Dirigente do Chega acusado de prostuição de menores

Nuno Pardal (à esquerda na imagem), dirigente do CH acusado de recorrer a prostituição de menores, ao lado do líder da seita, André Ventura.
Expor ao vento. Arejar. Segurar pelas ventas. Farejar, pressentir, suspeitar. Chegar.

Nuno Pardal (à esquerda na imagem), dirigente do CH acusado de recorrer a prostituição de menores, ao lado do líder da seita, André Ventura.

Não, não é. A castração química não resolve um problema: não resolve a pedofilia. Porquê? Porque nem todos os pedófilos consumam o acto sexual em si, até porque quem pratica a pedofilia tem um problema do foro psicológico que se apresenta como um desvio sexual. Sem querer entrar em pormenores desnecessários, um pedófilo não usa, necessariamente, a penetração como forma de violar alguma criança, pois a pedofilia é mais do que o acto sexual consumado. A castração não retirará o impulso ao pedófilo, que sendo um doente mental, continuará a sê-lo mesmo que castrado. Ou seja: castrar pedófilos não impede pedófilos de o serem, nem tampouco acaba com a pedofilia.
Exemplo: nos países onde existe castração química de pedófilos, continuam a haver crimes de pedofilia.
A solução? Haver mais e melhores redes de captação destas práticas, aposta na prevenção, ensino da sexualidade para que tantos meninos e meninas se saibam defender quando expostas a este nojo, aposta na reabilitação através da aposta na saúde mental. Demora mais, custa mais dinheiro, mas tenho a certeza que será mais eficaz do que propostas avulsas vindas de populistas que, pasmem-se, passam a vida penetrados nas Igrejas (no pun intended).
Propor a castração química de pedófilos como solução mágica para acabar com a pedofilia, seria o mesmo que propor o corte de mãos a quem rouba (o que já foi, aliás, sugerido pelo líder da extrema-direita) ou a lobotomia a quem assassina. Tal como tudo o que rodeia a Igreja, a extrema-direita ainda vive na Idade Média.
Tenho outra ideia: castrar políticos que têm ideias estúpidas.
Para combater o populismo, usemos factos: “Pedofilia: estudos confirmam reincidência baixa”
Como é possível só agora vir ao de cima que nos últimos 5 anos, em Portugal, 10 padres foram indiciados por abuso sexual de menores?
Há coisas fantásticas: num país onde os tablóides nos últimos anos devassam os casos deste género, quase divulgando a identidade dos agredidos e não tendo escrúpulos em publicar imagens dos acusados de agressão mesmo que apenas sob suspeita, estes 10 casos não existiram. Foram abafados e parecem ser a pontinha do iceberg: pelos vistos nenhum contempla menores à guarda da igreja, e é aí que os casos mais graves têm sido detectados mundo fora.
Sabemos como as denúncias se sucedem em cadeia mal um caso salta para a opinião pública, daí a cumplicidade deste silêncio dos inocentes que se espera tenha agora fim.
Ou estavam à espera que seres humanos com voto de castidade não tivessem sexo?

Entre os dois passados sábados, estive em Toronto. Efectivamente. No Verão do maldito ano de 2024, de férias no Canadá, também fora a Toronto, mas soubera-me a pouco. Muito pouco. Assim, aproveitei a presença no New Sounds, oh yeah, para me estrear na Queen Books da Queen e também na Type Books e na She […]

Por lá, pó branco, só se for gelo. Como sabemos, o combate à droga é a motivação destas movimentações. A libertação de Hernández foi uma armadilha extremamente inteligente para apanhar os barões da droga desprevenidos.
Oferecer um calendário ou uma agenda a Mourinho. O jogo é na terça…

« Mais vous avez tout à fait raison, monsieur le Premier ministre ! » (1988). Mas, prontos. Voilà. Efectivamente.
Existe uma semelhança entre as pianadas do Lennon no Something e do Tommy Lee no Home Sweet Home.
Moreira, mandatário de Mendes, admite que avanço de Cotrim o levou a não ser candidato a Belém. Júdice, mandatário de Cotrim, votará Seguro na segunda volta.
O “cartel da banca” termina com um perdão de 225 milhões de euros aos 11 bancos acusados de conluio pelo Tribunal da Concorrência. Nada temam!
Chega aproveitou ranking manipulável para prometer limpar ‘gueto de Lisboa’.
Pois. Mas ainda não fez mea culpa quanto ao “agora facto é igual a fato (de roupa)“.
O “eu não sou jurista” é sempre seguido de um “mas”.
o Polígrafo continua a achar que António Costa é presidente da Comissão Europeia.
A sério? As pessoas? Talvez. Políticos? Olhe que não.
deve entender-se do ponto de vista metafórico e não literal.
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