Prosperidade socialista II

A austeridade que por acaso nem foi contratada pelo Sócrates no Memorando de Entendimento que negociou em 2011, acabou quando caiu o governo “antipatriótico” de Passos Coelho. Desde esse momento, pagamos menos impostos, o País deve muito menos, a prosperidade não está só no discurso e nas cabeças dos governantes,etc.

Comments

  1. Sarfarão Azevedo says:

    Ora cá está o abutre do costume.
    Continua a suspirar pela “família” passista.

    Rennie alivia. Usa.

    • miguel fonseca says:

      E relativamente aos indicadores da noticia não tens nada a dizer?
      Não comentas os numeros?

      • Paulo Marques says:

        Taxar quem poului e não limpa, para manter o sonho dourado da eurolandia que tanto gáudio lhes dá. Já nem durmo hoje.

  2. Ó tempo volta says:

  3. Rui Naldinho says:

    Tomara eu pagar 45,1% de IRS. Era sinal que auferia um vencimento superior a 11000€/Mês. Em vez de pagar os actuais, 26,5% de IRS.
    Então não era 😊 maravilhoso? Se era.

    Tomara eu pagar aquele imposto conhecido por AIMI, cuja autoria é atribuída a Mariana Mortágua. Era sinal que eu tinha um património imobiliário de luxo, muito acima de 600.000€ por elemento do agregado.
    Ui! Que espetáculo!

    https://expresso.pt/economia/2019-10-16-Imposto-Mortagua-chegou-a-75-mil-contribuintes.-331-tinham-predios-acima-de-2-milhoes

    O que me interessa na carga fiscal, muito mais que o seu valor absoluto ou em percentagem do PIB, é a forma como ele é distribuído pelos contribuintes. E nessa matéria, não me parece que o PSD alguma vez tenha feito melhor. A história demonstra precisamente o contrário. Talvez por esse facto o PSD não ganhe um único acto eleitoral há mais de cinco anos. E mesmo o de 2015, depois de ter perdido estrondosamente as autárquicas e as europeias, teve de ir coligado com o CDS, com o Sócrates na cadeia, até à véspera do acto eleitoral.
    Se olharmos para a maioria das autarquias em que o PSD as conquista sozinho, sem a muleta do CDS ou do PPM, não devem ultrapassar as 50. Isto num partido que já teve sozinho, nos anos 80, mais de 130 autarquias.

    • A.Guedes says:

      Este mastunço como é incompetente e o único sitio ode arranja pouso é a função publica acha bem alguém que se esforça e ganha mais que ele seja esbulhado de quase metade daquilo que ganha, para o estado andar a manter estes invejosos dos esquerdistas que em vez de se esforçarem andam nas ruas a reivindicarem aquilo que não é deles.

      Artur Guedes

  4. Paulo Marques says:

    Continuo à espera que me expliquem como é que se dá suprema relevância ao valor do défice (como assinou não Sócrates, mas Cavaco), num país que importa recursos, sem contínuo aumento da carga fiscal? Ainda por cima por causa da tal “desvalorização interna” (vulgo, desemprego e precariedade) para “ser competitivo” (esquecendo que as empresas assim não investem).

  5. Porra e três quinze! says:

    quando caiu o governo “antipatriótico” de Passos Coelho.

    Ahahahahahahaha….!

    Este solípede diz isto sem se rir.

    • POIS! says:

      Pois, eu também não entendi!

      Até porque o governo de Passos que caiu foi muito patriótico. Só durou 27 dias! Querem mais patriotismo?

      Antipatriótico foi o primeiro, nunca mais largavam a coisa!


  6. Quanto mais impostos mais a matilha cresce…

    • abaixoapadralhada says:

      Repugnante Sa Lazarista Menor

      Tu és de modas.

      Ha uns tempos, eram todos treteiros e suas tretas.
      Agora deu-te para as “matilhas”

      Estas muito criativo. Os ares dos Jesuitas fazem-te bem

      Qual será a próxima moda/cassete ?

    • POIS! says:

      Pois será verdade!

      E a prova disso é que V. Exa. está bastante crescido! É um efeito colateral do fisco, não tem grande importância.

  7. R SANTOS says:

    O cronista destila manipulação manhosa por detrás de ironias e ‘trocadalhos’. Mas na essência e intenção não passa disso.


  8. Têm um bom pretexto para se endividarem à vara-larga.
    Dos colmilhos escorre-lhe o apetite pelos ajustes directos nas crises.
    O Futuro mede-se a cada seis meses.
    A soberba invade-lhes os míseros bestuntos.

    A matilha está em alta!
    A corja arrota postas antecipando o festim.

  9. Jacquerie says:

    Ó homem (começo a sentir vergonha alheia) e esse sentido de ridículo? Não se envergonhe com estas patranhas facilmente explicáveis.

  10. Julio Rolo Santos says:

    É incrível que ignore o motivo da dívida pública atual e não faça referência á dívida anterior á pandemia. Dá jeito o trocadilho não dá?

    • POIS! says:

      Pois, e não só!

      Que faça referência à dívida bruta e não à dívida líquida. São mais de 20 mil milhões de diferença!

    • Paulo Marques says:

      Quase tanto jeito como ignorar que cortar a dívida pública é cortar poupanças privadas.


  11. Quando eles TODOS (presidente/governo/deputados) destruíram Portróikal por causa de uma mera época de constipações e gripes, e daqui a nada ainda vão ser condecorados pelos palhaço mor da Farsapública pelo excelente trabalho de demolição… Não sei porque insistem em culpar uns mais que outros?!

    Tudo isto com a passiva atitude de uma Manada de Boçais que dá gosto contemplar!

    • POIS! says:

      Pois temos de concordar!

      Que a contemplação de boçais é uma atividade social da maior importância! O que seria da humanidade se, com grande sacrifício não existissem tamanhas sumidades contemplativas como esta vozinha0óspapeis? Estavamos todos lixados!

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