Venezuela

Existe uma enorme comunidade portuguesa na Venezuela. Esperemos que a recente decisão do Governo português, de fazer um Ultimato ao Estado venezuelano, não traga consequências negativas aos nossos compatriotas que lá vivem. É certo que tal possibilidade foi acautelada.

É que, se não foi, não estamos apenas perante uma mistura de hipocrisia com cobardia, mas também perante uma imensa irresponsabilidade.

Oxalá que não.

sei…

por grandes amigos que temos em comum em Aveiro, que, António Nogueira Leite, ex-vice-presidente da Comissão Executiva da Caixa Geral de Depósitos, um dos mais importantes administradores do banco do Estado, afirmou que “no dia em que se demitisse, a CGD seria privatizada” – a sua demissão deu-se a 19 de Dezembro de 2012, sensivelmente um ano e meio depois do gestor ter sido convidado pelo primeiro-ministro Pedro Passos Coelho para a Comissão Executiva do mesmo, e foi motivada por alegadas desavenças que já se arrastavam há meses com a gestão de Faria de Oliveira.

se na altura já se falava amiúde por aqui e por ali na possibilidade (poucos meses mais tardes, Relvas iria iniciar os seus contactos no Brasil, Angola e Colômbia para angariar um investidor para a TAP e qualquer coisita mais), estamos a poucos dias de ser conhecida a dita carta de intenções escrita\assinada por este governo perante as instituições da Troika, em específico, perante o FMI, carta que deverá (alegadamente) ter facilitado a “saída limpa” do país do programa de ajustamento estrutural…