Viva a República!

Isso dá Monarquia é muito bonito para quem gosta, e dá bom material para as revistas Caras deste mundo, mas se é para escolher, prefiro a República. Até porque a República permite-me escolher. Não me condena a ter que levar com malta que nasceu com o direito de ser mais que os outros. Se os eleitores por vezes escolhem políticos corruptos, ou tratantes de outras artes larápias, a culpa não é da República. Não faltam tratantes nas famílias reais. É ela por ela. De maneira que, senhoras e senhores, tenho a dizer-vos o seguinte:

Viva a República!

Comments

  1. Rui Naldinho says:

    Quando se pretende fazer comparações entre monarquia e república temos a tendência para olhar logo para a monarquia inglesa, uma das mais antigas do mundo, como padrão. Ninguém imagina a Tailândia, ou os Emirados Árabes Unidos, Marrocos, Jordânia etc, etc.
    A maioria das pessoas esquece-se que o Reino Unido foi a maior potência colonial do planeta, e a língua inglesa é provavelmente a mais falada no mundo de modo formal e informal. A Commonwealth é talvez, a maior associação de Estados sob a égide da mesma língua comum.
    Dito isto, independente das críticas, e são muitas, que se possam fazer à monarquia inglesa, qualquer evento social e político associado a ela é um manancial de receitas várias, directas e indirectas, para o fisco da Gra Bretanha. A monarquia inglesa está para as restantes monarquias como Hollywood está para o cinema. A Meça americana do cinema sustenta-se a si própria e é uma fonte de receitas. Já as outras cidades e indústrias cinematográficas necessitam dos apoios estatais ao nível da cultura, para sobreviverem como eventos e actividades.

    Nos restantes países da Europa a parcimónia parece-me ser o uso comum das monarquias, em comparação com o Reino Unido, maus despediste e mediático. Daí não haver grande contestação popular.
    A República foi a resposta dada pelas sociedades no século XIX e início do século XX, a monarquias decadentes, corruptas, onde as desigualdades sociais eram gritantes, e onde a burguesia não se revia.
    Hoje as repúblicas são o verdadeiro normal, e tudo o resto é fantasia.?

    • Rui Naldinho says:

      Alguns erros ortográficos e de pontuação, porque o “Je” está sem óculos. E isto de fazer comentários em telemóveis, não é para “velhos”.

  2. Luís Lavoura says:

    A República também “dá bom material para as revistas Caras deste mundo”. As mamas desta República são da melhor qualidade, e podem ser apresentadas em qualquer Caras deste mundo.

    • Pimba! says:

      … ou näo, por alguma razäo a revista se chama Caras, näo se chama Peitos…

      Já podia era aparecer na FHM!

  3. Amora de Bruegas says:

    Viva o regime dos pedófilos, dos corruptos, dos abortistas, eutanazi cos e genocidas.
    Enfim, há gostos para tudo!

    • POIS! says:

      Pois é, ó Burregas!

      Deve ser mesmo por causa da República que já lá vão mais de 400 padrecos, beatolas, catequistos, bispatos, cardealotes e santolas implicados em abusos de crianças ou da sua ocultação.

      Até porque a Beata Agremiação foi uma grande fã da República desde o primeiro dia.

      E na era salazaresca? Ah! Vivíamos na monarquia.

      Confere!

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