Passos Coelho, refém da ideologia de género quando a ideologia de género ainda não fazia reféns

E vocês? Ainda são do tempo em que D. Pedro Sebastião Passos Coelho estava refém da ideologia de género e do políticamente correcto?

Do tempo em que propunha “criar mecanismos de sinalização de conteúdos jornalísticos e publicitários sexiatas e estereotipados do ponto de vista do género”?

Do tempo que defendia “monitorizar, de forma permanente e sistemática, os conteúdos mediáticos (jornalísticos e publicitários) identificando mensagens sexistas e estereotipadas”?

Ainda havemos de descobrir que o antigo primeiro-ministro era um sleeper agent da União Soviética, com a missão de arruinar a direita portuguesa, ao serviço do marxismo cultural e da ideologia de género. Leram primeiro aqui.

Comments

  1. estevesayres says:

    Por falarem em Passos Coelho um neoliberal de sete custados!!! Além disse, o Marcelo deveria ser internado quando falou no Coelho!

  2. Rui Naldinho says:

    Por estes dias com a aprovação praticamente assegurada do OE 2023, não têm faltado alusões patrióticas e mírificas ressuscitações do Dr. Passos Coelho, pela forma como comandou a “nau catrineta por mares nunca dantes entroicados”, esquecendo-se que há opções económicas que ele tomou por sua conta e risco, sem a interferência externa. Portanto, Passos quis mesmo empobrecer o país, tal como Salazar.
    Já Costa, nas suas artes mágicas de vendedor da banha da cobra, aproveitou a boleia da inflação e uma maioria absoluta de um só partido, que lhe foi oferecida pela CS portuguesa sempre tão pronta a entalar os socialistas, em qualquer tema que gere polémica, ao insinuar uma vitória da direita em finais de Janeiro, deste ano. Costa quer reduzir a dívida à conta, em boa parte, da classe média, utilizando como instrumento a inflação que ele não escolheu. Caiu-lhe nas mãos como uma espécie de maná político.
    Primeiro foi Marcelo a glorificar Passos Coelho, imitando o grande Aníbal, esse morto vivo que vai deambulando pelas prateleiras da nossa imprensa escrita e falada, hoje foi Montenegro voltando ao assunto, numa espécie de acólito de Passos, como se quisesse informar o eleitorado que ele também está prazo. Dizendo de outra forma, Montenegro faz de profeta e vem anunciar o regresso de Passos.
    Se Marcelo quer deslocar a atenção da pedofilia eclesiástica para outras paragens, e das suas gafes, já Montenegro parece vislumbrar uma passagem de curta duração pela liderança do PSD em face do Acordo da Concertação Social para quatro anos, alcançado pelo governo socialista. Assim é difícil ser Oposição.

    • Paulo Marques says:

      Ó Rui, não me diga que acha que o acordo é para ser cumprido. Nem sei o que lá está, mas acredito tanto como no pai natal.

      • Rui Naldinho says:

        Eu não acredito, Paulo. Até porque o PS é capaz de aprovar uma lei hoje, com a maioria absoluta que dispõe, e daqui a um ano alterá-la de novo.
        Depois ninguém sabe o desfecho da guerra e como a inflação evoluirá.
        Mas como isto é para os mercados, o importante é que os mercados reajam bem.

  3. Júlio Santos says:

    Sim, sou desse tempo e muito gostaria que ele não volta-se. Fui roubado na aposentação mas, ao contrário de milhares de famílias, não tive que devolver a casa ao Banco. Passos Coelho e o seu séquito incluindo o Sr. Montenegro, impuseram-nos uma austeridade mais agressiva do que a que era imposta pela troika. Hoje, o Sr. Montenegro, quer dar tudo sobretudo aos “pobrezinhos” que ele próprio criou. Os brazucas chamar-lhe-iam”ter muita cara de pau”.

  4. JgMenos says:

    PPC demonizado pelos oportunistas esquerdalhos não é nenhum pilar da Direita; tem tiques esquerdalhos e nunca fez frente bastante à cambada!

    • Paulo Marques says:

      Pois não, pá, os dois ordenados que nos sacou eram ganancia nossa.

    • POIS! says:

      Pois não diga!

      Nunca fez frente bastante a Vosselência?

      E ainda se queixa?

  5. Manuel Silva says:

    Este desgraçado do JGMenos ainda por aqui anda a perorar contra o pessoal das Esquerdas? Coitado do João Pires da Cruz, que tarefa ingrata e propôs a si próprio!

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