O FMI leu 2 relatórios que concluem ser o ensino público mais barato que o privado. Perceberam o contrário.
Ensino na promiscuidade de PPP dissimulada
Pum! Pum! Pum! – dei três murros no tampo da mesa e exclamei : “Que merda de país é este!”. Ontem, ao assistir ao ‘Prós e Contras’, na RTP1.
O ex-juiz do Tribunal de Contas, Carlos Moreno, publicou o livro “Como o Estado Gasta o Nosso Dinheiro”, em Outubro de 2010, acentuando que PPP (Parcerias Público-Privadas) têm efeitos perversos no uso de dinheiros do Estado e, consequentemente, dos contribuintes . Da direita à esquerda, políticos e cidadãos aplaudiram a denúncia. Os discordantes, se é que existiram, não tugiram, nem mugiram.
Os “contratos de associação” entre Ministério de Educação e estabelecimentos de ensino particular e cooperativo, digam o que quiserem autores de laboriosas teorias, não passam de fórmula dissimulada de Parceria Público-Privada´.
Os citados “contratos de associação” foram estabelecidos ao abrigo de enquadramento legislativo existente desde 1980.






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