O PS a ser PS

 

Comments

  1. luis barreiro says:

    Tudo vale para os chulos do socialismo comparar cargos que valem umas sandes com cargos que valem milhoes de euros, tudo vale para os xuxas.

  2. Luís Lavoura says:

    Uma coisa são cargos públicos, pagos pelo dinheiro dos contribuintes, outra coisa são cargos num partido, cargos esses que não são (em geral) remunerados e partido esse ao qual ninguém é obrigado a pertencer nem é obrigado a votar nele.

    • Ernesto says:

      Claro, se a IL estivesse no poder, estes familiares viraram pizza!

    • Paulo Marques says:

      E mais, nem sequer têm influência nenhuma se porventura alguns fossem eleitos, porque eles próprios estão, na realidade, a competir entre uns com os outros por sucesso no mercado tachista! Cenário que só teria benefícios em copiar no executivo, claro.
      Ou isso, ou… A realidade de que são pessoas conhecidas que se organizam para alguma coisa e as quais se conhece as competências para nomear, e o problema é as eleições não servirem para distinguir, a bem da seriedade, quem o faz por bem ou por mal.
      O melhor é limitarmo-nos às rendas onde isto é normal, claro.

    • João L Maio says:

      Pois, ‘tá bem… abelha! Zzzzzzz.

  3. Luís Lavoura says:

    O partido do autor deste post tem duas familiares próximas como deputadas.
    (Afora, eventualmente, outros familiares próximos em cargos, partidários ou pagos pelo erário público, menos visíveis.)

    • João L Maio says:

      Ah okay, então está bem.

      Se duas tem duas irmãs em cargos, DUAS, então não se fala mais dos DOZE em VINTE E CINCO cargos.

      Sendo assim, eu é que peço desculpa por este post!

    • João L Maio says:

      Confesso que é sempre engraçado ver o contorcionismo das pessoas quando lhes calha a fava.

      • Luís Lavoura says:

        Não.
        A mim não me preocupa nada o Bloco de Esquerda ter duas deputadas irmãs. Ambas foram eleitas pelo povo, e esse povo tem o direito de eleger quem bem lhe apeteça. Se o povo quer eleger irmãs, pois seja.
        Mas, da mesma forma, a maioria das pessoas que ocupam cargos da Iniciativa Liberal foram eleitas, ou bem pelo povo, ou bem pelos militantes da Iniciativa Liberal. Esse povo e esses militantes têm o direito de eleger quem bem lhes apeteça, ponto final.
        Muito diferentes são cargos de nomeação. Por exemplo, o Bloco de Esquerda e a Iniciativa Liberal têm assessores parlamentares, funcionários, etc. Se essa gente forma redes de familiares, aí a coisa fia mais fino.

        • João L Maio says:

          “O povo” não é a mesma coisa que “os militantes”. “O povo” não tem poder de decisão nos órgãos internos dos aparelhos partidários.

  4. Luís Lavoura says:

    A pessoa que fala neste post é Inês Rosete, uma das fundadoras da Iniciativa Liberal.
    Mas eu acho que ela não tem razão. Para já, porque os cargos a que ela se refere não são, provavelmente pagos pelo erário público. E depois, porque se trata, provavelmente, de cargos para os quais as pessoas foram livremente e diretamente eleitas, e os eleitores devem ter o direito de eleger as pessoas que quiserem, incluindo pessoas que são familiares entre si.

    • Ernesto says:

      Dr. Lavouras, pare com a tentativa de spin, por favor.
      Não está aqui em causa serem pagos pelo erário público!

      Está em causa a meritoctacia da treta que vocês defendem! Ou vai-me dizer que no fabuloso mercado livre e após a vossa fantástica forma de encontrar as pessoas com mais méritos pessoais e profissionais que todos os outros, por coincidência, metade são familiares?!?!?

      É já agora, fica a pergunta:
      Para que cargos iriam estas pessoas se amanhã a IL fosse governo?

      Pense bem antes de responder que esta é das difíceis..

  5. Anonimo says:

    12 pessoas, 25 cargos, um dos coitados tem 3 trabalhos.

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