
via Blitz
O dia em que uma overdose morrerá de Keith Richards. A malta do Grunge é que não percebe nada da vida de rockstar.
Expor ao vento. Arejar. Segurar pelas ventas. Farejar, pressentir, suspeitar. Chegar.

O dia em que uma overdose morrerá de Keith Richards. A malta do Grunge é que não percebe nada da vida de rockstar.
É tão escabroso como isto: segundo uns jornais morreram em Coimbra já este ano 10 toxicodependentes aparentemente por overdose, segundo outras fontes foram só 4. Os técnicos policias ou não, sim porque de mortes técnicas falamos, apontam duas causas possíveis: heroína adulterada, como se circulasse no mercado de heroína que não o fosse, ou heroína não adulterada, tão pura que por engano os consumidores exageraram na dose.
A segunda hipótese não tem pés nem cabeça, heroína pura mata o primeiro, os segundos ficam avisados, além de que alguém a vender branca pura no meu bairro (sim, é do meu bairro que se trata) dá vontade de rir.
Tenham sido 4 ou 10, estas mortes têm uma explicação muito simples: indivíduos doentes são constrangidos pela lei a consumir todo o esterco possível e imaginário, em situações miseráveis, que se juntam à sua própria condição de marginalizados.
Houvessem salas de injecção assistida, e nada disto se passava. Portugal tem uma legislação razoável no que toca à posse das substâncias que a moral e os bons costumes considera ilegais, e que já deu muita luta para obter. Mas continua a misturar no mesmo pacote canibinóides e opiáceos, como se tivessem algo em comum, deixando por de lado, razões óbvias, as bebidas alcoólicas.
Na Suíça, onde a legislação avançou perante a evidência de que um heroinomano não deixará de o ser por decreto, e que ao estado cumpre tentar tratar, e não proibir, a taxa de mortes por overdose reduziu-se a um mínimo. Aliás muito gostava de saber qual a real causa das mortes atribuídas a excesso de consumo em Portugal: como esta triste estória demonstra nem sequer são autopsiados, ou seja, se andar um maluco a cortar cavalo com pó de talco nem um inquérito policial é aberto.
E quem ganha com tudo isto: o traficante, sobretudo o grande, que continuará a ganhar milhões à custa da infelicidade alheia. Já para não falar em toda uma lógica de pequena e média criminalidade associada ao consumo, e que a alguém deve interessar, ou o assunto estaria resolvido há muito tempo.
Um longo monólogo, com muitos gestos e fundo musical E o colega com bichinhos carpinteiros. As perguntas que já não se fazem, colocam-se. Uma confusão de pessoas e de nomes. No afã de interromper e de falar por cima, quase saía um cinquenta por cento, em vez de trinta.

Dos Tradutores Contra o Acordo Ortográfico
“Costuma dizer-se que quem não chora não mama. Ah, esperem, não é isso”.
#abortoortográfico #anedótico #ridículo #línguadescaracterizada #revogação

O mesmo Ministério Público que se “esqueceu” dos podres do ministro Luís Neves.
O PGR foi nomeado pelo actual primeiro-ministro.
Mas alguém acredita na separação de poderes?
Os neonazis vão estar em festa na Maia. Não vai haver polícias para nos bater.
Para o presidente do FC Porto, isto é um “contacto” normal. Lembrei-me logo do inofensivo contacto do dia 16 de Fevereiro de 2016.
Efectivamente: 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; etc.
O Bochechas é um castiço.
—Diogo Hoffbauer
Estive contigo há mais de 30 anos nas grades do Coliseu.
Agora é só descer a rua. Anda!
“A maior parte da música é uma merda”
–-Mário Barreiros
“Isto é muito confuso para a tua cabeça”
—Jorge Jesus
“Não está em causa o direito à opinião, está em causa o relativismo opinativo”
—Ana Cristina Leonardo
Mourinho é uma recente prova viva de que as derrotas não são inevitáveis, coisíssima nenhuma. E o jornalista da Cadena SER ficou sem resposta à altura e, pior, sem a informação.

Os africanos invadiram África. Ele há cada coisa…
É verdade. Escreveu aquele “agora facto é igual a fato (de roupa)” e nunca se retractou.

Foto:Paulo Novais/Lusa
The Guardian. O que interessa é a arte, a arte, a arte!

(Foto de Francis Goodman/Getty Images)
Segundo EUA e Israel, o Irão está militarmente obliterado. Na realidade, há mísseis iranianos a atingir localidades de Israel (que tem das melhores defesas aéreas do mundo), além da península arábica.
Falta pouco para Trump dizer que acaba esta guerra com um telefonema.
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