Realmente, coitado do “símbolo da soberania da República, da independência, unidade e integridade de Portugal“.
Depois deste triste episódio, só lhe faltava acontecer uma destas.

© 2013 Jornal Sol (http://bit.ly/1fu9Sfz)
Expor ao vento. Arejar. Segurar pelas ventas. Farejar, pressentir, suspeitar. Chegar.
Realmente, coitado do “símbolo da soberania da República, da independência, unidade e integridade de Portugal“.
Depois deste triste episódio, só lhe faltava acontecer uma destas.

© 2013 Jornal Sol (http://bit.ly/1fu9Sfz)
Faz por estes dias 40 anos que participei pela primeira vez numa campanha eleitoral. Não foi bem uma campanha eleitoral, perante a total ausência de democracia a CDE desistiu de ir às urnas, mas aproveitou-se a possibilidade para se fazerem algumas coisas, como reuniões e ter uma sede aberta, sempre deu para alguma acção contra o fascismo marcelista (abertura e primavera, o raio que vos parta, ó revisionistas).
Ainda não me cansei. Gosto de campanhas, em particular de autárquicas. É certo que a democracia que vivemos é muito relativa (o meu amigo, e vejam lá, concorrente por outra lista à mesma Assembleia de Freguesia, José Gabriel, já aqui deixou uns exemplos do jogo viciado que uma comunicação social tipo a voz do dono alimenta), mas ainda é uma democracia, os votos são contados sem chapeladas de maior e todos podemos concorrer.
Da minha opção e de como a vejo um princípio da resistência organizada que à esquerda temos de construir, já aqui falei. Fazendo o balanço da campanha repito-me: muito positivo. Uma candidatura que recebe como o único ataque dos seus adversários ser do Bloco de Esquerda tem a vida facilitada, a verdade é como o azeite basta olhar para as listas para ver como isso é uma rematada tolice. Mesmo com o boicote do mais velho jornal diário da aldeia, no Domingo contam-se os votos e outras contas se farão. Mas aproveito para duas notas pessoais. [Read more…]
nas farmácias portuguesas, diz-se hoje nos serviços noticiosos da RTP. Vivemos no mesmo País? No meu já faltam há muitos meses.
já contactou o tribunal e deixou o seu contacto telemóvel. E declarou-se indignado com os boatos sobre o seu presumível desaparecimento.


Um longo monólogo, com muitos gestos e fundo musical E o colega com bichinhos carpinteiros. As perguntas que já não se fazem, colocam-se. Uma confusão de pessoas e de nomes. No afã de interromper e de falar por cima, quase saía um cinquenta por cento, em vez de trinta.

O governo da República Portuguesa publica uma nota sobre Educação utilizando uma fotografia de um suposto professor em suposto ambiente de suposta sala de aula com um quadro e giz.
Há quantas décadas desapareceram os quadros e giz das salas de aula na república portuguesa…?
Efectivamente, na KEXP.
Por acaso, já agora… Um dia, estava eu no Castle Howard, a recordar, reviver e revisitar, mas num ambiente pop, quando me apareceram de surpresa. Amanhã, em Bruxelas, voltarei a vê-los e ouvi-los. Com novidades, anunciadas há meses por Alexis Petridis, como “alien offshoot mushroom, going the gym to get slim“, “my dream house is a negative space of rock” ou “when I was a child I wanted to be a horse, eating onions, carrots, celery“. Em princípio, será isto. Veremos.

Segundo EUA e Israel, o Irão está militarmente obliterado. Na realidade, há mísseis iranianos a atingir localidades de Israel (que tem das melhores defesas aéreas do mundo), além da península arábica.
Falta pouco para Trump dizer que acaba esta guerra com um telefonema.
Subida exponencial do preço do petróleo, aumento da inflação e das taxas de juro, perda de poder de compra, perigo de incumprimento nos créditos bancários, tudo em ambiente de forte especulação e de bolha imobiliária. Onde é que eu já vi isto?!
diz Santana Lopes. Pois. Mas só uma pessoa escreveu «agora “facto” é igual a fato (de roupa)». Uma.
Vinícius Jr. “incluiu a Seleção Nacional no lote de favoritos à conquista do Mundial 2026“. Lembrete: ‘selecção’ ≠ ‘seleção’.
Efectivamente, no Expresso: “Enfermeiro nomeado para coordenador da Estrutura de Missão para as Energias Renováveis deixou o cargo quatro dias depois da nomeação ter sido publicada“.
É possível lermos, num artigo de Jorge Pinto, “um partido que defende a política assente na ciência e nos dados” e a indicação “O autor escreve segundo o acordo ortográfico de 1990“? É.
“uma constatação de factos“. Factos? Com /k/? Estranho. Então e o “agora facto é igual a fato (de roupa)“?
“o nosso sentimento e as nossas condolências para com as famílias daqueles que não evitaram a trágica consequência de perder a vida”. Sacanas das pessoas, culpadas de não terem evitado morrer.
Não é Trump always *chicken out (00:31). O verbo é to chicken out, conjugado na terceira pessoa do singular (presente do indicativo), logo, aquele s faz imensa falta. Oh yeah!
Por lá, pó branco, só se for gelo. Como sabemos, o combate à droga é a motivação destas movimentações. A libertação de Hernández foi uma armadilha extremamente inteligente para apanhar os barões da droga desprevenidos.
Oferecer um calendário ou uma agenda a Mourinho. O jogo é na terça…

« Mais vous avez tout à fait raison, monsieur le Premier ministre ! » (1988). Mas, prontos. Voilà. Efectivamente.
Existe uma semelhança entre as pianadas do Lennon no Something e do Tommy Lee no Home Sweet Home.
Moreira, mandatário de Mendes, admite que avanço de Cotrim o levou a não ser candidato a Belém. Júdice, mandatário de Cotrim, votará Seguro na segunda volta.
O “cartel da banca” termina com um perdão de 225 milhões de euros aos 11 bancos acusados de conluio pelo Tribunal da Concorrência. Nada temam!
Recent Comments