
Li por aí, na imprensa “de referência”, que a greve dos professores é desproporcional, entre outros argumentos diminuidores, alguns até paternalistas.
Desproporcional, para mim, é ver o Estado ser um agente de trabalho precário no país, a vestir a pele de hipócrita ao exigir aos outros o que não pratica.
O Estado tem costas largas mas há nomes concretos a apontar. Costa e os seus ministros da educação são apenas os últimos. A actuação dos ministros da educação nos últimos 18 anos tem sido clara e consequente. Desacreditação da classe docente, estabelecimento de práticas que promovem o “sucesso” educativo e desorçamentação continuada.
Por isso, fazem muito bem os professores em não se habituarem. Fosse eu professor e faria o mesmo.






Engraçado, o partido fascista comunista e o broca ganza de esquerda estão no governo e nem uma greve ou uma manifestasinha contra, saem do governo os probremas são os mesmos, e aparecem as greves easmanifestações
As greves e as manifestações apareceram pela mão de um novo sindicato, não engajado com “esquerdas”, sejam elas quais forem.
Os “velhos” sindicatos, nomeadamente o comunista, lá teve de ir a jogo, contrariado e a reboque. O BE, esse, organiza congressos de LGBTQ+, que isso é que preocupa o país.
Pois…
“não engajado com “esquerdas”? Só falta dizer que é malta do Venturoso Quarto Pastorinho, não? (lagarto, lagarto lagarto!).
Vosselência não conhece o presidente e o mais visível promotor do STOP?
Eu não tenho nada contra o homem. Mas de Direita é que ele não é, de certeza!
Note-se: eu estou com a luta dos professores. Agora dizer que é totalmente estranha “às esquerdas”…Algum dia o sindicalismo de direita, ou mesmo a socialdemocrateira UGT, mobilizou alguém???
Tenha juízo!
Acho que percebeu o que eu quis dizer, mas dá-lhe jeito dar uma de “desentendido”. Eu não disse que o STOP era um sindicato engajado com “a direita” ou com “as direitas”, o que eu disse é que é um sindicato não engajado com “as esquerdas”, ou seja, não é um sindicato ligado a partidos ou que tenha nascido dos partidos. É um sindicato INDEPENDENTE, como devem ser todos os sindicatos. Provavelmente, terá lá gente de todos os quadrantes políticos (como, uma vez mais, deve acontecer com todos os VERDADEIROS sindicatos).
Se o seu presidente é de esquerda ou de direita é algo que desconheço e, francamente, não me interessa. O que me interessa é que o sindicato está a fazer a luta PELOS PROFESSORES, enquanto a FENPROF sempre colocou o interesse partidário em primeiro lugar (como, de resto, a esmagadora maioria dos sindicatos o fizeram, e também o faz essa organização fantoche que dá pelo nome de COINFAP, que se arvora em representante dos pais, quanto dos sabemos que não representa o interesse dos pais, mas sim o interesse do PS).
Portanto, devolvo-lhe o mimo: tenha juízo, e não faça dos outros parvos.
Pois, citando…
“Se o seu presidente é de esquerda ou de direita é algo que desconheço e, francamente, não me interessa”.
Se não lhe interessa, não chame parvos aos outros.
A sua narrativazinha não tem o mínimo fundamento. Não se trata de sindicatos “com origens partidárias” contra os outros ditos “impolutos”. Em todos há dirigentes membros de partidos políticos (e eu nada tenho contra isso), e o STOP não é exceção. Ponto final!
Pode é haver práticas sindicais diferentes. Os professores, sócios ou não de sindicatos, esteja descansado, não são parvos!
A CONFAP e outras semelhantes não representam ninguém. Não me interessa se são do PS, da Igreja, ou uma coligação de ambos. Não é por causa da filiação dos dirigentes. Não prestam, ponto final!
Redevolvo o “mimo”, e à cobrança no destino!
“É um sindicato INDEPENDENTE, como devem ser todos os sindicatos.”
É, deve ser tudo atomatizado para ser melhor neutralizado, o capital não só concorda, como convence.
Preocupa quem passa a poder existir. Não pode é ser o foco, nem sequer separado, pois perde toda a força e aburguesa-se.
O STOP está ligado ao Movimento Alternativa Socialista (MAS)
Bom, se estiveram no governo, não só será capaz de dizer um singelo nome de um governante dos mesmos. De qualquer forma, é quase como se o principal partido, estando sozinho, mudasse e passasse a estar bem como está, ou, com a chegada da crise, com o aumento do declínio.
Pois é, ó burreiro!
Vosselência devia era mudar de emprego. Aí no matadouro não se aprende nada! Só a talhar bifes e a apalpar moelas…
E se Vosselência não fosse um grande burreiro entenderia alguma coisa. Mas sendo…
PS. “broca ganza”? Refere-se às tiradas do Venturoso Quarto Pastorinho? Que, aliás, já confessou o seu consumo, segundo disse, “passado”…
Os professores não precisam dos ministros da educação para se desacreditarem, eles fazem esse trabalho sozinhos e muito bem por sinal ( peço desculpa aos bons professores que estão envergonhados com tudo isto).
O Estado não deve ser o empregador dos professores.
A situação apenas é mantida porque os governos socialistas precisam dos seus votos para ganharem eleições.
Por outro lado os professores adoram o Estado como empregador por diversas razões como:
– Acesso a saúde privada ( podendo assim escapar ao SNS)
– Pouca responsabilização pelos resultados profissionais obtidos.
– Impossibilidade de despedimento.
-Salário acima da média dos demais com formação equivalente.
– Reformas por inteiro.
-Reforma mais cedo que o trabalhador fora do estado.
-mais férias.
-Horário de trabalho mais curto que o trabalhador fora do estado
-N Dias de isenção ao trabalho sem necessidade de “atestado”.
Etc , etc.
És um bot?
Não
É uma das botas do “Botas”
Mas como o “Botas” já cá não está…
É uma autêntica bota da tropa!
Pois é, ó Qwvellllasss (1) (2)…
Na “mouche”! Vosselência tem cá uma sorte do camandro! Jogue no Euromilhões que em breve lhe vai sair o suficiente para a sua viagem de sonho à Arrentela, com passagem pela Coina!
Nem uma única das razões que apresenta para a “adoração” do Estado como empregador é, nos dias de hoje, minimamente verdadeira! Nem uma!
A não ser aquela do acesso à saúde privada, que Vosselência se esqueceu de mencionar que é financiada integralmente pelos beneficiários da ADSE desde há muito! “Saúde Privada” essa que só existe, em grande parte, porque…existem funcionários públicos com ADSE! Uma boa parte do sustento, ou dos investimentos desses “arrojados empreendedores” vem das rendas que a ADSE e o Estado (através dos vales-cirurgia) lhes paga!
Porque é que Vosselência acha que acabou a clássica caramunha diretrolha em relação aos “privilégios” dos utentes da ADSE?
Tudo resto que Vosselência menciona é produto de conversa de tasca à hora do fecho. Esses supostos “privilégios” são hoje iguais, ou mesmo inferiores, aos do setor privado!
E agora vá lá acabar a sopa de línguas de andorisco e não deixe esturrar o guisado de gambozinos, ou ainda dá cabo do repasto dominical.
E não se esqueça de guardar uma taça de mousse de nhonhas para o unicórnio.
Vá p’ra dentro!
(1) Continua a seguir-se a máxima do Alencar, seja ele quem for (2), introduzida aqui por Vosselência, seja Vosselência quem for, “não mencionar o…Vosselência!”.
(2) Era melhor que não se soubesse quem era. mas ainda ontem o vi: estava ali na tasca a acabar de comer umas ameijoas à Bulhão Pato. E logo me disse: “por favor não mencione a Qu…(ufff!), isto é, Vosselência!”.
E depois ainda querem que se acredite que não só não vivem no passado, mesmo esse mitológico, como não são dogmáticos quando só vẽm dois géneros, o público e o privado sem um pingo de análise.