Mal a luz do dia beliscou a frincha da janela ele acordou acordou como sempre com pedaços do passado agarrados ao pijama às mãos e aos cabelos.
Sentou-se na beira da cama e um sonolento oh que merda soltou-se da garganta ainda seca do bagaço da véspera quando os pés palparam a falta dos chinelos.
Moldou os passos ao chão de modo a evitar a madeira fria do soalho.
Sobre a cómoda continuava a tristeza à mistura com águas-de-colónia de vários tipos. [Read more…]







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