
via Blitz
O dia em que uma overdose morrerá de Keith Richards. A malta do Grunge é que não percebe nada da vida de rockstar.
Expor ao vento. Arejar. Segurar pelas ventas. Farejar, pressentir, suspeitar. Chegar.

O dia em que uma overdose morrerá de Keith Richards. A malta do Grunge é que não percebe nada da vida de rockstar.
Um longo monólogo, com muitos gestos e fundo musical E o colega com bichinhos carpinteiros. As perguntas que já não se fazem, colocam-se. Uma confusão de pessoas e de nomes. No afã de interromper e de falar por cima, quase saía um cinquenta por cento, em vez de trinta.

Dos Tradutores Contra o Acordo Ortográfico
“Costuma dizer-se que quem não chora não mama. Ah, esperem, não é isso”.
#abortoortográfico #anedótico #ridículo #línguadescaracterizada #revogação

A primeira parte foi dos Buzzcocks. Se desacelerarmos o Ever Fallen in Love (With Someone You Shouldn’t’ve, tocado em Cascais, obtemos o The Only One dos Gun. Efectivamente. Mais uma para a colecção.
um estádio com cobertura. Acabe-se com esta palhaçada, de uma forma ou outra e de uma vez por todas. Como sabemos, dinheiro não falta.
«O Benfica é o meu clube do coração, mas apaixonei-me pelo FC Porto»
—João Manuel Pinto
Cruzes. Credo. Canhoto. Que os deuses nos livrem.
Por esse motivo, Cristiano Ronaldo não jogou na *seleção. Despediu-se hoje da seleCção. Em português europeu. Efectivamente, ‘selecção’ ≠ ‘seleção’.
O mesmo Ministério Público que se “esqueceu” dos podres do ministro Luís Neves.
O PGR foi nomeado pelo actual primeiro-ministro.
Mas alguém acredita na separação de poderes?
Os neonazis vão estar em festa na Maia. Não vai haver polícias para nos bater.
Para o presidente do FC Porto, isto é um “contacto” normal. Lembrei-me logo do inofensivo contacto do dia 16 de Fevereiro de 2016.
Efectivamente: 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; etc.
O Bochechas é um castiço.
—Diogo Hoffbauer
Estive contigo há mais de 30 anos nas grades do Coliseu.
Agora é só descer a rua. Anda!
“A maior parte da música é uma merda”
–-Mário Barreiros
“Isto é muito confuso para a tua cabeça”
—Jorge Jesus
“Não está em causa o direito à opinião, está em causa o relativismo opinativo”
—Ana Cristina Leonardo
Mourinho é uma recente prova viva de que as derrotas não são inevitáveis, coisíssima nenhuma. E o jornalista da Cadena SER ficou sem resposta à altura e, pior, sem a informação.

Como alguém disse, quem sobreviria a um desastre nuclear? As baratas e Keith Richards!
Para de seguida o Richards sobreviver alimentando-se delas 🙂
Não precisava! Com a poeira que aquilo ia levantar!
Keith Richards tem 74 anos.
E?
Ao que parece, Keith Richards não fez mais que seguir o conselho um sábio quando era jovem: se tomares estas drogas durante uns 60 anos chegarás a uma idade avançada!”…
E não é que chegou?
Ora aí está mais uma rezão para legalizar,legislar,e depois surveiller i punir.Querem-se produtos em várias dosagens de modo que o Ricardo pedindo 100g de toclitol é isso que tem e não 2mg dele mais 99,998g de gesso.Toda uma fileira certificada da usina à loja.Fiscais,labs,barómetros,clínicas de entrada e saída.Asais.E uma entidade de direito e apoio aos desvalidos da fortuna.Não ao monopólio! Não às hiperdrugstores que irão esmagar o comércio de bairro,de rua e de escada.A rulóte que vende o coirato venderá certificadamente o alduídol.
O Ricardo merece o que almeja.Assim seja.
“O Ricardo merece o que almeja”. E não acabar na Merdaleja! Assim seja.
Ou então em verso (para mais uma dos “Stones”):
O Ricardo não quer gesso,
É toclitol que almeja.
Quer uma curte com sucessso
E não finar na Merdaleja!
Música estilo “walking blues”, of course!
Keith Richards é um case-study. As farmacêuticas deveriam tentar adquirir o direito de estudar o seu organismo em parceria com os melhores investigadores de ciências nas melhores universidades. Long life mr. Keith… https://youtu.be/ZRXGsPBUV5g
Pois é, mas não iludamos a questão: droga de rico e droga de pobre não são a mesma coisa. E acesso a ciudados médicos, também não.
Lá está: podia ser um mercado a funcionar e tal, com livre concorrência e tal, sujeito á lei da oferta e da procura e tal, e que uma “mãozinha invisível” e tal, empurraria para o equilíbrio permanente e tal e coisa. Mas eis que, por pressão de liberalotes direitrolhas, o Estado decide intervir, dando cabo da coisa e tal.
E depois os preços sofrem alargamentos e tal, provocados pelo risco e tal, do negócio e coisa. E assim se formam cartéis e tal que dão cabo do mercado e coisa e tal.
E depois os riicos compram substãncias e os pobres compram dejectos. Ou dedicam-se a outras substãncias como colas, benzina, fertilizantes, eoutras coisas (incluindo comentários do JgMenos – perigisíssimo!).
Queria dizer substâncias, obviamente.