Da utilidade de António Borges

João Miranda para justificar o mentecapto já admite que o default vem aí. Dentro de 2 ou 3 anos, o sonho de arrasar com tudo antes ainda não lhe passou.

Podemos ir para default (bancarrota) e islandarmos-nos?

Três economistas convidados pelo Expresso respondem a algumas questões, incluindo se irmos para bancarrota (decidir-se não pagar aos credores) é ou não uma opção.

A troika quer tornar Portugal um exemplo

DESTAQUES

“Dadas as condições a que chegámos nos últimos meses, o pedido de auxílio foi a solução mais adequada. Um default – total ou parcial – seria impensável nos dias de hoje.” (Nuno Fernandes)

“Enquanto estivermos dentro da União Económica e Monetária temos de fazer o que a União quer.” (Nuno Garoupa)

“O modelo de default de 1892 não é muito abonatório para solucionar os nossos problemas atuais. Isto não quer dizer que não vai haver reestruturação ou renegociação das nossas dívidas. Sinceramente, acho que há uma grande probabilidade que tal venha a acontecer.” (Álvaro Santos Pereira)

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