
Não me interessa se o Seinfeld vem ou não a Portugal.
Não muda nada.
Não salva uma pessoa, não acaba com a fome, não pára o genocídio.
E não faltam por cá colaboracionistas que defendem a matança e o terrorismo sionista nas principais TVs e jornais deste país.
Também não faltam hipocrisias.
Das alegadas feministas que promovem produtos da Prozis aos alegados cristãos a defendem o bombardeamento de civis inocentes, passando pelos nacionalistas que juram vassalagem aos líderes de outros países ou pelos anti-comunistas que deslocalizaram a produção para Guangzhou, temos cá de tudo, da esquerda à direita, do liberalismo mais selvagem ao conservadorismo mais castrador.
Também não me venham com as ligações da MEO ao regime sionista. Se vamos por aí, vamos ter que boicotar muitas empresas portuguesas. E todos os partidos do PS até aos neonazis. E clubes de futebol. E empresas de construção. E comunicação social. E marcas de roupa. E hipermercados. Nunca mais saíamos daqui.
Uma coisa te garanto: se o festival fosse patrocinado por uma empresa russa próxima do Kremlin e tivesse um putinista como cabeça-de-cartaz, não estaríamos a ter a mesma conversa.
E essa é a maior de todas as hipocrisias.
P.S: A direita woke guincha, histérica, com o alegado cancelamento do Seinfeld. Enquanto aplaude as perseguições, os homicídios de dissidentes e a proibição de livros que Trump e a sua seita de corruptos têm promovido. Parabéns, por conseguirem ser ainda mais morcões que a esquerda woke. Não foi fácil, mas vocês conseguiram.








Não se exclui assim o partido Rui Tavares, coitado do homem, que tanto se esforça para passar a culpa para uma pessoa e fechar os olhos ao resto, como bom Verde europeu. Isto de boicotar é uma chatice. As falsas equivalências com a ajuda da propaganda são muito mais úteis.
Quando virá o tempo em que o ‘genocídio’ de Gaza é associado à permanência dos grupos armados que promoveram e executaram o os assassinatos e violações do 7 de Outubro?
Para quando um pingo de vergonha nas trombas dessa canalha esquerdalha que tudo retorce no permanente esforço de corromper uma realidade em que o sionismo pode ser associado a autodefesa tão legitimamente quanto o terrorismo é associado a libertação?
Mas o conforto em que sistematicamente mantêm este rebéu-béu de insanidades e mentiras – que sempre terminam no antifascismo ou anti-qualquer dos chavões que definem a sua indigência analítica – assegura-lhes a auto-satisfação na imbecilidade!
é sempre um prazer ler comentários do menos, com os seus característicos modos. apreciava que ele comentasse isto:
https://www.nowcanal.pt/ultimas/detalhe/cavaleiro-do-chega-detido-por-pedofilia-ha-possibilidade-de-serem-aplicadas-as-molduras-penais-mais-elevadas
e isto:
https://sicnoticias.pt/pais/2025-12-22-video-rui-pedro-moreira-e-o-terceiro-caso-de-pedofilia-a-envolver-dirigentes-do-chega-0217188d
Para quando o mesmo se aplicar da auto-defesa de Colombo à auto-defesa da Rodésia do Sul e África do Sul: nunca, mesmo que os assassinatos e violações não fossem mais que completamente desmentidas projecções das acções dos colonos .
Manda-me a tradução em língua inteligível.
Genocídio não tem desculpa, colonial ainda menos. Nem se o que a colónia e o nosso suzerano pagam para ser publicado fosse verdade, que não é.
Pois citando, Menos, mas citando…
“Quando virá o tempo em que o ‘genocídio’ de Gaza é associado à permanência dos grupos armados que promoveram e executaram o os assassinatos e violações do 7 de Outubro?”
Quando virá o tempo?
Quando virá a explicação cabal de como esses grupos armados estavam armados com alguma dimensão apesar do forte bloqueio a Gaza?
Quando virá o tempo em que se saiba como uma operação que estava a ser preparada há mais que muito tempo escapou aos sistemas de informação sionistas?
Quando virá a explicação cabal de como um bando de guerrilheiros puderam manobrar a seu belo prazer em território de Israel e regressar a gaza sem reação que se visse do “exército mais bem treinado do mundo”?
As aspas em “genocídio” dizem tudo. É preciso mais? Então é melhor começarem a colocar-se aspas em coisas que ocorreram há uns tempos…
Ontem vi o Rosemary’s baby
Vou ali expiar os meus pecados