidade de existência de outras orientações de comportamento sexual, que podem e devem ser tratadas.

O que defendo, antes e agora, é que qualquer pessoa que sinta necessidade de ser ajudada, deve procurar ajuda, médica, religiosa…

Pedir e obter ajuda é um direito do ser humano e os comportamentos sexuais não devem constituir excepção.

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