A guerra de informação da Extrema-Direita que agora ameaça Portugal (parte 1)
Expor ao vento. Arejar. Segurar pelas ventas. Farejar, pressentir, suspeitar. Chegar.

Um longo monólogo, com muitos gestos e fundo musical E o colega com bichinhos carpinteiros. As perguntas que já não se fazem, colocam-se. Uma confusão de pessoas e de nomes. No afã de interromper e de falar por cima, quase saía um cinquenta por cento, em vez de trinta.

O governo da República Portuguesa publica uma nota sobre Educação utilizando uma fotografia de um suposto professor em suposto ambiente de suposta sala de aula com um quadro e giz.
Há quantas décadas desapareceram os quadros e giz das salas de aula na república portuguesa…?
Descobri na passada terça-feira que este vídeo deveria ter saído no dia 22 de Setembro de 2024, às 23h30. Pronto, ei-lo.

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«Outros partidos vão ter de se adaptar e adotar algumas destas medidas para cortar o apoio à extrema-direita.»
Sim, porque a terceira via funcionou tão bem a conter o pior da direita e a não chegarmos aonde qualquer análise marxista dizia que era inevitável.
«Qual foi a última vez que vimos uma discussão honesta do programa político do Chega?»
Qual foi a última vez que vimos uma discussão honesta de algum programa político? Alguém, sequer, alguma vez explicou porque temos um elevado stock de desempregados para combater crises que nunca poderiam acontecer?
«Bannon serviu na Marinha americana e sabe-se que passa o tempo a ler livros sobre história militar.»
Sim, quando quero o segredo para o sucesso, penso logo em intervenções americanas, mas só para apoiar o oposto. O facto do jagunço atingir objectivos diz mais sobre a “alternativa séria” do que sobre a inteligência do coiso. Como juntar o Brexit ao resto, realmente é horrível ter vacinas a tempo e horas e poder apoiar a economia como se entende (independentemente das escolhas na urna, lá como na maior parte do mundo, serem horríveis).
E que tal, hmmm, sei lá, ter uma alternativa no boletim que seja atraente e não seja maior desemprego, maior precariedade, piores serviços, menos rentismo, menos nepotismo e por aí adiante? Pensem nisso, podia ser que a abstenção fosse cada vez menor tendo escolhas que são indiferentes para o dia a dia dos eleitores.