Aos que nos tentam impingir uma prisão domiciliária com períodos de liberdade condicional.
Pela Liberdade, sempre!
Expor ao vento. Arejar. Segurar pelas ventas. Farejar, pressentir, suspeitar. Chegar.
Aos que nos tentam impingir uma prisão domiciliária com períodos de liberdade condicional.
Pela Liberdade, sempre!

Os movimentos independentes, que vêm ganhando terreno no campo autárquico, são uma ameaça à partidocracia que governa Portugal, em particular para o eixo central do sistema, concretamente PSD e PS. Um destes dias de manhã, enquanto conduzia para o trabalho, ouvia a crónica da Inês Cardoso, na TSF, que versava precisamente sobre este tema, e sobre a forma como ambos os partidos, sempre tão hostis um com o outro no teatro da propaganda, se conseguiram unir para levantar ainda mais entraves à árdua tarefa de constituir um movimento independente para disputar eleições autárquicas. Como aconteceu com os debates quinzenais com o primeiro-ministro, PS e PSD conseguem sempre dar as mãos quando o superior interesse das cúpulas partidárias e do caciquismo estão sob ameaça.
Ontem, o Tribunal Administrativo do Círculo de Lisboa, após ação da Associação Portuguesa do Adepto, confirmou a legalidade do Cartão do Adepto que aqui já foi falado. Este cartão foi criado no âmbito de uma estratégia para combater a violência no desporto. Ora, como todos sabemos, nada combate melhor a violência de indivíduos do que um pedaço de cartão no bolso controlado pelo Estado.
Continuo sem entender como uma lei que trata pessoas de forma diferente pela forma de apoiar é considerada legal. Segundo esta lei, uma pessoa se transportar um trapo de 99 centímetros é um cidadão ordeiro, mas por mais um centímetro pode ser um potencial criminoso.
A Iniciativa Liberal tomou uma posição e anunciou ser totalmente contra este Cartão. Mais uma vez, fica provado que a IL escolhe o lado da liberdade em todas as lutas e não anda ao sabor de popularidade ou poder.
Temos o dever de lutar por que os adeptos não vejam as suas liberdades limitadas, pois quando se trata da liberdade devemos até lutar pelos direitos daqueles que não gostamos. É por uma questão de princípio. Há precedentes que não podem ser abertos.
Como adepto, como liberal e como cidadão:
Não ao Cartão do Adepto!
A União Europeia aconselha todos os seus Estados-Membros a administrarem a vacina da gigante farmacêutica AstraZeneca.
Ora, segundo notícias vindas a público, a farmacêutica registou, no último ano, lucros de 2.592 milhões de euros, naquilo que representou um crescimento de 159% em relação ao período homólogo do ano passado. O lucro baseado nos males é bala do capitalismo, sabemos. Por tal, não é a AstraZeneca a parte culposa. Esse papel está reservado, nesta situação, à UE, que se apresenta como um meio para chegar a um fim – o lucro dos seus parceiros económicos.
Tendo por base estes dados, concluímos que as desigualdades se manifestam, também, no acesso à vacina. A monopolização da vacina, em que uma das produtoras enriquece em larga escala graças a essa mesma monopolização, tendo como braço armado a UE na sua defesa e adjudicação, não beneficia nem os cidadãos europeus dos países pertencentes à União, nem o resto do Mundo (ao qual a UE também tem de saber chegar, no sentido de esbater as desigualdades existentes).
Fica provado, mais uma vez, o carácter neo-liberal da UE, que comanda e impõe, estando mais interessada em enriquecer poderes alheios, em vez de chegar a todos os seus cidadãos de igual forma sem olhar aos lucros. É, também nisto, que se vê o carácter capitalista e pouco humanista de uma “união” que me parece cada vez mais afastada de si mesma.
Se para o comum cidadão os anos de 2020 e 2021 ficarão na memória como um dos piores do novo milénio, para a farmacêutica britânica estes anos serão, citando Bryan Adams em Summer of ‘69, “the best days of my life”.

Foto: Dado Ruvic – Reuters
A propósito da saída das redes sociais dos médicos pela verdade, em 2003 organizei uma petição com cerca de 40 investigadores, entre os quais o Prémio Nobel Georges Charpak, a Prof.ª Teresa Lago e o Prof. Rui Agostinho, que acompanhou queixas a vários órgãos de soberania e reguladores públicos contra a rúbrica de astrologia no Programa Praça da Alegria. Nesse ano, o serviço público de televisão pagava chorudamente a uma astróloga para desinformar os espetadores, que chegou ao ponto de descompor uma espetadora em direto alegando que esta não tinha nascido no dia que lhe tinha indicado, isto para justificar uma previsão anterior que não se tinha concretizado. O processo que se seguiu à queixa não foi nada fácil, com a agravante de ouvir as críticas de alguns dos meus pares porque achavam eles que se deveria ignorar os astrólogos, que só ganhavam força com a minha queixa, etc. Mais de um ano e meio depois da queixa a astróloga saiu mesmo da RTP, segundo o que foi dito saiu pelo seu próprio pé, sem que a própria RTP tivesse alguma vez justificado que serviço público providenciava essa rúbrica de astrologia ou tivesse formulado qualquer pedido desculpas aos espetadores.



Um longo monólogo, com muitos gestos e fundo musical E o colega com bichinhos carpinteiros. As perguntas que já não se fazem, colocam-se. Uma confusão de pessoas e de nomes. No afã de interromper e de falar por cima, quase saía um cinquenta por cento, em vez de trinta.

O governo da República Portuguesa publica uma nota sobre Educação utilizando uma fotografia de um suposto professor em suposto ambiente de suposta sala de aula com um quadro e giz.
Há quantas décadas desapareceram os quadros e giz das salas de aula na república portuguesa…?
Efectivamente, na KEXP.
Por acaso, já agora… Um dia, estava eu no Castle Howard, a recordar, reviver e revisitar, mas num ambiente pop, quando me apareceram de surpresa. Amanhã, em Bruxelas, voltarei a vê-los e ouvi-los. Com novidades, anunciadas há meses por Alexis Petridis, como “alien offshoot mushroom, going the gym to get slim“, “my dream house is a negative space of rock” ou “when I was a child I wanted to be a horse, eating onions, carrots, celery“. Em princípio, será isto. Veremos.

Segundo EUA e Israel, o Irão está militarmente obliterado. Na realidade, há mísseis iranianos a atingir localidades de Israel (que tem das melhores defesas aéreas do mundo), além da península arábica.
Falta pouco para Trump dizer que acaba esta guerra com um telefonema.
Subida exponencial do preço do petróleo, aumento da inflação e das taxas de juro, perda de poder de compra, perigo de incumprimento nos créditos bancários, tudo em ambiente de forte especulação e de bolha imobiliária. Onde é que eu já vi isto?!
diz Santana Lopes. Pois. Mas só uma pessoa escreveu «agora “facto” é igual a fato (de roupa)». Uma.
Vinícius Jr. “incluiu a Seleção Nacional no lote de favoritos à conquista do Mundial 2026“. Lembrete: ‘selecção’ ≠ ‘seleção’.
Efectivamente, no Expresso: “Enfermeiro nomeado para coordenador da Estrutura de Missão para as Energias Renováveis deixou o cargo quatro dias depois da nomeação ter sido publicada“.
É possível lermos, num artigo de Jorge Pinto, “um partido que defende a política assente na ciência e nos dados” e a indicação “O autor escreve segundo o acordo ortográfico de 1990“? É.
“uma constatação de factos“. Factos? Com /k/? Estranho. Então e o “agora facto é igual a fato (de roupa)“?
“o nosso sentimento e as nossas condolências para com as famílias daqueles que não evitaram a trágica consequência de perder a vida”. Sacanas das pessoas, culpadas de não terem evitado morrer.
Não é Trump always *chicken out (00:31). O verbo é to chicken out, conjugado na terceira pessoa do singular (presente do indicativo), logo, aquele s faz imensa falta. Oh yeah!
Por lá, pó branco, só se for gelo. Como sabemos, o combate à droga é a motivação destas movimentações. A libertação de Hernández foi uma armadilha extremamente inteligente para apanhar os barões da droga desprevenidos.
Oferecer um calendário ou uma agenda a Mourinho. O jogo é na terça…

« Mais vous avez tout à fait raison, monsieur le Premier ministre ! » (1988). Mas, prontos. Voilà. Efectivamente.
Existe uma semelhança entre as pianadas do Lennon no Something e do Tommy Lee no Home Sweet Home.
Moreira, mandatário de Mendes, admite que avanço de Cotrim o levou a não ser candidato a Belém. Júdice, mandatário de Cotrim, votará Seguro na segunda volta.
O “cartel da banca” termina com um perdão de 225 milhões de euros aos 11 bancos acusados de conluio pelo Tribunal da Concorrência. Nada temam!
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