o casamento entre pessoas do mesmo sexo

uma nova forma de casamento e de formar familia conforme a lei

Nova forma de casamento para homens e mulheres, apesar do costume associar esta forma de amar apenas a jovens adultos, pela injustiça do machismo cultural que impera na sociedade ocidental.

Como é habitual, com um Bach muito baixinho por companhia, dedicava o dia ao meu prazer, a escrita, espalhada entre livros, ensaios e posts para os blogues  onde colaboro. Era o dia, esse 17 de Maio deste ano de 2010, em que íamos saber se o Presidente da República  promulgava ou vetava uma proposta de lei sobre o matrimónio entre pessoas do mesmo sexo. Acabada a escrita, comecei a ler alguns textos publicados num dos blogs e soube, pelo de Ricardo Santos Pinto, que o Presidente da República, tinha mandado promulgar a lei. Contra a sua vontade, comentaria mais tarde. Comentário que, em minha opinião, não deveria ter feito. Conforme a Constituição de Portugal, um Presidente preside aos órgãos de Soberania, ele próprio é a mais alta representação da confiança emanada do povo. Há quem diga que é seu dever falar. Talvez, se é dito por pessoa certa, que conhece a lei, deve ser verdade. Mas, como Advogado que sou, além de Doutor em Etnopsicologia da Infância, o Presidente promulga ou não, mas não comenta. O comentário é do chefe do executivo, o Primeiro-ministro, ou do Presidente da Assembleia da República, dependendo da matéria a tratar.

Longe de mim desviar-me do tema central, o Matrimónio entre pessoas do mesmo sexo. A minha inclinação pessoal é a de defender os direitos, inclinação que se manifesta no facto de ser, há já vários anos, membro de Amnistia Internacional e de Human Rights Watch e de defender, entre outros assuntos, a sagrada liberdade de amar. Esse cultivo de sentimentos pelos seres humanos que se procuram por se amarem. Ao longo dos anos, eu e a minha família, temos defendido esse direito, que inclui o divórcio e o respeito pela pessoa que já não nos ama: vemos, ouvimos, agimos e calamos qualquer tipo de sentimento de abandono que o divórcio define. Aprendemos a amar outra vez, e, com a nova lei, abre-se um universo maior para quem tenha esse sentimento.
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Olha prá Zèzinha…

A Zèzinha há 30 anos que anda de emprego em emprego pagos por nós todos. Nada a segura, é com o CDS, é com o PSD, é com o PS e agora é com o PSD na AR e com o PS na CML.

 

Sempre muito politicamente correcta e com opiniões chegadas aos movimentos mais conservadores, gente de poder que lhe vai dando acesso aos empregos, à comunicação social.

 

No DN não está por menos e titula " A coisificação da criança ".

 

" Não há discriminação quando se trata diferentemente o que é diferente,  nem o que é diferente passa a ser igual através da alteração de alguns artigos do Código Civil" .

 

" A única consequência será destituir de qualquer sentido o casamento civil, que, ao perder os seus pressupostos e objectivos, fica reduzido a um contrato subtraído à liberdade das partes, por uma inexplicável ingerência do Estado".

 

"Porque se duas pessoas do mesmo sexo se podem casar não há razão para proibir o casamento a termo certo ( 5,10,20 anos) ou o casamento poligâmico (um homem e três mulheres, uma mulher e três homens). Fazia mais sentido a devolução desse contrato às partes, hetero ou homossexuais, permitindo que cada um estabelecesse livremente o modelo da sua união."

 

"Quanto à adopção, enquanto o casamento envolve duas partes, a adopção implica terceiros,crianças que não têm capacidade de exprimir a sua vontade e, por isso, precisam de quem as represente."

 

" O casamento homo acarreterá, automaticamente, o direito a adoptarem."

 

" Esta lei pode ser a consagração da "coisificação" das crianças, a sua utilização como uma coisa, um adorno de uma mera simbologia. Uma irresponsabilidade atroz para a qual ninguem recebeu mandato!"

 

PS: esta do adorno é bem real