Ser adulto é um fingimento. No fundo, somos o que sempre fomos. Podemos engravatar a pose, podemos usar umas palavras mais perfumadas, mas basta um raspão na epiderme e lá está o miúdo que amua ou que se revolta ou que tem medo. Também lá está o bebé manipulador que aprende a chorar quando tem fome ou quanto quer atenção.
Do reino animal, ficou-nos, ainda, a ideia de que um olhar mais demorado é uma provocação. O país, o bairro, a escola, o clube, levam-nos também a acreditar que pertencemos a um grupo essencialmente virtuoso, num contraste sempre avassalador com os outros.
A nossa infantilidade pouco latente, contaminada pela agressividade do animal e pela doutrinação das histórias que nos enchem o imaginário de inimigos, criou os adultos que dirigem o mundo desde sempre, que se bombardeiam uns aos outros, quando antes chutávamos com mais força ou dávamos uns empurrões no recreio.
As razões apontadas pelos adultos que governam o mundo para se agredirem uns aos outros são variantes dos motivos infantis “Eu já cá estava!” e “Ele é que começou!”. No recreio, isso dava direito a um ou outro olho negro; no mundo actual, há gente com armas que custam milhões e matam milhões.






Absolutamente, mas na base do absolutamente assim.
O importante é acreditar que as razões são essas e absolutamente nenhuma outra, para acreditar em valores que são muito falados e nunca cumpridos.
Exacto.
Bem dito. Os liberachos bem tentam inventar, mas só enganam os incautos e fracos de espírito.
E o animal se fez homem, criando valores e daí às regras e meios de as sustentar.
Simplificando, criando as normas que definem ‘o normal’.
O ridículo dos dias de hoje é a criação de um palavrório que se diz expressão de valores e que se propõe tudo ‘normalizar’.
Pois está tudo explicado!
Ou não fosse o próprio JgMenos produto de uma extraordinária evolução, desde os tempos em que veio ao mundo em cima de uma sequoia e logo adquiriu a marcha que lhe permitiu sobreviver correndo velozmente pelas pradarias, até ter sido observado por biólogos que reconheceram nele sinais suficientes para o enquadrarem na espécie designada por “homo salazarescus”.
Um dos sinais mais valorizados foi o facto de JgMenos ter criado já meia dúzia de valores, só que já se tinha esquecido de uns cinco, restando-lhe o implícito no famoso ditado “se o teu vizinho contra o regime fala, bufa para a PIDE que ele ainda acaba numa vala”.
Foi pena que a evolução tivesse ficado por aí, mas a natureza não é perfeita.
Tal como os católicos normalizaram a pedofilia, ou como o anti-estado que correm sempre para ele quando querem alguma coisa?
Um submarino para o Benfica. Ja la tiveram o Artur Jorge com o resultado que se sabe
https://www.cm-tv.pt/atualidade/detalhe/20240814-2354-sergio-conceicao-cada-vez-mais-entusiasmado-com-a-hipotese-de-vir-a-treinar-o-benfica?ref=DET_MaisLidas
É tudo uma questão do orçamento aos padres estar aprovado, tem-se sempre atrasado, mas vai ver que chega.
Não acho que a questão esteja em sermos “miúdos”. Somos o que sempre fomos… animais como quaisquer outros, com instintos e pulsões (algumas irracionais, a maior parte natural), e essencialmente seres tribais. O problema está em tentar ignorar isso, fingindo que somos “mais avançados”. Não somos, nunca seremos, e não me parece, sequer, que seja desejável que mudemos (sobretudo quando o que vejo proposto é substituir “tribos” naturais por “tribos” artificiais).
A religião, que é tão atacada pelos “vanguardistas” (sobretudo da dita “esquerda”), dotou a humanidade de códigos morais e éticos que tentavam regular e dominar os instintos animais (embora nem sempre conseguissem). Houve mesmo situações me que os poderes instituídos se serviram da religião para o inverso – para atiçar e acirrar ainda mais esses mesmos instintos.
Seja como for, quem pensar que haverá “homens novos” e que poderá ser instituída alguma “igualdade”, desengane-se. O melhor que poderemos conseguir é tolerarmo-nos uns aos outros. E se o conseguirmos, coexistindo de forma mais ou menos pacífica, já será uma grande vitória.
A religião. seja ela qual for,serviu sempre para defender o interesse dos poderosos, de resto para o que foram inventadas todas.
Depois o mal é de quem tenta denunciar os abusos
Porque foram os “podersos” que criaram a religião, não foram? Nem a perseguiram, por não?
O fanatismo (não confundir com religião) sempre existiu, e não é necessariamente religioso (veja-se o seu, por exemplo).
Alguem te insultou meu grande fp ?
Padreca de mike
A religião é ópio do povo, e até os mais aborrecidos merecem uns viciozitos. Não, quem gosta de homens novos são os liberais, na versão social-democrata ou conservadora (RIP), que querem civilizar a barbárie e trazê-la ao capitalismo global, ou os supremacistas, numa qualquer versão mitológica conveniente do que nunca foi real.
É mesmo, e sempre foi, a esquerda radical desde que há esquerda a aceitar que a condição natural da sociedade é a tolerância e a cooperação em oposição aos iluminados que são tão idiotas como o resto.
A Federação Portuguesa de futebol acordou da letargia de 40 anos
Federação Portuguesa de Futebol remete ao MP queixa contra presidente do Boavista por assédio sexual
https://www.cmjornal.pt/portugal/detalhe/federacao-portuguesa-de-futebol-remete-ao-mp-queixa-contra-presidente-do-boavista-por-assedio-sexual?ref=CmaoMinuto_DestaquesPrincipais
O dono do macaco andou 40 anos a fazer o que quis e nada disso perturbou esta mafia
Nem depois do seu PET predileto estar preso é sequer inquirido por crimes que toda a gente conhece
mas a FPF acordou
Vigaristas !
O amigo do Boavista sempre foi outro, basta ouvir os cânticos, e não aprendeu nada descendo de divisão.
mantem a calma que o dos automoveis só começou agora
Continuas a defender o bandido que quase afundou o FCP ?
Se quisesse que se safasse, a primeira coisa que fazia era inventar ou propagandear os disparates sem ponta por onde se lhe pegue, que são uma excelente distração.
Mas não, já não tenho paciência nem para anti-portistas nem para portistas, só não gosto é da narrativa de canalhas continue a dar tanto dinheiro. E carreira política.
Ganhou títulos
Contra tudo e todos
Limpos, sem batota nem toupeiras
Os verdadeiros homens de esquerda defendem os homens bons.