Ilusões ortográficas

Tu já imaginou a decepção, homem?

Coronel Jesuíno Mendonça

Para o segundo número da revista preparou um artigo, em português não menos clássico e com argumentos irrespondíveis, no qual, baseado em fatos e sobretudo nos versos do poeta Teodoro de Castro, esmagava definitivamente as negativas do conde.

Jorge Amado

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Ontem, 13 de Maio de 2019, lembrei-me do dia 13 de Maio de 2009.

De facto, tendo lido isto,

lembrei-me disto:

O Diário da República não nos desilude.

Efectivamente,

Não adianta olhar pro chão, virar a cara pra não ver.

***

O Polígrafo, o sítio do costume e o contato escondido com rabo de fora

Pai, agora eu decolei, guardei meu celular, já tô no ar, mas não me desliguei

Gabriel, o Pensador

E se eu partir o telemóvel
Eu só parto aquilo que é meu

Conan Osíris

***

O Polígrafo volta a desiludir-nos, o Polígrafo continua a decepcionar-nos. Apesar de avisado, insiste em prevaricar:

Como sabemos, desde Janeiro de 2012, é muito mais fácil encontrar um contato no Diário da República do que um gato no meio de corujas.

Descobriram o gato? Sim? Não? Então, experimentem agora encontrar o contato:

Exactamente. Muito bem. De facto, está ali:

Na senda da decepção ortográfica do Polígrafo, procuremos agora o p do grafema (dígrafo) <ep> de decepção, no Diário da Assembleia da República (sexta-feira, 15 de Junho de 2018, I Série, N.º 94):

Encontraram? Não? Nem eu.

Então, experimentem agora [Read more…]