Olha prá Zèzinha…

A Zèzinha há 30 anos que anda de emprego em emprego pagos por nós todos. Nada a segura, é com o CDS, é com o PSD, é com o PS e agora é com o PSD na AR e com o PS na CML.

 

Sempre muito politicamente correcta e com opiniões chegadas aos movimentos mais conservadores, gente de poder que lhe vai dando acesso aos empregos, à comunicação social.

 

No DN não está por menos e titula " A coisificação da criança ".

 

" Não há discriminação quando se trata diferentemente o que é diferente,  nem o que é diferente passa a ser igual através da alteração de alguns artigos do Código Civil" .

 

" A única consequência será destituir de qualquer sentido o casamento civil, que, ao perder os seus pressupostos e objectivos, fica reduzido a um contrato subtraído à liberdade das partes, por uma inexplicável ingerência do Estado".

 

"Porque se duas pessoas do mesmo sexo se podem casar não há razão para proibir o casamento a termo certo ( 5,10,20 anos) ou o casamento poligâmico (um homem e três mulheres, uma mulher e três homens). Fazia mais sentido a devolução desse contrato às partes, hetero ou homossexuais, permitindo que cada um estabelecesse livremente o modelo da sua união."

 

"Quanto à adopção, enquanto o casamento envolve duas partes, a adopção implica terceiros,crianças que não têm capacidade de exprimir a sua vontade e, por isso, precisam de quem as represente."

 

" O casamento homo acarreterá, automaticamente, o direito a adoptarem."

 

" Esta lei pode ser a consagração da "coisificação" das crianças, a sua utilização como uma coisa, um adorno de uma mera simbologia. Uma irresponsabilidade atroz para a qual ninguem recebeu mandato!"

 

PS: esta do adorno é bem real

Comments


  1. Essa senhora é pateta, quando lhe convém. O que pensará ela deste caso muito heterossexual do pai, avô e tio que violavam as miúdas da família? Quanto ao “problema da adopção”, ela que é tão douta, não consulta as estaísticas Made in USA (bastante conservadoras, por sinal), que ditam lapidarmente que a taxa de homossexualidade entre jovens criados por gays é exactamente a mesma que existe naqueles outros criados por heterossexuais? E se a sra. Zézinha tivesse um filho gay, como tantas, tantas suas amigas decerto terão? Ambiente  altamente moralizado e a preceito, mas depois lá está um rapaz que começa a andar com os primos e vizinhos. Como é?


  2. A Zezinha que fique tranquila porque o processo de selecção de pais e mães adoptivos há-de ser bem rigoroso no que respeita aos casais homossexuais. E desta forma até pode ser que não aconteça o mesmo que tem acontecido com as adopções por parte de casais heterossexuais: centenas de crianças devolvidas ao fim de pouco tempo às instituições pelos mesmos casais que as haviam adoptado. É que isso da “coisificação” não é apanágio de hetero nem de gays, depende da consciência de cada um. 

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