Com Scolari estaríamos neste momento a discutir porque é que André Silva, substituído por Luís Boa Morte com 40 anos, ou Rui Patrício, substituído por José Sá, não tinham sido convocados. Com Oliveira estaríamos agora a debater a última noitada nas escaldantes casas de passe de Sochi.
Ao contrário dos outros, Fernando Santos não precisa de perseguir jogadores para demonstrar que é ele que manda no balneário. Também sabe que não é levando os jogadores às meninas que conquista o seu respeito. Santos sabe que não é assim que se gere um grupo. Com Santos, os jogadores distinguem bem os momentos de descontração dos momentos em que se exige um máximo de profissionalismo. Sabe que a melhor gestão de um grupo é complexa, nem Pinochet como Scolari, nem Zezé Camarinha como Oliveira.







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