Miguel Castro, cabeça de lista do partido de André Ventura às regionais na Madeira, definiu o “combate à subsidiodependência” como umas das suas principais bandeiras eleitorais.
Gajos a viver à pala do Estado?
O CH é contra.
Seja qual for a razão por trás do subsídio.
Se não forem todos dependentes dele, a propaganda populista não vende tão bem.
- Mas ó Miguel, trata-se de uma viúva de 94 anos com 70% de incapacidade!
- Não interessa, que vá trabalhar!
E mais ou menos isto.
Mais eis que alguns jornalistas fizeram o seu trabalho. E o que descobriram eles?
(Preparem-se e, para vosso bem, estejam confortavelmente sentados. Isto vai ser forte)
Então não é que Miguel Castro meteu baixa médica a 27 de Junho, 2 dias antes de ser ungido líder regional pelo ayatollah da extrema-direita, justificada como “doença natural” e “incapacitante da sua actividade profissional”, exigindo “cuidados inadiáveis”, e, 3 dias depois, andou todo sorridente em arruada pelas ruas do Funchal com André Ventura?
Pára tudo: querem ver que o líder do CH Madeira mentiu às autoridades de saúde para conseguir uma baixa fraudulenta, de modo a poder faltar ao trabalho para marcar presença em actividades de pré-campanha?
Naaaaaaa, não pode ser.
- Não pode ser porque, ó Mendes?
- Porque se trata de um português de bem, meu palerma!
Se não fosse, seria seguramente um parasita subsidiodependente que não quer trabalhar, que mama dinheiro dos nossos impostos para andar a passear e que, no fundo, não passaria de mais um político inútil que nos anda a chular a todos.







Isto é muito estranho: em Portugal, os candidatos às eleições gozam automaticamente de dispensa ao trabalho durante o período de campanha eleitoral. Sendo assim, para que raio necessitaria o “cheguista” de meter uma baixa por saúde fraudulenta?
Talvez seja estranho mas a campanha para as eleições legislativas na Madeira começou no dia 10SET2023
conforme noticia abaixo
https://www.dinheirovivo.pt/economia/nacional/campanha-para-legislativas-na-madeira-comeca-hoje-com-13-candidaturas-a-47-lugares-16998137.html
Ah, já percebo, ele fez isto três meses antes da campanha eleitoral. Obrigado pela clarificação.
O meu comentário, abaixo, era no mesmo sentido de o do Tuga. De qualquer modo, confirmei: nas eleições regionais da Madeira, a dispensa de trabalho é só durante a campanha eleitoral (artigo 8º da Lei Eleitoral) (Lei Orgânica nº 1/2006, alterada em 2009).
Leu bem? Em junho não havia campanha eleitoral, nem as listas tinham ainda sido apresentadas. Em algumas eleições, a dispensa de trabalho pode começar logo após o período de aceitação das candidaturas. Não li ainda a lei eleitoral da Madeira para saber qual a extensão da dispensa.
Aliás, já não é a primeira vez que se fala de gente que aceita figurar em candidaturas em lugar “para fazer número” (note-se que, na Madeira, uma lista pode apresentar até 94 candidatos, entre efetivos e suplentes…) só para usufruir das dispensas de trabalho. Eu já conheci dois casos concretos, de pessoas que nem sabiam o nome do partido que os propôs.
Na realidade a questão da incompatibildade da baixa por doença, necessariamente prolongada por se tratar de decisão da Junta Médica, e a possibilidade de fazer campanha eleitoral é mais complexa do que se possa sugerir.
Mas, já que estamos a lidar com estúpidos demagogos, então que engulam a sua própria estupidez e demagogia pelas goelas abaixo!
Aparte a validade da informação que agradeço. acho que o João Mendes, deveria ter colocado para alem da imagem da noticia, coisa que eu não consigo fazer, ter igualmente colocado o link do jornal PUBLICO onde a noticia foi publicada.
O meu comentário não está relacionado com o conteúdo desta publicação.
Mas o Executivo liberal/maçónico do «Porto, o Nosso Partido/Porto, o Nosso Movimento/Aqui Há Porto» prepara-se para comentar mais um crime – a juntar a tantos outros que já cometeu – desta feita:
Demolições, nova praça e cave logística: projecto do Matadouro sofreu alterações
https://www.publico.pt/2023/09/28/local/noticia/demolicoes-nova-praca-cave-logistica-projecto-matadouro-sofreu-alteracoes-2064674
Vão ser demolidos estruturas e edifícios históricos que fazem parte da História e Identidade Portuenses sem que exista qualquer fundamento, qualquer justificação válida e racional para o efeito, simplesmente por cultura do cancelamento, e à boleia de um projecto medíocre, mal concebido, parolo, e muito feio, que vai edificar em Campanhã outro mono a juntar ao Terminal Inter-Modal de Campanhã.
Todos estes crimes praticados pelo Executivo liberal/maçónico do «Porto, o Nosso Partido/Porto, o Nosso Movimento/Aqui Há Porto» acontecem impunemente de 2014 até à presenta data, não são impedidos nem denunciados, não existe oposição na Assembleia Municipal (AM), e por onde andará o Ministério Público (MP) e a Polícia Judiciária (PJ)?
Como é que um Executivo que perdeu todas as Eleições Autárquicas a que se candidatou para a Abstenção que representa a Maioria dos Portuenses, e por conseguinte não tem legitimidade para Governar, pode agir desta forma criminosa e impune? Como é que um Executivo que não está legitimado toma decisões e realiza intervenções sem consultar os Portuenses e sem estes lhe darem autorização?
“toma decisões e realiza intervenções sem consultar os Portuenses”?
Porque, estando os portuences a dormir, não os quererá incomodar?…
E continua, leia lá estas últimas últimas declarações do Executivo liberal/maçónico do «Porto, o Nosso o Partido/Porto, o Nosso Movimento/Aqui Há Porto»:
https://www.jn.pt/4359089025/rui-moreira-quer-mostrar-que-no-porto-a-cidadania-e-diferente/
«…enumerou as principais obras concretizadas desde 2013, como o Bolhão, o Pavilhão Rosa Mota ou o Batalha…»
O Mercado do Bolhão não precisava de ser modificado mas antes restaurado e renovado, conforme a Lei, Regulamentos, e Normas existentes para aquele tipo de edifícios, mas não foi isso que aconteceu, o Mercado foi completamente destruído, desfigurado, e deturpado, sendo a referida intervenção ilegal e um crime que terá de ser investigado pela Polícia Judiciária (PJ) e o Ministério Público (MP), com os responsáveis pelo mesmo condenados e obrigados a repor/corrigir toda a destruição ali efectuada.
O Pavilhão dos Desportos foi graças ao Presidente Rui Rio, o Executivo do «Porto, o Nosso o Partido/Porto, o Nosso Movimento/Aqui Há Porto» só teve de dar continuidades ao projecto e inaugurar.
Quanto ao Cinema Batalha, a Câmara Municipal do Porto (CMP) não pode reabilitar imóveis privados, o que lá foi feito abre um precedente muito perigoso, é mais uma situação a ser encaminhada para a Polícia Judiciária (PJ) e o Ministério Público (MP).
O restante das declarações é a típica reacção de um partido político, de um Executivo, que não está à vontade quando é exposto e desmascarado, que sabe não ter legitimidade.
Desculpe lá, mas tenha paciência, isto hoje é só perólas, ora leiam esta declaração do Executivo liberal/maçónico do «Porto, o Nosso o Partido/Porto, o Nosso Movimento/Aqui Há Porto»:
«…Sophia de Mello Breyner assinalava, gostam da cidade de uma forma patriótica é por isso que acredito que um movimento como este pode continuar a fazer a diferença…»
https://www.noticiasaominuto.teve um fimcom/politica/2409637/movimento-independente-pode-continuar-a-fazer-a-diferenca
Vão buscar o exemplo de Sofia Tavares, uma escritora medíocre a quem os Portuenses não reconhecem qualquer mérito, e que Vera Lagoa – saudosa Mulher que tanto gostava da Cidade do Porto – já tinha esclarecido quem era essa gente:
«…E a Sophia de Mello Breyner Andersen de Sousa Tavares (o seu a seu dono) ela tem estes nomes todos. Tareco não usa (oh, diabo!) porque é só do marido. Sousa Tavares falta. Sousa Tavares rola, rola, rola, rola… Sousa Tavares nunca está onde está a oposição!
No verão quente de 75, onde estava o Tareco? Em Madrid, a beber copos, fazendo várias “revoluções” na capital espanhola… Alguém o viu em manifestações contra o Gonçalvismo? Quando o camarada Vasco estava no Poder, alguém viu o Tareco do Norte, onde o “possível” explodir da guerra civil estava latente em cada esquina?
Mas onde estava o Tareco, logo após a invasão da Índia em 1961? Na rua, à frente duma manifestação, chorando a perda de Goa, Damão e Diu. A manifestação era a favor das teses do governo: manter as colónias. Sousa Tavares está sempre onde está o governo…»
Depois falam em “movimento independente” quando o «Porto, o Nosso o Partido/Porto, o Nosso Movimento/Aqui Há Porto» é um partido político mascarado de “movimento independente” criado para levar a cabo o projecto liberal/maçónico de destruição da Cidade do Porto e dos Portuenses que o Partido Socialista iniciou em 1989 e foi interrompido graças ao Presidente Rui Rio, é uma força política que conta com o apoio dos outros partidos liberais/maçónicos: PS, CDS, PCP, CH, BE, IL, L, PAN, e a facção liberal/maçónica do PSD, mas que não conta com o apoio da imensa Maioria Silenciosa dos Portuenses representados pela Abstenção.
Ligação para a notícia presente no comentário:
https://www.noticiasaominuto.com/politica/2409637/movimento-independente-pode-continuar-a-fazer-a-diferenca
Investimento imobiliário a conhecidos, vá, agora é cultura de cancelamento.
Como diz o Presidente Rui Rio: «Se fosse só isso…».
“O meu comentário não está relacionado com o conteúdo desta publicação.”
Sim, claro. É a cassete do costume. Já esta um bocado roufenha mas enfim, é o que temos para dar
Um mantém a corrida depois do colega lhe atirar um isqueiro; outro faz serviço público de campanha apesar de doença grave.
O João não pode desprezar assim o sacrifício pessoal desta gente, até aceitam ser filmados a primeira vez que entram numa igreja e tudo! A bem da nação.
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Agora aqui para alem de defensores do clube de ciclismo também há propagandistas de coisas ilegais?
Aventar . Quem te viu e quem te vê
Não seja injusto, ó Salgueiros!
Trata-se de escroques de grande qualidade!
Identificam-se devidamente e só lidam com gente séria!
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