À Luz Insólita Ramos-rosiana

Foi na Faculdade que em mim primeiro cintilou o encantamento pela poética ramos-rosiana. A impressão do gosto, da suavidade, da linearidade rugosa do texto, da luz insólita, ficou-me como o frutado de um bom vinho tinto algures na degustação, ficou-me como se tivesse sido eu. Desde então, o meu escopo não era bem lê-lo, mas ser-lhe similar, acumulador em palimpsesto de aromas poéticos rumo ao meu projecto de me tornar num Novo Camões, num Super-Pessoa.

Deixar uma resposta

This site uses Akismet to reduce spam. Learn how your comment data is processed.