la nación mapuche y su história

bandera mapuche

Me parece muy difícil escribir en pocas líneas, lo que está anunciado en el título. Mis primeras impresiones de los Mapuche, aparecieron en mi entendimiento y sentimiento por causa de una nana que tenía y se encargaba de mí, de mi limpieza, de mi saber comer, de que no me ensuciara porque era mal visto, que aprendiera a usar toda la vajilla y cuchillería, difícil de hacer: eran tantos y todos diferentes para las diversas comidas. En síntesis, saber usar la vajilla para poder comer en la mesa de los adultos. Éramos cinco hermanos y hermanas, y con el aprendizaje de tan difícil trabajo, quien aprendiera primero, podía sentarse en la mesa de los adultos. Nosotros los niños, comíamos en el repostero, que en portugués llaman copa. Los papás, en el comedor, bien servidos y mejor tratados.

No cuento esta parte de la historia por orgullo, es con vergüenza que hablo. Existía la idea entre el pueblo chileno, de que los nacionales Mapuche eran para servir, ser inquilinos, que no debían saber leer ni escribir para que no se sublevaran y atacaran a los Huinca, palabra Mapungun, su lengua, que significa en castellano el habla de la tierra, e Huinca, los extranjeros, que éramos nosotros, los chilenos. Bueno, eso de extranjero, en nuestro caso se aplicaba como realidad: hijos de españoles, Chile no era nuestra tierra, a pesar de que con los años allí vividos, desde la conquista del país, robado a los Mapuche, eso de ser chileno era una alegría. Especialmente cuando íbamos a nuestras tierras, trabajadas por Picunche, un clan de los Mapuche, que trabajaban por nada: se les daba un trozo de tierra que debía ser  trabajada por su familia, en cuanto el hombre de la casa debía servir en la casa y tierras del patrón.

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o crescimento das crianças-6ªparte-II-indigenismo

ritual Mapuche, praticado pelos Picunche,para a sua defessa dos Huinca Chilenos

Nguillatun – Ceremonia religiosa

Capitalismo agrário, subdesenvolvimento agrário: imdigenismo

Talvez, podia pensar como Jack Goody fez para a Ghana em 1963, quando pertencia ao Partido do Povo que libertou a Ghana do colonialismo inglês. Quando tentou entender a situação do País com os conceitos ocidentais de Feudalismo e escreve o seu texto Feudalism In Africa? que depois passa a ser o livro de l971, Technology, tradition and the State In Africa, onde tenta perceber a continuidade política que for capaz de guardar a continuidade entre gerações que vivem uma diferente experiência. Mas a sua reflexão, que continua em Production and Reproduction, 1976, não ajuda ao País que é iletrado e que tem as suas próprias continuidades e descontinuidades, que faz estalar a guerra., que tem as suas próprias literacias em signos não escritos, entendidos por eles e não multilingues. Essas guerras já vividas pelos Picunche e Espanhóis, pelos Galegos nos séculos dezanove e vinte. Pelos portugueses, nos mesmos séculos, até acabarem Espanha e Portugal em vias pacíficas para a igualdade subsumida ao capital. E o Chile, numa desigualdade esfomeada também pelo capital subdesenvolvido. O crescimento das crianças de hoje, é fundamentalmente diferente ao crescimento de ontem. O de ontem, tinha um objectivo centralizador da actividade familiar, o obter a terra por meios para todos iguais. Os de ontem, são criados no derrube de um sistema da aristocracia, que eles têm que reconstruir outra vez na base da sua própria força. Os de hoje, têm um objectivo igual, mas que dispersa e tira do elo estruturador antigo, a propriedade rural. O capital é o objectivo individual e autónomo. Como diz o Presidente do Sindicato de Agricultores da Extensão Agrária Galega, há muita gente no campo e é preciso limpar e redistribui-los pelas outras tarefas, encher as cidades e as habilitações, as industrias e a poupança. Fazer de cada um, uma força empresarial. Que já existe na sua mentalidade. Embora Victoria, Pilar e Anabela continuem na ideologia ocidental cristã, esta ideologia não é outra que a que se adapta à

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