O melhor resumo sobre o retrocesso a que os conservadores trumpistas estão a condenar as mulheres norte-americanas é de… 1996.
O grande George Carlin explica melhor, no vídeo.
Expor ao vento. Arejar. Segurar pelas ventas. Farejar, pressentir, suspeitar. Chegar.
O melhor resumo sobre o retrocesso a que os conservadores trumpistas estão a condenar as mulheres norte-americanas é de… 1996.
O grande George Carlin explica melhor, no vídeo.
Problemas de saúde? Precisa de uma segunda opinião? Esqueça lá a medicina convencional e passe na repartição mais próxima da Igreja Maná, uma ponte com o divino onde tudo se cura, ao vivo e em directo, pelo preço certo em dízimo.
Antes de soltar a gargalhada, caro leitor, tenha em consideração que vive num país onde muitos milhares de pessoas acreditam (mesmo) que descendem de uma personagem mitológica chamada Adão, a quem Deus retirou uma costela para criar Eva, sua cara-metade, tendo ambos sido posteriormente expulsos do Paraíso, culpa de uma cobra matreira que fez da mulher pecadora (só podia ser ela, que os homens, é sabido, pecam muito menos), levando-a a comer a maçã proibida. Considere ainda que igual número de pessoas acredita que o mundo foi inundado para castigar os excessos pecaminosos da humanidade, tendo Deus ordenado a construção de uma arca que permitiu salvar um par de cada espécie, para evitar o destino dos pobres dinossauros. E não esqueça que, já esta semana, no santuário de Fátima, celebrar-se-ão 100 anos de uma data em que, reza a lenda, três crianças terão visto uma divindade descer dos céus. Diga-me, caro leitor, se o seu filho de nove anos chegar tarde a casa para jantar, depois de uma tarde no pastoreio, e lhe disser que viu a Virgem Santíssima, a pairar sobre uma azinheira, vai acreditar nele?
Foi o que me pareceu.
Foi enquanto lia uma compilação da correspondência entre dois autores que comecei a pensar: “Ah, bons tempos!”, o que nunca augura nada de bom, é certo. Mas reparem: a carta chegava, quase sempre a horas previsíveis, e podia ser aberta de imediato ou guardada para momento mais oportuno. Guardá-la podia ser, aliás, mais saboroso do […]
Fotografia: Sérgio Valente
O 1.º de Maio de 1974 na Avenida dos Aliados, na cidade do Porto.
Debate político entre Aventadores. A Esquerda, a Direita, e não só.
A actualidade em análise com as opiniões dos participantes no Aventar sobre a actualidade.
Debate sobre política, sociedade, actualidade, entre outros.
As músicas escolhidas pelos participantes do Aventar com espaço para entrevistas e apresentação de novas bandas, tendências e sonoridades.
Aqui reinam as palavras. Em prosa ou poesia. A obra e os autores.
mais um excelente artigo de Teresa Violante, no Expresso, sobre as prioridades esquecidas de uma Europa à beira do precipício.
é ler o artigo de hoje da Carmo Afonso, no Público.
“Ponte Dona Antónia Ferreira“. Mas o nome que ganhou foi “Ponte da Ferreirinha“. “Vontade popular”? “Pela população”? Como diria Krugman, yuk-yuk-yuk, hahaha.
Foto: FMV, 26/05/2023
o centrão, lá como cá, é um viveiro de corruptos.
Uma sueca que grita muito voltou a vencer a Eurovisão. O Benfica vai ser campeão. Andam à procura de uma inglesa desaparecida há dezasseis anos. O Cavaco anda a balbuciar coisas de velho.
De repente, estamos em 2010.
Certificando-o judeu sefardita. Portugal tem produção em série, mas até nos EUA se safam em grande.
Mal Santana Lopes desse o flanco («a que eu tinha aventado…»), aproveitava-se e atacava-se: «Por falar em aventado, então, “agora facto é igual a fato (de roupa)”»?
Já tivemos populares a bater em gajos do PS. Já tivemos gajos do PS a ameaçar bater em populares. Parece-me óbvio que, mais tarde ou mais cedo, iríamos ver gajos do PS a bater em gajos do PS.
Parece que o ditado sempre fez sentido: quem se mete com o PS, (dá ou) leva!
«Ora bem, então, “agora facto é igual a fato (de roupa)”»?
Além do previsível sujeito nulo (“eu estou orgulhosa”), o verbo nulo (“eu estou orgulhosa”): “Orgulhosa de ser oradora portuguesa convidada”.
positiva e a *”inação do acionista” é extremamente negativa.
Com tanta crítica do PS ao PS, qualquer dia descobrimos que, afinal, o PS não teve culpa nenhuma nisto da TAP.
Hoje no JN, João Gonçalves, num artigo sobre a TAP (entre outros assuntos) cita Vasco Pulido Valente (em 2001).
“O PS no Estado é isto: uma trupe aventureira e esfomeada, que a seu belo prazer dispõe do património colectivo. No fundo, não se acha representante do povo, mas pura e simplesmente dona do País”.
E assim estamos.
foi o que fez Ricardo Paes Mamede. No Público.
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