No estúdio da SIC. Vítima tinha o pin pafiento. Camião tinha António Costa ao volante.
Expor ao vento. Arejar. Segurar pelas ventas. Farejar, pressentir, suspeitar. Chegar.
No estúdio da SIC. Vítima tinha o pin pafiento. Camião tinha António Costa ao volante.
Um longo monólogo, com muitos gestos e fundo musical E o colega com bichinhos carpinteiros. As perguntas que já não se fazem, colocam-se. Uma confusão de pessoas e de nomes. No afã de interromper e de falar por cima, quase saía um cinquenta por cento, em vez de trinta.

Dos Tradutores Contra o Acordo Ortográfico
“Costuma dizer-se que quem não chora não mama. Ah, esperem, não é isso”.
#abortoortográfico #anedótico #ridículo #línguadescaracterizada #revogação

A primeira parte foi dos Buzzcocks. Se desacelerarmos o Ever Fallen in Love (With Someone You Shouldn’t’ve, tocado em Cascais, obtemos o The Only One dos Gun. Efectivamente. Mais uma para a colecção.
um estádio com cobertura. Acabe-se com esta palhaçada, de uma forma ou outra e de uma vez por todas. Como sabemos, dinheiro não falta.
«O Benfica é o meu clube do coração, mas apaixonei-me pelo FC Porto»
—João Manuel Pinto
Cruzes. Credo. Canhoto. Que os deuses nos livrem.
Por esse motivo, Cristiano Ronaldo não jogou na *seleção. Despediu-se hoje da seleCção. Em português europeu. Efectivamente, ‘selecção’ ≠ ‘seleção’.
O mesmo Ministério Público que se “esqueceu” dos podres do ministro Luís Neves.
O PGR foi nomeado pelo actual primeiro-ministro.
Mas alguém acredita na separação de poderes?
Os neonazis vão estar em festa na Maia. Não vai haver polícias para nos bater.
Para o presidente do FC Porto, isto é um “contacto” normal. Lembrei-me logo do inofensivo contacto do dia 16 de Fevereiro de 2016.
Efectivamente: 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; etc.
O Bochechas é um castiço.
—Diogo Hoffbauer
Estive contigo há mais de 30 anos nas grades do Coliseu.
Agora é só descer a rua. Anda!
“A maior parte da música é uma merda”
–-Mário Barreiros
“Isto é muito confuso para a tua cabeça”
—Jorge Jesus
“Não está em causa o direito à opinião, está em causa o relativismo opinativo”
—Ana Cristina Leonardo
Mourinho é uma recente prova viva de que as derrotas não são inevitáveis, coisíssima nenhuma. E o jornalista da Cadena SER ficou sem resposta à altura e, pior, sem a informação.

José Gomes Ferreira é tão previsível, que a maioria das vezes até se torna ridículo, nalgumas análises. Com alguém bem preparado, numa entrevista, o Zezé acaba sempre com aquele risinho de gajo azedo.
De qualquer forma, eu acho mal que António Costa se predisponha a ser entrevistado por esse guru do jornalismo económico, como é sabido, não passa de um “spin” de Passos Coelho.
Acho que Costa prestou um mau serviço à Geringonça. E até ao jornalismo. O primeiro ministro devia aceder ao convite da SIC, mas sobre sobre reserva. E devia dizer claramente ao Tio Balsemão, que pelo Zezé, “jamais”!
Passos Coelho nunca se sujeitou a uma entrevista que não fosse feita por alguém que lhe fosse próximo. Ora perguntem lá se ele quis ser entrevistado por Daniel Oliveira, Clara Ferreira Alves, Pedro Adão e Silva, Nicolau Santos, Miguel Sousa Tavares?
Até num programa humorístico com Ricardo Araújo Pereira se refugiou na sobriedade política do primeiro ministro, para não ser contraditado com alguma pergunta irónica que o pudesse deixar engasgado.
Se o costa exigisse ser entrevistado por um jornalista da SIC que não fosse pafiento, não era possível fazer a entrevista.
O tio Balsemão está mesmo velho e miupe ,só assim se aceita que aquela besta quadrada continue na direção de informação .Pafioso fedorento .
Entrevista em que o entrevistador perorava, perorava. E não é que não se calava? Parecia ser ele o entrevistado, além de entrevistador. Deitava os foguetes, apanhava as canas e corria atrás da banda da música. Mas Costa colocou-o (a este que nem sequer economista é, mas que se dá ares) no seu devido lugar ao dizer que ia debater no dia seguinte, no Parlamento, com o Passos Coelho e que lhe bastava. Que um outro Coelho, ali, era demais.