
via Blitz
O dia em que uma overdose morrerá de Keith Richards. A malta do Grunge é que não percebe nada da vida de rockstar.
Expor ao vento. Arejar. Segurar pelas ventas. Farejar, pressentir, suspeitar. Chegar.

O dia em que uma overdose morrerá de Keith Richards. A malta do Grunge é que não percebe nada da vida de rockstar.

Um longo monólogo, com muitos gestos e fundo musical E o colega com bichinhos carpinteiros. As perguntas que já não se fazem, colocam-se. Uma confusão de pessoas e de nomes. No afã de interromper e de falar por cima, quase saía um cinquenta por cento, em vez de trinta.

O governo da República Portuguesa publica uma nota sobre Educação utilizando uma fotografia de um suposto professor em suposto ambiente de suposta sala de aula com um quadro e giz.
Há quantas décadas desapareceram os quadros e giz das salas de aula na república portuguesa…?

Segundo EUA e Israel, o Irão está militarmente obliterado. Na realidade, há mísseis iranianos a atingir localidades de Israel (que tem das melhores defesas aéreas do mundo), além da península arábica.
Falta pouco para Trump dizer que acaba esta guerra com um telefonema.
Subida exponencial do preço do petróleo, aumento da inflação e das taxas de juro, perda de poder de compra, perigo de incumprimento nos créditos bancários, tudo em ambiente de forte especulação e de bolha imobiliária. Onde é que eu já vi isto?!
diz Santana Lopes. Pois. Mas só uma pessoa escreveu «agora “facto” é igual a fato (de roupa)». Uma.
Vinícius Jr. “incluiu a Seleção Nacional no lote de favoritos à conquista do Mundial 2026“. Lembrete: ‘selecção’ ≠ ‘seleção’.
Efectivamente, no Expresso: “Enfermeiro nomeado para coordenador da Estrutura de Missão para as Energias Renováveis deixou o cargo quatro dias depois da nomeação ter sido publicada“.
É possível lermos, num artigo de Jorge Pinto, “um partido que defende a política assente na ciência e nos dados” e a indicação “O autor escreve segundo o acordo ortográfico de 1990“? É.
“uma constatação de factos“. Factos? Com /k/? Estranho. Então e o “agora facto é igual a fato (de roupa)“?
“o nosso sentimento e as nossas condolências para com as famílias daqueles que não evitaram a trágica consequência de perder a vida”. Sacanas das pessoas, culpadas de não terem evitado morrer.
Não é Trump always *chicken out (00:31). O verbo é to chicken out, conjugado na terceira pessoa do singular (presente do indicativo), logo, aquele s faz imensa falta. Oh yeah!
Por lá, pó branco, só se for gelo. Como sabemos, o combate à droga é a motivação destas movimentações. A libertação de Hernández foi uma armadilha extremamente inteligente para apanhar os barões da droga desprevenidos.
Oferecer um calendário ou uma agenda a Mourinho. O jogo é na terça…

« Mais vous avez tout à fait raison, monsieur le Premier ministre ! » (1988). Mas, prontos. Voilà. Efectivamente.
Existe uma semelhança entre as pianadas do Lennon no Something e do Tommy Lee no Home Sweet Home.
Moreira, mandatário de Mendes, admite que avanço de Cotrim o levou a não ser candidato a Belém. Júdice, mandatário de Cotrim, votará Seguro na segunda volta.
O “cartel da banca” termina com um perdão de 225 milhões de euros aos 11 bancos acusados de conluio pelo Tribunal da Concorrência. Nada temam!
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Como alguém disse, quem sobreviria a um desastre nuclear? As baratas e Keith Richards!
Para de seguida o Richards sobreviver alimentando-se delas 🙂
Não precisava! Com a poeira que aquilo ia levantar!
Keith Richards tem 74 anos.
E?
Ao que parece, Keith Richards não fez mais que seguir o conselho um sábio quando era jovem: se tomares estas drogas durante uns 60 anos chegarás a uma idade avançada!”…
E não é que chegou?
Ora aí está mais uma rezão para legalizar,legislar,e depois surveiller i punir.Querem-se produtos em várias dosagens de modo que o Ricardo pedindo 100g de toclitol é isso que tem e não 2mg dele mais 99,998g de gesso.Toda uma fileira certificada da usina à loja.Fiscais,labs,barómetros,clínicas de entrada e saída.Asais.E uma entidade de direito e apoio aos desvalidos da fortuna.Não ao monopólio! Não às hiperdrugstores que irão esmagar o comércio de bairro,de rua e de escada.A rulóte que vende o coirato venderá certificadamente o alduídol.
O Ricardo merece o que almeja.Assim seja.
“O Ricardo merece o que almeja”. E não acabar na Merdaleja! Assim seja.
Ou então em verso (para mais uma dos “Stones”):
O Ricardo não quer gesso,
É toclitol que almeja.
Quer uma curte com sucessso
E não finar na Merdaleja!
Música estilo “walking blues”, of course!
Keith Richards é um case-study. As farmacêuticas deveriam tentar adquirir o direito de estudar o seu organismo em parceria com os melhores investigadores de ciências nas melhores universidades. Long life mr. Keith… https://youtu.be/ZRXGsPBUV5g
Pois é, mas não iludamos a questão: droga de rico e droga de pobre não são a mesma coisa. E acesso a ciudados médicos, também não.
Lá está: podia ser um mercado a funcionar e tal, com livre concorrência e tal, sujeito á lei da oferta e da procura e tal, e que uma “mãozinha invisível” e tal, empurraria para o equilíbrio permanente e tal e coisa. Mas eis que, por pressão de liberalotes direitrolhas, o Estado decide intervir, dando cabo da coisa e tal.
E depois os preços sofrem alargamentos e tal, provocados pelo risco e tal, do negócio e coisa. E assim se formam cartéis e tal que dão cabo do mercado e coisa e tal.
E depois os riicos compram substãncias e os pobres compram dejectos. Ou dedicam-se a outras substãncias como colas, benzina, fertilizantes, eoutras coisas (incluindo comentários do JgMenos – perigisíssimo!).
Queria dizer substâncias, obviamente.