PS – Patronato Socialista

Governo decreta serviços mínimos para greve na Ryanair

WTF, ou como se diz em português, que merda é esta?

Serviços mínimos? Não há mais companhias aéreas?

Dêem a maioria absoluta ao Costa se têm curiosidade em conhecer o pequeno tiranete em todo o seu esplendor. Os direitolas poderão achar que a investida se limitará a cortar nas bandeiras dos esquerdalhos. Esperem até o ronaldo das finanças vos enrabar.

Já agora, a um ritmo de uma revisão por ano do Código do Trabalho, desde 2009, isto vai parar onde? Ao ponto em que o horário de trabalho dos portugueses seja “60 horas por semana“, ou o que calhar? E isto promulgado em pleno Agosto, a meio do golpe do fura-greves e a 2 meses de eleições. Há cada coincidência.

Sair da zona de conforto…

… ou o eufemismo para levar, calando, com as sucessivas alterações ao Código de Trabalho.

Código do Trabalho

Aprovado pela Lei n.º 7/2009, de 12 de Fevereiro, com as alterações introduzidas pelas Leis n.ºs

  1. 105/2009, de 14 de Setembro,
  2. 53/2011, de 14 de Outubro,
  3. 23/2012, de 25 de Junho,
  4. 47/2012, de 29 de Agosto,
  5. 69/2013, de 30 de Agosto, e
  6. 27/2014, de 8 de Maio

Já se sabe que os trabalhadores são moinantes – daí a fúria de alterações à conta do pretexto “Troika”. Seis alterações ao longo de seis anos, com especial  incidência entre 2011 e 2014. Eis como implementar um projecto ideológico sem tal ser assumido.

Assédio no trabalho: faz que chuta, mas não chuta

Nos últimos dois anos houve 20 processos em tribunal por assédio moral no trabalho. Estes números são eloquentes na sua insuficiência, em face da realidade que se vive diariamente em Portugal e bem demonstrativos da grande dificuldade em que se encontram os trabalhadores vítimas deste crime silencioso, com efeitos devastadores em vários domínios, desde a saúde das próprias vítimas, o seu equilíbrio psico-social e familiar, o Serviço Nacional de Saúde – veja-se a realidade presente da Saúde Mental no nosso país -, a Segurança Social e a própria produtividade da economia e da Administração Pública.

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Óptimo, também eu.

CDS quer que voto contra de Ribeiro e Castro tenha “consequências políticas”

Que mais um voto contra faça a diferença contra o habitual (mas vergonhoso na mesma) voto em rebanho. Afinal, temos e pagamos a mais de duzentos deputados para pensarem por si mesmos ou queremos um directório de um voto por partido, ponderado pela representação eleitoral? Eu sei a resposta mas então é de lembrar que bastam cinco deputados, o que nós, que pagamos impostos, agradeceríamos.