Combater o terrorismo com terror

o terrorismo laico engendra terror de estado

A frase do cabeçalho tem estado a dar voltas na minha cabeça desde esse dia doce e alegre. Dia de hospital e melhoria e de conhecer a minha neta, como relatei no texto anterior.

As viagens foram sempre uma delícia, ou assim nos têm parecido à minha mulher e filhas: bem atendidos no avião, voos suaves e sem pressa. Sem se suspeitar dos vizinhos da aeronave nem das pessoas que nos acompanhavam até ao aeroporto. Era uma simples delícia…

Infelizmente, os que não deviam entraram em terras alheias pela cobiça do ouro preto que o país possuía. Primeiro, o Irão no Iraque, a seguir, o Iraque no Irão, duas vezes em menos de vinte anos. Não menciono o Vietname nem a Coreia: tiveram o seu tempo, longe das terras da Europa e das dos Estados Unidos da América.

Enquanto o pacificador do mundo, por nome Estados Unidos da América, tentava pacificar a eterna guerra entre palestinianos e israelitas sem sucesso, os proprietários do ouro negro batiam-se entre eles. Era uma guerra denominada santa entre ismaelitas, como Saddam Hussein, ou chitas, ora no Irão, ora no Iraque.

A guerra santa ultrapassou fronteiras até ao Afeganistão governado a sangue e fogo pelos Talibães, até entrarem as forças comandadas pelas Nações Unidas e a União Europeia, que tiveram que acalmar também as guerras separatistas das Antigas Jugoslávia e União Soviética. Guerras acalmadas pelas forças da União Europeia e dos Estados Unidos. Histórias todas, bem conhecidas por nós, por serem do nosso tempo. Novas Repúblicas apareceram e a paz entre elas eram resguardadas pelas forças americanas e europeias.

Guerras de terror que nunca mais acabam, especialmente pela liderança do príncipe muçulmano Ossana-bin-Laden, que nunca se sabe onde mora nem desde onde comanda as suas forças para, como disse um dia, acabar de vez com os infiéis ou não crentes em Alá.

As consequências foram duras. Enquanto os Talibãs governavam o Afeganistão. Retirados do poder, as forças norte-americanas e europeias nomearam um Presidente muçulmano de ideias políticas pacifistas, que hoje manda nesse país, enquanto no Irão os Islâmicos Aiatolas mantinham, sob o poder do terror, a população. Os islamitas do Iraque caíram duas vezes sob o mando dos Presidentes dos Estados Unidos, George Bush pai e filho, estado estrangeiro que cativou o petróleo iraquiano, até à chegada ao poder do islamita por parte de pai e cristão por parte de mãe, o metodista americano, Barack Hussein Obama, aparentado com o islamista Saddam Hussein. É a guerra que está na agenda do 44º Presidente dos Estados Unidos, para ser terminada em breve e devolver ao Iraque o petróleo que os Presidentes Bush dos EUA, confiscaram com lucro pessoal (para eles) e uma parte para o Estado Norte-americano. O pouco que ficava era para o povo muçulmano do Iraque.

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