Sustentar um burro a pão-de-ló

Não João Miranda, desconhecia a história do cavalo inglês. Obrigado.

Em troca da gentileza tenho a história do burro (do) espanhol: o animal a quem o dono deixou de dar de comer para que aprendesse a não ter fome. Foi emagrecendo, emagrecendo, até que se finou. Tal e qual o estado que não cobrou impostos com medo que os grandes contribuintes fossem a trote para a Suiça.

São parecidas? São. Mas o burro tinha sido criado não com palha, mas com  pão-de-ló.

Claro que as boas parábolas dão para os dois lados, tal como os bissexuais. Albarde-se pois a parábola o burro à vontade do dono…

Momento publicitário para gulosos:

Ouvi falar em resmas e paletes de Pão-de-Ló e Doces Tradicionais. Por isso, eu vou!

 

Uma fatia para a mesa do canto, sff:

Eu sou um guloso. Um grande guloso. Por isso, sempre que passo por Felgueiras perco o amor a uns euritos e compro um Pão de Ló de Margaride. Divinal.

Por isso, ficam todos convidados a fazer o mesmo e a acompanhar uma fatia do dito com um bom Vinho do Porto. Aproveitem que o Festival do Pão de Ló de 2011 está quase a chegar.