
O Plástico
10/06/2018 by

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[…] vários, como o do plástico barato e descartável. Para não falar em ironias como esta. Felizmente, e porque nem toda a humanidade dispensou os serviços dos seus neurónios por tempo […]
Expor ao vento. Arejar. Segurar pelas ventas. Farejar, pressentir, suspeitar. Chegar.
[…] vários, como o do plástico barato e descartável. Para não falar em ironias como esta. Felizmente, e porque nem toda a humanidade dispensou os serviços dos seus neurónios por tempo […]
Um longo monólogo, com muitos gestos e fundo musical E o colega com bichinhos carpinteiros. As perguntas que já não se fazem, colocam-se. Uma confusão de pessoas e de nomes. No afã de interromper e de falar por cima, quase saía um cinquenta por cento, em vez de trinta.

Dos Tradutores Contra o Acordo Ortográfico
“Costuma dizer-se que quem não chora não mama. Ah, esperem, não é isso”.
#abortoortográfico #anedótico #ridículo #línguadescaracterizada #revogação

Os neonazis vão estar em festa na Maia. Não vai haver polícias para nos bater.
Para o presidente do FC Porto, isto é um “contacto” normal. Lembrei-me logo do inofensivo contacto do dia 16 de Fevereiro de 2016.
Efectivamente: 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; etc.
O Bochechas é um castiço.
—Diogo Hoffbauer
Estive contigo há mais de 30 anos nas grades do Coliseu.
Agora é só descer a rua. Anda!
“A maior parte da música é uma merda”
–-Mário Barreiros
“Isto é muito confuso para a tua cabeça”
—Jorge Jesus
“Não está em causa o direito à opinião, está em causa o relativismo opinativo”
—Ana Cristina Leonardo
Mourinho é uma recente prova viva de que as derrotas não são inevitáveis, coisíssima nenhuma. E o jornalista da Cadena SER ficou sem resposta à altura e, pior, sem a informação.

Os africanos invadiram África. Ele há cada coisa…
É verdade. Escreveu aquele “agora facto é igual a fato (de roupa)” e nunca se retractou.

Foto:Paulo Novais/Lusa
The Guardian. O que interessa é a arte, a arte, a arte!

(Foto de Francis Goodman/Getty Images)
Segundo EUA e Israel, o Irão está militarmente obliterado. Na realidade, há mísseis iranianos a atingir localidades de Israel (que tem das melhores defesas aéreas do mundo), além da península arábica.
Falta pouco para Trump dizer que acaba esta guerra com um telefonema.
Subida exponencial do preço do petróleo, aumento da inflação e das taxas de juro, perda de poder de compra, perigo de incumprimento nos créditos bancários, tudo em ambiente de forte especulação e de bolha imobiliária. Onde é que eu já vi isto?!
PLÁSTICOS E FOGOS
A história dos plásticos, da sua proliferação e atitude das entidades responsáveis, faz-me lembrar os eucaliptais, a sua proliferação, os fogos e, também a atitude das entidades responsáveis.
Sou ainda do tempo em que não havia sacos de plástico nem eucaliptais como os de agora. Incrementaram, na ânsia do lucro o uso do saco e vasilhame em plástico, também o fizeram com os eucaliptais. Rodeando e envolvendo as povoações com matas de eucaliptos e as cidades com todo o tipo de plástico – a bem das grandes empresas e dos seus fartos lucros.
Surgindo e colocado o problema ambiental, originado pelos plásticos e eucaliptais no que se reporta aos fogos, qual a atitude das autoridades governamentais? Como se as pessoas fossem as culpadas com o que se passa com os plásticos e com os eucaliptais, são estas que estão a ser tratadas como se tivessem culpa do consumismo a que foram levadas, e dos fogos que assolam as suas vidas e as suas povoações.
Não fazendo praticamente nada, no que se refere às matas e aos eucaliptais e o mesmo em relação à indústria do plástico, as autoridades voltam a sua sanha contra as populações, fazendo que estas derrubem árvores nos seus quintais e a mesma atitude em relação à utilização de plásticos; preparando-se – em ambos os casos – para aplicar medidas penalizadoras somente às pessoas; esquecendo, em tudo isto, o papel das celulósicas, das empresas proprietárias dos eucaliptais e dos fabricantes e distribuidoras dos plásticos.
Desta forma e maneira, as povoações e as pessoas de vítimas passam a agressores e a assumir as culpas de outros: na proliferação dos plásticos e dos fogos.
Talvez porque, em toda esta história, as pessoas sejam a parte mais fraca e os governos se colocam ao serviço dos mais fortes – as grandes empresas e todos os que beneficiam com tudo isto?