O PS a ser PS
24/01/2023 by João L. Maio
Filed Under: política nacional, sociedade Tagged With: com primos, compadrio, Iniciativa Liberal, nepotismo, Partido Socialista
Expor ao vento. Arejar. Segurar pelas ventas. Farejar, pressentir, suspeitar. Chegar.

Um longo monólogo, com muitos gestos e fundo musical E o colega com bichinhos carpinteiros. As perguntas que já não se fazem, colocam-se. Uma confusão de pessoas e de nomes. No afã de interromper e de falar por cima, quase saía um cinquenta por cento, em vez de trinta.

O governo da República Portuguesa publica uma nota sobre Educação utilizando uma fotografia de um suposto professor em suposto ambiente de suposta sala de aula com um quadro e giz.
Há quantas décadas desapareceram os quadros e giz das salas de aula na república portuguesa…?
Descobri na passada terça-feira que este vídeo deveria ter saído no dia 22 de Setembro de 2024, às 23h30. Pronto, ei-lo.

Segundo EUA e Israel, o Irão está militarmente obliterado. Na realidade, há mísseis iranianos a atingir localidades de Israel (que tem das melhores defesas aéreas do mundo), além da península arábica.
Falta pouco para Trump dizer que acaba esta guerra com um telefonema.
Subida exponencial do preço do petróleo, aumento da inflação e das taxas de juro, perda de poder de compra, perigo de incumprimento nos créditos bancários, tudo em ambiente de forte especulação e de bolha imobiliária. Onde é que eu já vi isto?!
diz Santana Lopes. Pois. Mas só uma pessoa escreveu «agora “facto” é igual a fato (de roupa)». Uma.
Vinícius Jr. “incluiu a Seleção Nacional no lote de favoritos à conquista do Mundial 2026“. Lembrete: ‘selecção’ ≠ ‘seleção’.
Efectivamente, no Expresso: “Enfermeiro nomeado para coordenador da Estrutura de Missão para as Energias Renováveis deixou o cargo quatro dias depois da nomeação ter sido publicada“.
É possível lermos, num artigo de Jorge Pinto, “um partido que defende a política assente na ciência e nos dados” e a indicação “O autor escreve segundo o acordo ortográfico de 1990“? É.
“uma constatação de factos“. Factos? Com /k/? Estranho. Então e o “agora facto é igual a fato (de roupa)“?
“o nosso sentimento e as nossas condolências para com as famílias daqueles que não evitaram a trágica consequência de perder a vida”. Sacanas das pessoas, culpadas de não terem evitado morrer.
Não é Trump always *chicken out (00:31). O verbo é to chicken out, conjugado na terceira pessoa do singular (presente do indicativo), logo, aquele s faz imensa falta. Oh yeah!
Por lá, pó branco, só se for gelo. Como sabemos, o combate à droga é a motivação destas movimentações. A libertação de Hernández foi uma armadilha extremamente inteligente para apanhar os barões da droga desprevenidos.
Oferecer um calendário ou uma agenda a Mourinho. O jogo é na terça…

« Mais vous avez tout à fait raison, monsieur le Premier ministre ! » (1988). Mas, prontos. Voilà. Efectivamente.
Existe uma semelhança entre as pianadas do Lennon no Something e do Tommy Lee no Home Sweet Home.
Moreira, mandatário de Mendes, admite que avanço de Cotrim o levou a não ser candidato a Belém. Júdice, mandatário de Cotrim, votará Seguro na segunda volta.
O “cartel da banca” termina com um perdão de 225 milhões de euros aos 11 bancos acusados de conluio pelo Tribunal da Concorrência. Nada temam!
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Tudo vale para os chulos do socialismo comparar cargos que valem umas sandes com cargos que valem milhoes de euros, tudo vale para os xuxas.
Todo borrado, tu!
Uma coisa são cargos públicos, pagos pelo dinheiro dos contribuintes, outra coisa são cargos num partido, cargos esses que não são (em geral) remunerados e partido esse ao qual ninguém é obrigado a pertencer nem é obrigado a votar nele.
Claro, se a IL estivesse no poder, estes familiares viraram pizza!
E mais, nem sequer têm influência nenhuma se porventura alguns fossem eleitos, porque eles próprios estão, na realidade, a competir entre uns com os outros por sucesso no mercado tachista! Cenário que só teria benefícios em copiar no executivo, claro.
Ou isso, ou… A realidade de que são pessoas conhecidas que se organizam para alguma coisa e as quais se conhece as competências para nomear, e o problema é as eleições não servirem para distinguir, a bem da seriedade, quem o faz por bem ou por mal.
O melhor é limitarmo-nos às rendas onde isto é normal, claro.
Pois, ‘tá bem… abelha! Zzzzzzz.
O partido do autor deste post tem duas familiares próximas como deputadas.
(Afora, eventualmente, outros familiares próximos em cargos, partidários ou pagos pelo erário público, menos visíveis.)
Ah okay, então está bem.
Se duas tem duas irmãs em cargos, DUAS, então não se fala mais dos DOZE em VINTE E CINCO cargos.
Sendo assim, eu é que peço desculpa por este post!
Confesso que é sempre engraçado ver o contorcionismo das pessoas quando lhes calha a fava.
Não.
A mim não me preocupa nada o Bloco de Esquerda ter duas deputadas irmãs. Ambas foram eleitas pelo povo, e esse povo tem o direito de eleger quem bem lhe apeteça. Se o povo quer eleger irmãs, pois seja.
Mas, da mesma forma, a maioria das pessoas que ocupam cargos da Iniciativa Liberal foram eleitas, ou bem pelo povo, ou bem pelos militantes da Iniciativa Liberal. Esse povo e esses militantes têm o direito de eleger quem bem lhes apeteça, ponto final.
Muito diferentes são cargos de nomeação. Por exemplo, o Bloco de Esquerda e a Iniciativa Liberal têm assessores parlamentares, funcionários, etc. Se essa gente forma redes de familiares, aí a coisa fia mais fino.
“O povo” não é a mesma coisa que “os militantes”. “O povo” não tem poder de decisão nos órgãos internos dos aparelhos partidários.
A pessoa que fala neste post é Inês Rosete, uma das fundadoras da Iniciativa Liberal.
Mas eu acho que ela não tem razão. Para já, porque os cargos a que ela se refere não são, provavelmente pagos pelo erário público. E depois, porque se trata, provavelmente, de cargos para os quais as pessoas foram livremente e diretamente eleitas, e os eleitores devem ter o direito de eleger as pessoas que quiserem, incluindo pessoas que são familiares entre si.
Dr. Lavouras, pare com a tentativa de spin, por favor.
Não está aqui em causa serem pagos pelo erário público!
Está em causa a meritoctacia da treta que vocês defendem! Ou vai-me dizer que no fabuloso mercado livre e após a vossa fantástica forma de encontrar as pessoas com mais méritos pessoais e profissionais que todos os outros, por coincidência, metade são familiares?!?!?
É já agora, fica a pergunta:
Para que cargos iriam estas pessoas se amanhã a IL fosse governo?
Pense bem antes de responder que esta é das difíceis..
12 pessoas, 25 cargos, um dos coitados tem 3 trabalhos.