
Continuamos submetidos à avalanche mediática, que durará o tempo que a rentabilidade ditar que dure, até que a next big thing tome conta do jornalismo monotemático.
No final, o drama ficará para quem o vive, e os restantes lá se esquecerão do país que arde, todos os anos, até que comece novamente a arder e nos caia a dolorosa ficha: continuamos sem meios adequados para combater as chamas. E assim continuaremos.
Podemos, em alternativa, mudar o nome de todas as corporações de bombeiros deste país para Novo Banco e, seguramente, teremos tantos meios aéreos no próximo ano que os incendiários não ousarão sair da fosse séptica. Já os consigo imaginar a ter pesadelos com o Costa de bazuca hídrica na mão.







Ora essa, 5 anos depois lá têm mais de cinquenta candidatos para trocar o SIRESP. O que são 5 anos para tapar um buraco? Até parece que aparecem mais entretanto…
“Managed decline” é uma expressão que devíamos traduzir, porque é o “novo” normal.
chamar jornalismo a isso é dar-lhes mérito que eles não tem, dizem que a culpa é dos editores da redacção…
É sensacionalismo. Mediatismo de jornalismo ruin para vender à bruta. Seja a culpa de quem for, mas são jornalistas sim!
Por essa lógica também se vai argumentar que o Ricardo Salgado não era um banqueiro. Era um banqueiro negligente e criminoso, tal como existem também médicos ou jornalistas negligentes e criminosos.
Há quem tenha boas ideias…
Catarina Martins
@catarina_mart
Que venha a chuva. Bom dia
9:40 AM · 19 de jun de 2017·Twitter for iPhone
Ao contrário dos políticos de bem, não é opinião política.