Dias assim, tivemos, mas a foice

The Kinks – Days

a capacidade de remate do Ray Davies nunca foi tida em conta, na época, perante as jogadas colectivas lm que descambaram no gostamos todos dos beatles.

agora com coiros atrás, não vais a lado nenhum. os agentes desportivos bem se esforçam mas com os agentados é sempre assim, couro atrás

e

Por Estes Dias

Propositadamente afastei-me por alguns dias dos problemas nacionais, e deixei de escrever sobre o assunto.

A política, fosse a que nível fosse, cansava-me já. Tudo era a mesma coisa. Cada um a tentar prejudicar o outro, os primeiros a arranjar maneira de se beneficiarem ou aos seus amigos, os segundos a fazer exactamente a mesma coisa. Todos a calarem o que os pode vir a prejudicar, sem se importarem

Mas tive de voltar, não é o meu afastamento que melhora seja o que for. De facto, nada mudou, nem para melhor, nem para pior. E assim, volto a escrever, na esperança de poder mudar qualquer coisinha.

O Orçamento de Estado para 2010, é o que se sabe.

Um conjunto de inverdades, ajustadas com os parceiros políticos e com os adversários. Contas mal feitas ou demasiadamente bem feitas, de modo a que se não notem os buracos, promessas baseadas em números inviáveis, medidas populistas para calar a oposição e apaparicar o povo que, estupidamente, não quer ver as dificuldades que vão sentir logo depois, ou que simplesmente as não sabe ver. A ignorância do povo, ou a  sua incapacidade para decifrar as coisas, é muito boa para quem nos governa.

As despesas públicas não vão parar de aumentar e os proventos não irão deixar de diminuir, pelo que as dificuldades vão crescer e o aumento de impostos, a curto prazo, tem de ser inevitável.

As contas públicas apresentadas sobre o ano de 2009, até ao Governador do Banco de Portugal, surpreendem. Um deficit de 9,3% do PIB, não augura nada de bom para os anos que aí vêm.

A agitação social, é também o que se sabe. [Read more…]