A verdade, porém, é que, apesar de o final do período de transição ainda se encontrar distante, ao nível do ensino, das instituições oficiais, nacionais e internacionais, e das restantes entidades públicas, o AOLP90 já foi quase plenamente aplicado, como o Estado determinou, sem problemas de maior
No entanto, passados seis meses:
- “Discriminação do ato, fato ou contrato sujeito a liquidação”.
- “As dívidas por taxas prescrevem no prazo de 8 (oito) anos a contar da data em que ocorreu o fato tributário”.
- “A paragem dos processos de reclamação, impugnação e execução fiscal por prazo superior a 1 (um) ano, por fato não imputável ao sujeito passivo”.
- “No âmbito do Capítulo VI, Seção IV do anexo I da Tabela de Taxas do presente Regulamento (…)“.
Peço desculpa pela interrupção.
Agora, já podem continuar a encolher os ombros e a achar que isto não está a acontecer.


Aí está o condicionamento psíquico do redil eleitor provindo das hostes socialistas-bloquistas-comunistas. Será isto justo para os bons candidatos sejam de que partido forem?! Ir a jogo lealmente, isso é que o desespero segurista não pode nem o dos outros. Primeiro, foram as impugnações manhosas na secretaria, festa do PS e do BE. Agora, a tentativa do tudo ao molho contra o PSD e CDS-PP e fé em Deus, como se subjacente a uma eleição local não repousasse o princípio de escolher os melhores e mais capazes. Não se deixem enganar: dia vinte e nove, votem no melhor candidato do BE, no melhor do PS, no melhor do PSD, no melhor do CDS-PP, no melhor do PCP/PEV. Se fosse possível que nos vingássemos do Governo com eficácia, jamais poderíamos perder a oportunidade de nos vingarmos do PS igualmente, porque devastou e porque é frouxo. Infelizmente, não nos podemos vingar do BCE, da CE e do FMI, senão fazendo o que nos pedem e o que a Alemanha, por trás, exige inflexivelmente.
Foi na Faculdade que em mim primeiro cintilou o encantamento pela 
Se houver um segundo resgate é porque a política, o jornalismo e o comentário político falharam. Não sou, jamais serei, como outros que imputam quase exclusivamente a Passos Coelho o malogro do Primeiro Programa de Resgate. Não suporto a linha discursiva ultradestrutiva de Pacheco Pereira. Estranho muito João Gonçalves cujo conhecimento privilegiado da experiência governativa recente não se traduz em qualquer expectativa favorável para Portugal, em confiança no nosso destino, ou no recato de uma lealdade básica, mas apenas no ressabiamento, justificado ou não, pela própria evacuação com a saída de um dos melhores ministros, Álvaro Santos Pereira. Não podemos alegrar-nos por Portugal cair de borco; não se pode fazer figas por que naufraguemos, dadas as desavenças com o timoneiro em plena borrasca.





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