Com o pé que está mais à mão 4

Nesta edição, começámos por abordar o modo escandaloso como o Benfica foi prejudicado na final da Taça de Portugal. A partir daí, derivámos para o campeonato, repetimos os parabéns ao Sporting, passámos algum tempo a falar do Futebol Clube do Porto e do futuro de Sérgio Conceição e escandalizámo-nos com o facto de haver público na final da Liga dos Campeões, ao contrário do que tem acontecido nas provas nacionais. No final, polemizámos sobre os adeptos do futebol português – há quem defenda que são alvo de uma repressão brutal. Em campo, estiveram José Mário Teixeira, Orlando Sousa, Diogo Hoffbauer, Francisco Salvador Figueiredo e António Fernando Nabais.

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Pod ser ou nem por isso – Cartão do Adepto é necessário?

Depois de toda a polémica envolvida, trazemos um debate sobre o Cartão do Adepto. Será necessário? Será que afecta a liberdade individual dos adeptos? Será eficaz? Para falar sobre este assunto tivemos connosco Martha Gens, Presidente da Associação Portuguesa do Adepto e Tiago Mayan Gonçalves, membro da Iniciativa Liberal. Debate moderado por Francisco Salvador Figueiredo.

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Pod ser ou nem por isso – Cartão do Adepto é necessário?
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Cartão do Adepto? Não, obrigado!

Ontem, o Tribunal Administrativo do Círculo de Lisboa, após ação da Associação Portuguesa do Adepto, confirmou a legalidade do Cartão do Adepto que aqui já foi falado. Este cartão foi criado no âmbito de uma estratégia para combater a violência no desporto. Ora, como todos sabemos, nada combate melhor a violência de indivíduos do que um pedaço de cartão no bolso controlado pelo Estado.

Continuo sem entender como uma lei que trata pessoas de forma diferente pela forma de apoiar é considerada legal. Segundo esta lei, uma pessoa se transportar um trapo de 99 centímetros é um cidadão ordeiro, mas por mais um centímetro pode ser um potencial criminoso.

A Iniciativa Liberal tomou uma posição e anunciou ser totalmente contra este Cartão. Mais uma vez, fica provado que a IL escolhe o lado da liberdade em todas as lutas e não anda ao sabor de popularidade ou poder.

Temos o dever de lutar por que os adeptos não vejam as suas liberdades limitadas, pois quando se trata da liberdade devemos até lutar pelos direitos daqueles que não gostamos. É por uma questão de princípio. Há precedentes que não podem ser abertos.

Como adepto, como liberal e como cidadão:
Não ao Cartão do Adepto!