
O Plástico
10/06/2018 by

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[…] vários, como o do plástico barato e descartável. Para não falar em ironias como esta. Felizmente, e porque nem toda a humanidade dispensou os serviços dos seus neurónios por tempo […]
Expor ao vento. Arejar. Segurar pelas ventas. Farejar, pressentir, suspeitar. Chegar.
[…] vários, como o do plástico barato e descartável. Para não falar em ironias como esta. Felizmente, e porque nem toda a humanidade dispensou os serviços dos seus neurónios por tempo […]

Um longo monólogo, com muitos gestos e fundo musical E o colega com bichinhos carpinteiros. As perguntas que já não se fazem, colocam-se. Uma confusão de pessoas e de nomes. No afã de interromper e de falar por cima, quase saía um cinquenta por cento, em vez de trinta.

O governo da República Portuguesa publica uma nota sobre Educação utilizando uma fotografia de um suposto professor em suposto ambiente de suposta sala de aula com um quadro e giz.
Há quantas décadas desapareceram os quadros e giz das salas de aula na república portuguesa…?
Descobri na passada terça-feira que este vídeo deveria ter saído no dia 22 de Setembro de 2024, às 23h30. Pronto, ei-lo.

Segundo EUA e Israel, o Irão está militarmente obliterado. Na realidade, há mísseis iranianos a atingir localidades de Israel (que tem das melhores defesas aéreas do mundo), além da península arábica.
Falta pouco para Trump dizer que acaba esta guerra com um telefonema.
Subida exponencial do preço do petróleo, aumento da inflação e das taxas de juro, perda de poder de compra, perigo de incumprimento nos créditos bancários, tudo em ambiente de forte especulação e de bolha imobiliária. Onde é que eu já vi isto?!
diz Santana Lopes. Pois. Mas só uma pessoa escreveu «agora “facto” é igual a fato (de roupa)». Uma.
Vinícius Jr. “incluiu a Seleção Nacional no lote de favoritos à conquista do Mundial 2026“. Lembrete: ‘selecção’ ≠ ‘seleção’.
Efectivamente, no Expresso: “Enfermeiro nomeado para coordenador da Estrutura de Missão para as Energias Renováveis deixou o cargo quatro dias depois da nomeação ter sido publicada“.
É possível lermos, num artigo de Jorge Pinto, “um partido que defende a política assente na ciência e nos dados” e a indicação “O autor escreve segundo o acordo ortográfico de 1990“? É.
“uma constatação de factos“. Factos? Com /k/? Estranho. Então e o “agora facto é igual a fato (de roupa)“?
“o nosso sentimento e as nossas condolências para com as famílias daqueles que não evitaram a trágica consequência de perder a vida”. Sacanas das pessoas, culpadas de não terem evitado morrer.
Não é Trump always *chicken out (00:31). O verbo é to chicken out, conjugado na terceira pessoa do singular (presente do indicativo), logo, aquele s faz imensa falta. Oh yeah!
Por lá, pó branco, só se for gelo. Como sabemos, o combate à droga é a motivação destas movimentações. A libertação de Hernández foi uma armadilha extremamente inteligente para apanhar os barões da droga desprevenidos.
Oferecer um calendário ou uma agenda a Mourinho. O jogo é na terça…

« Mais vous avez tout à fait raison, monsieur le Premier ministre ! » (1988). Mas, prontos. Voilà. Efectivamente.
Existe uma semelhança entre as pianadas do Lennon no Something e do Tommy Lee no Home Sweet Home.
Moreira, mandatário de Mendes, admite que avanço de Cotrim o levou a não ser candidato a Belém. Júdice, mandatário de Cotrim, votará Seguro na segunda volta.
O “cartel da banca” termina com um perdão de 225 milhões de euros aos 11 bancos acusados de conluio pelo Tribunal da Concorrência. Nada temam!
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PLÁSTICOS E FOGOS
A história dos plásticos, da sua proliferação e atitude das entidades responsáveis, faz-me lembrar os eucaliptais, a sua proliferação, os fogos e, também a atitude das entidades responsáveis.
Sou ainda do tempo em que não havia sacos de plástico nem eucaliptais como os de agora. Incrementaram, na ânsia do lucro o uso do saco e vasilhame em plástico, também o fizeram com os eucaliptais. Rodeando e envolvendo as povoações com matas de eucaliptos e as cidades com todo o tipo de plástico – a bem das grandes empresas e dos seus fartos lucros.
Surgindo e colocado o problema ambiental, originado pelos plásticos e eucaliptais no que se reporta aos fogos, qual a atitude das autoridades governamentais? Como se as pessoas fossem as culpadas com o que se passa com os plásticos e com os eucaliptais, são estas que estão a ser tratadas como se tivessem culpa do consumismo a que foram levadas, e dos fogos que assolam as suas vidas e as suas povoações.
Não fazendo praticamente nada, no que se refere às matas e aos eucaliptais e o mesmo em relação à indústria do plástico, as autoridades voltam a sua sanha contra as populações, fazendo que estas derrubem árvores nos seus quintais e a mesma atitude em relação à utilização de plásticos; preparando-se – em ambos os casos – para aplicar medidas penalizadoras somente às pessoas; esquecendo, em tudo isto, o papel das celulósicas, das empresas proprietárias dos eucaliptais e dos fabricantes e distribuidoras dos plásticos.
Desta forma e maneira, as povoações e as pessoas de vítimas passam a agressores e a assumir as culpas de outros: na proliferação dos plásticos e dos fogos.
Talvez porque, em toda esta história, as pessoas sejam a parte mais fraca e os governos se colocam ao serviço dos mais fortes – as grandes empresas e todos os que beneficiam com tudo isto?